Extração de Petróleo do Pré-Sal: Prioridade Estratégica para Educação e Saúde

VIDA DE EMBARCADO - PLATAFORMA P-43

Cláudia Schüffner, Fernando Torres e Daniela Meibak (Valor, 16/10/14) informam que o tão desejado fim da defasagem de preços da gasolina pelos acionistas minoritários chegou, e ao mesmo tempo em que o nível de produção de petróleo da Petrobras se mostra ascendente. Mas esses jornalistas avaliam que a aparente boa notícia para a estatal esconde pelo menos dois riscos para a companhia no médio e longo prazo.

Se a queda da cotação do petróleo tipo Brent de pouco mais de US$ 100 por barril para US$ 85 em cerca de duas semanas deve minimizar daqui para frente o prejuízo que a empresa tem desde o início de 2011 com a importação de derivados, que já chega a R$ 59 bilhões nesse período, ela põe em xeque a viabilidade do plano de investimentos da companhia e levanta questões sobre até que preço do petróleo a exploração do pré-sal continua rentável.

Os jornalistas desconhecem o conceito de “decisão crucial”, aquela que altera o contexto de maneira irreversível, a não ser a custa de brutal prejuízo. Investimentos em longo prazo, que constituem o maior pacote atual em extração de petróleo no mundo, colocados em andamento, não se revertem por oscilações conjunturais no preço dessa commodity.

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Dois Candidatos Economistas: Uma Social-Desenvolvimentista, Outro Neoliberal, Logo, Duas Visões Opostas sobre a Economia

Coração Valente

Façamos uma releitura desconfiada, como é costume dos mineiros, do Editorial do Valor (13/10/14), a propósito das visões econômicas opostas sobre a economia dos dois candidatos mineiros e economistas — tal como o modesto blogueiro que vos fala. O Aécio é apenas graduado na PUC-MG, a Dilma é graduada na FACE-UFMG/UFRGS e pós-graduada no IE-UNICAMP.

O segundo turno da eleição presidencial está servindo para que o eleitor possa distinguir as diferenças entre as proposta dos candidatos Dilma Rousseff, do PT, e Aécio Neves, do PSDB, para a condução da economia brasileira nos próximos quatro anos. É falso, pois é contrafactual, que durante todo o primeiro turno, marcado por campanhas de desconstrução da imagem pública da capacidade da candidata Marina ser Presidenta do Brasil, “o debate econômico inexistiu”. Essa falsa impressão talvez seja porque o editor do Valor não lê este modesto blog!  :)

Agora, embora contaminado com deturpações típicas de uma disputa eleitoral, o editor reconhece que “esse debate econômico passou a ser um dos principais ingredientes das campanhas”.

Para ser mais explícito, ele deveria ter rotulado cada proposta para o País: uma social-desenvolvimentista que defende um papel ativo do Estado de Bem-Estar Social no planejamento indicativo do desenvolvimento socioeconômico brasileiro. Não dispensa nem trava as forças de mercado, mas as regula e indica-as os negócios estratégicos para serem levados adiante com uma parceria público-privada, cujos principais atores são os capitais de origem estatal, trabalhista, privada nacional e estrangeira.

A outra é o retrocesso neoliberal. Defende um papel ativo apenas para “as livres forças-de-O Mercado”, desregulamentando as restrições à exploração de mercado, flexibilizando a legislação que representa conquistas trabalhistas, desregulando os limites da concentração econômica nos mais poderosos. Abomina qualquer tipo de planejamento preventivo em longo prazo, o que provocou o apagão em 2001 e o racionamento de água no ano corrente no Estado de São Paulo, governado há 20 anos pelos tucanos, tornando-o conhecido pela alcunha de “Tucanistão”.

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Lançamento do Livro “Presente e Futuro do Desenvolvimento Brasileiro”

Lançamento do livro PFDB
Lançamento: “Presente e Futuro do Desenvolvimento Brasileiro”. André B. Calixtre, André M. Biancarelli e Marcos Antonio M. Cintra (organizadores). Brasília: IPEA, 2014.
Debate: André Biancarelli (IE/Unicamp) e Fernando Nogueira da Costa (IE/Unicamp)
Comentários: Pedro Paulo Z. Bastos (IE/Unicamp).
Data: Quarta-feira, 22/10 ATENÇÃO: INÍCIO ANTECIPADO PARA 14:00
Local: Auditório Zeferino Vaz, Instituto de Economia – Unicamp
 
 
Lançamento: “A Internacional do Capital Financeiro”. Joaquim E. Palharares (organizador). São Paulo: FPA/FES/Carta Maior, 2014.
Debate: Luiz Gonzaga Belluzzo (Facamp e IE/Unicamp) e Sebastião Velasco e Cruz (IFCH/Unicamp). 
Comentários: Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães.
Data: Quarta-feira, 22/10, 16:00
Local: Auditório Zeferino Vaz, Instituto de Economia – Unicamp

Retrospectiva: Petrobras na Era Neoliberal

petrobras-x-petrobrax

1993 – Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de “anões do orçamento”, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento;

1994 – ainda como ministro da Fazenda, com a ajuda do diretor do Departamento Nacional dos Combustíveis, manipulou a estrutura de preços dos derivados do petróleo, de forma que, nos 6 últimos meses que antecederam o Plano Real, a Petrobrás teve aumentos mensais na sua parcela dos combustíveis em valores 8% abaixo da inflação. Por outro lado, o cartel internacional das distribuidoras de derivados teve aumentos de 32%, acima da inflação, nas suas parcelas. Isto significou uma transferência anual, permanente, de cerca de US$ 3 bilhões do faturamento da Petrobrás, para o cartel dessas distribuidoras.

A forma de fazer isto foi através dos dois aumentos mensais que eram concedidos aos derivados, pelo fato de a Petrobrás comprar o petróleo em dólares, no exterior, e vender no mercado em moeda nacional. Havia uma inflação alta e uma desvalorização diária da nossa moeda. Os dois aumentos repunham parte das perdas que a Petrobrás sofria devido a essa desvalorização. A Petrobrás vendia os derivados para o cartel e este, além de pagá-la só 30 a 50 dias depois, ainda aplicava esses valores e o valor dos tributos retidos para posterior repasse ao tesouro no mercado financeiro, obtendo daí vultosos ganhos financeiros em face da inflação galopante então presente. Quando o Plano Real começou a ser implantado com o objetivo de acabar com a inflação, o cartel reivindicou uma parcela maior nos aumentos porque iria perder aquele duplo e absurdo lucro.

Continue a ler o depoimento de uma servidora pública da Petrobras na época em:

FHC e os Estragos Produzidos na Petrobras

Recordar é viver…

Obs: como é praxe de quem apoia candidatura de machista-homofóbico, que agride até mulheres, contra esses argumentos recebi xingamentos da campanha do Aécio nos “elegantes” termos: “O maior erro do PSDB foi não ter conseguido privatizar a Petrobras, Eletrobras, Furnas e todos os outros cabides de PTralhas espalhados pelo país.” Vejam o que os aecistas estão prometendo caso ele seja eleito: privatização do patrimônio público brasileiro para fazer a “caça às bruxas”!

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Obras Públicas do Governo Dilma

O  site Plantão Brasil mostra fatos & fotos que você, provavelmente, nunca viu na imprensa: megaobras do Governo Dilma.

1- PONTE RIO NEGRO, AMAZONAS

Ponte Rio Negro, no estado do Amazonas. Com 3,6 km de extensão, é a segunda maior ponte fluvial do mundo e a maior estaiada do Brasil. Conecta Manaus ao município de Iranduba e demorou três anos e 10 meses para ficar pronta. O concreto e o aço utilizados na obra seriam suficientes para construir três estádios do Maracanã.

2- FERROVIA NORTE-SUL, EM CINCO ESTADOS

O trecho de 682 km da Ferrovia Norte-Sul, situado entre as cidades de Ouro Verde (GO) e Estrela do Oeste (SP), está com 70% das obras concluídas. Em outro trajeto da obra, já finalizado entre Tocantins e Goiás, são 855 km de ferrovia já em operação.

3- FERROVIA TRANSNORDESTINA, CEARÁ, PERNAMBUCO E PIAUÍ

Integrada à Ferrovia Norte-Sul, liga o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco, além do cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, num total de 1.728 km.

4- PONTE SOBRE O RIO MADEIRA

Obras na ponte sobre o rio Madeira, na divisa do Amazonas e Rondônia, na rodovia BR 319.

5- USINA EÓLICA ARIZONA, RIO GRANDE DO NORTE

Estado atinge 1.163,39 MW de potência instalada por meio de 42 parques eólicos em funcionamento e lidera o ranking eólico no Brasil.

6- BRT TRANSCARIOCA, RIO DE JANEIRO

A TransCarioca tem 39 km de extensão e 45 estações entre o Terminal Alvorada e o Aeroporto do Galeão. Atende 450 mil pessoas por dia.

7- METRÔ DE SALVADOR, BAHIA

Dilma inaugurou, em junho, o primeiro trecho da primeira linha do metrô de Salvador. Com 7,4 km de extensão e 5 estações. O projeto prevê 41 km e 22 estações terminadas até 2017.

8- AMPLIAÇÃO E REFORMA DE 13 AEROPORTOS

Em Salvador, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Natal, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, Fortaleza, Maceió, Cuiabá e Curitiba os aeroportos foram reformados e ampliados. A capacidade dos aeroportos triplicou e todas as pistas foram reformadas, estacionamentos ampliados e terminais ampliados e modernizados. Em Campinas, praticamente, foi construído um novo aeroporto de Viracopos. Veja:

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A concessionária do aeroporto de Viracopos, em Campinas, que atende o interior de São Paulo, começou na terça-feira, dia 14 de outubro de 2014, a operação de voos comerciais em um dos píeres do novo terminal de passageiros. A abertura ocorre cinco meses depois do prazo contratual firmado com o governo. Pelo cronograma da empresa – controlada por Triunfo Participações e Investimentos, UTC e Egis -, outras áreas do empreendimento continuarão em obras até dezembro. A transferência de todos os voos vai durar até março de 2015, quando o antigo terminal será desativado.

Na média internacional, um aeroporto como o novo de Viracopos levaria quatro anos para ser construído. Foi feito em dois. A obra é mais complexa que a de outros empreendimentos concedidos na mesma época e que inauguraram as novas instalações. Não foram construídos somente píeres novos ou um novo terminal. É um aeroporto completamente novo.

Grande parte da grandiosidade das obras em Viracopos foi uma preferência da própria concessionária, que solicitou à Anac na etapa de elaboração de projetos a construção de um aeroporto maior, para 25 milhões de passageiros ao ano, quando o mínimo exigido era 14 milhões.

9 – MEGA PORTO DA BAHIA, O TERCEIRO MAIOR DO BRASIL

Começam as obras do terceiro maior porto do Brasil, em Ilhéus, Bahia. O investimento será e R$ 2,2 bilhões neste que será um dos portos mais modernos do mundo.

10- PONTE ANITA GARIBALDI, SANTA CATARINA

A ponte Anita Garibaldi em Laguna (SC) será a primeira ponte estaiada em curva do mundo e a terceira maior ponte do Brasil, com 2.830 metros de extensão. A obra faz parte do PAC-2 e impressiona pela sua magnitude.

11- UM MILHÃO DE CISTERNAS

Em todo o semiárido, foram entregues 545,7 mil cisternas e 54,7 mil tecnologias de apoio à produção agrícola. O governo tem a meta de distribuir, até o final de 2014, 750 mil unidades para consumo familiar e 76 mil de apoio à produção. Com as 350 mil entregues por Lula, são mais de um milhão de cisternas ajudando a combater a seca.

12- SUPERPORTO DO AÇU, RIO DE JANEIRO

O Superporto do Açu está localizado no município de São João da Barra, norte do Estado do Rio de Janeiro, mais especificamente no distrito de Açu. Sua localização é estratégica para a indústria do petróleo, por ser próximo às bacias de Campos e do Espírito Santo, podendo ser utilizado de base também a operação da Bacia de Santos.

13- PERÍMETRO IRRIGADO DE NILO COELHO, PERNAMBUCO

O perímetro irrigado de Nilo Coelho, localizado na cidade de Petrolina, no semiárido pernambucano, é o maior do Brasil em produção. Em 2013, o valor bruto de produção foi superior a R$ 700 milhões, com destaque para a fruticultura. Com área irrigável de 18.563 hectares, Nilo Coelho beneficia cerca de 2.200 famílias. O perímetro também prevê a geração de 20 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.

14- 2,75 MILHÕES DE MORADIAS ENTREGUES PELO MINHA CASA MINHA VIDA

Lula entregou 1 milhão de moradias na primeira etapa do programa Minha Casa Minha Vida. Na segunda etapa, Dilma já entregou 2,75 milhões de casas e o projeto da terceira etapa prevê mais 3 milhões a partir de 2015. Na foto o Residencial Viver Melhor, em Manaus.

15- 23 UNIVERSIDADES E 152 CAMPI CRIADOS

Na foto, a Universidade Federal do ABC, criada por Lula e ampliada por Dilma, considerada a melhor do Brasil.

16- USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, PARÁ

Terceira maior hidrelétrica do mundo, a Usina de Belo Monte terá capacidade energética para atender a 60 milhões de pessoas.

17- USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO, MARANHÃO

Com capacidade de geração energética de 1.077 MW, a usina de Estreito foi inaugurada em maior por Dilma Roussef.

Além dessas obras mais 22 usinas eólicas e 3 hidrelétricas foram construídas. Ainda há em andamento as obras de dez hidrelétricas (que agregarão mais 18.340 MW ao sistema), 14 termelétricas (3.871 MW), 95 eólicas (2.472 MW) e seis pequenas centrais elétricas (118 MW).

Fonte: Plantão Brasil

18 – Enchimento de canais na obra de transposição do rio São Francisco:

Obra de Transposição do rio São Francisco

19 – NOVO REGIME AUTOMOTIVO: a fábrica de automóveis da BMW em Santa Catarina (abaixo) já entrou em fase de produção.

BMW em SC

O regime automotivo já trouxe a fabricação no Brasil das melhores marcas de automóveis do mundo: Audi, BMW e Mercedes-Benz. A entrada de IDE (Investimento Direto Estrangeiro) no quarto maior mercado interno de automóveis no mundo está condicionada à transferência de tecnologia.

Veja também os Estádios de Futebol, que constituem o local do maior lazer dos brasileiros. Eles resultaram no sucesso da Copa do Mundo realizada no BrasilNão Vai Ter Copa?!

Copa_do_mundo_2014

 

Finalmente, o maior pacote de investimentos em andamento no mundo em extração de petróleoa prioridade estratégica para melhorar a qualidade de vida de nosso povo com gastos do Fundo Social de Riqueza Soberana, propiciado pelos royalties do petróleo extraído do pré-sal, distribuídos em Educação (75%) e Saúde (25%).

plataforma-pre-salJá superamos a marca dos 500 mil barris de petróleo produzidos por dia no pré-sal, um patamar alcançado apenas oito anos após a primeira descoberta. A província pré-sal é composta por grandes acumulações de óleo leve, de excelente qualidade e com alto valor comercial. Uma realidade que nos coloca em uma posição estratégica frente à grande demanda de energia mundial das próximas décadas.

A produção acumulada da província pré-sal já ultrapassa 360 milhões de barris de óleo equivalente. De 2010 a 2014, a média de produção diária dos reservatórios cresceu dez vezes, avançando de uma média de 42 mil barris por dia em 2010 para 411 mil barris por dia em 2014 (até maio de 2014). A produção no pré-sal registrou uma média de 532 mil bpd no mês de setembro e o recorde diário de 618 mil barris por dia em 18 de setembro de 2014. Essa produção corresponde a aproximadamente 22% do total e em 2018 chegará a 52% da produção de petróleo da Petrobras.

Para descobrir essas reservas e operar com eficiência em águas ultraprofundas, a Petrobras desenvolveu tecnologia própria e atua em parceria com fornecedores, universidades e centros de pesquisa. Contrata sondas de perfuração, plataformas de produção, navios, submarinos, com recursos que movimentam toda a cadeia da indústria de energia brasileira.

“Jobful Recession” (Recessão com Emprego) X “Jobless Recovery” (Retomada com Desemprego)

Paradoxo do Emprego

Nas minhas palestras e entrevistas recentes, sempre me indagam sobre o fenômeno atual da economia brasileira: embora estejamos na “segunda perna do W” da Grande Depressão Mundial de 2008, a taxa de desemprego está no seu patamar histórico mais baixo. Por que? Enumero como fatores explicativos:

  1. o “bônus demográfico” resulta em menor PEA (População Economicamente Ativa) procurando emprego,
  2. o pacote educacional (PRONATEC-PROUNI-FIES-CSF) permite às camadas de baixa renda, em fase estudantil, adiarem a busca de emprego,
  3. a elevação de obras públicas em infraestrutura, logística, energia, estádios e mobilidade urbana, etc.

Destaco também que o diagnóstico de “baixa produtividade” é enganador. O analista deve se atentar para a aritmética da fórmula que mede essa produtividade (PIB/N), ou seja, se o numerador PIB cresce pouco por falta de dinamismo da demanda externa e por causa do “terrorismo econômico pré-eleitoral” interno, com o denominador N mantendo-se estável, a dedução óbvia é a estagnação desse indicador. Porém, devemos refutar a “solução oposicionista”: cortar empregos!

Na opinião de especialistas ouvidos pela Juliana Elias (Valor, 04/10/14), a baixa produtividade está no centro das causas do que alguns chamaram de “jobful recession“, algo como “recessão com emprego” em inglês. Seria o oposto do que, nos Estados Unidos, se convencionou chamar de “jobless recovery“: uma recuperação da economia sem geração de vagas, fenômeno que se tornou recorrente nas crises mais recentes do país. Continuar a ler

Entrevista Política de Luiz Carlos Bresser-Pereira

bresserCaros amigos,

Vai em anexo a entrevista que dei a Cynara Menezes. É um grande resumo de minhas ideias e de minha vida intelectual e política. Mostra meus caminhos, minha relação com meus amigos, com Fernando Henrique, minha visão republicana da política e as responsabilidades de um intelectual independente, e minha posição de centro-esquerda e a favor do nacionalismo econômico; resume minha crítica ao governo de FHC e ao de Lula e Dilma; e contém um esboço de meu grande projeto intelectual desde 2001: o novo desenvolvimentismo e sua macroeconomia desenvolvimentista.

Talvez lhe interesse lê-la. O link é http://www.bresserpereira.org.br/papers/interviews/2014/14.09.N%C3%A3o-consigo-fazer-diferen%C3%A7a-Marina-A%C3%A9cio.pdf

DownloadEntrevista Política de L C Bresser-Pereira set 2014

Abraço,

Luiz Carlos Bresser-Pereira