Meta para Ganhar o Campeonato Brasileiro de Futebol

Cruzeiro 2014 X 2013

Dionízio Oliveira (UOL, 28/07/14) informa que, com nove vitórias, um empate e apenas duas derrotas, o Cruzeiro, com 28 pontos somados, tem uma campanha superior à do tricampeonato brasileiro, quando tinha 24 pontos nesse mesmo estágio da competição (12 rodadas) e também era líder. Em função disso, a meta da equipe celeste é superar os 40 pontos obtidos no ano passado ao fim do primeiro turno.

Com mais sete adversários pela frente, a equipe mineira poderá igualar a marca se conquistar 12 dos 21 pontos que disputará na primeira metade do Brasileirão. No entanto, com o ótimo início de competição, o técnico Marcelo Oliveira já projeta uma pontuação maior para os atuais campeões brasileiros deixarem o título ‘encaminhado’. O desejo do treinador é de começar o returno precisando de 30 pontos para ser campeão.

“Em relação a pontuação, estamos nesse momento melhores do que estávamos em 2013. Mas no ano passado demos uma arrancada no fim do primeiro turno, com dez vitórias e um empate em 11 jogos. É difícil repetir, mas é possível. Seria ideal disputar o segundo turno com 57 pontos em disputa e podendo fazer 30 [= 10 vitórias, p.ex., em casa -- ou 9 vitórias em casa e 3 empates fora]. É uma meta“, observou Marcelo Oliveira.

A campanha regular ideal em um campeonato de 114 pontos em disputa é, em cada dois jogos (um em casa e outro fora), dos 6 pontos possíveis garantir pelo menos 4, isto é, uma vitória em casa e um empate fora. Fazendo isso, nos jogos em casa, o time conquistaria 19 X 3 = 57; nos jogos fora, seriam mais 19 pontos, totalizando 76 pontos. Entretanto, o padrão histórico permite uma derrota em casa, ou seja, com 73 pontos tornar-se campeão. Continuar a ler

O Brasil do “Eu Acredito”

noel-coelho

Eliane Brum (Ijuí-RS, março de 1966) é excelente jornalista e escritora. Formou-se pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS) em 1988 e ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de um romance – Uma Duas (LeYa) – de três livros de reportagem: Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo) -, e de um livro de crônicas: A Menina Quebrada (Arquipélago Editorial, Prêmio Açorianos 2013), que reúne 64 de suas colunas escritas no site da revista Época, além de ter participado da compilação de reportagens especiais sobre os Médicos sem Fronteiras Dignidade!, que incluiu também autores como Mario Vargas Llosa. É codiretora de dois documentários: Uma História Severina e Gretchen Filme Estrada. Recentemente, lançou uma autobiografia: Meus Desacontecimentos: A História de Minha Vida com As Palavras (Casa da Palavra, 2014).

Escreveu crônicas de costumes, para a Folha de S. Paulo e El País, durante a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Reproduzo abaixo extratos de uma que é um verdadeiro ensaio de Antropologia sobre os comportamentos religiosos dos jogadores e torcedores da seleção brasileira.

Eu acredito, eu acredito.” Uma pequena parte da torcida brasileira ainda repetia o bordão depois de a seleção brasileira já ter levado uma goleada dos alemães no Mineirão. Era uma pequena grande cena. A realidade se impunha como o inacreditável, as bolas iam estourando na rede brasileira como ficção, quem não tinha deixado o estádio olhava para o campo tomado pela anestesia que assinala a tragédia. A inversão da expectativa é tão avassaladora que passa a ser interpretada como irrealidade, num estado delirante, em que qualquer gesto parece destinado ao nada. A goleada era da Alemanha no Brasil, mas era ainda mais profundo do que isso: era realidade 7×1 pensamento mágico. Um? Não. Zero. Continuar a ler

Ricardo Goulart faz “gol que Pelé não marcou” contra o Chivas Guadalajara do México, em jogo nos Estados Unidos

Quando assisto a seleção brasileira jogando na Copa 2014, sinto saudade do padrão de jogo coletivo do Cruzeiro na tática 4-2-3-1, em que os meias Everton Ribeiro – Ricardo Goulart – Dagoberto (ou William) trocam de posições incessantemente em torno do pivô, Borges (ou Marcelo Moreno). Ficam para a Copa de 2018

Ricardo Goulart marcaria um gol no goleiro Neuer da Alemanha, que joga adiantado como um líbero, tal como marcou no jogo nos EUA, antes do meio do campo, no campo defensivo (veja o vídeo)!

Espero que até lá se mude a mentalidade dos dirigentes da CBF, técnico e imprensa desportiva, que destacam apenas o individualismo, i.é, “as estrelas”. Futebol é jogo coletivo, logo, a equipe campeã, que demonstra maior regularidade e entrosamento durante um campeonato, deve ser a base da seleção do País. Reunir, em vez em quando, um bando de individualidades que jogam no exterior, sem muitos treinos, não configura uma equipe!

É necessário seguir o exemplo da seleção alemã, cuja base é o time Bayern de Munich. Ele goleou duas vezes o Barcelona de Messi: em 180 minutos, totalizou 7 X 0! A seleção brasileira pelo menos marcou um gol… :) Continuar a ler

Não Teria Copa!

Copanao

A entrevista de Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central no Governo FHC, responsável pela sobrevalorização da moeda nacional até a reeleição do dito cujo, ou seja, o “estelionato eleitoral” de 1998), publicada hoje na Folha de S. Paulo,  confirma: sob o governo de neoliberais, não teria Copa!

Imaginem sem a Copa! Que tristeza… Que falta de congraçamento entre povos… Que vocação para ser subdesenvolvido…

Pior, que perda de oportunidade histórica para avançar, de uma só vez, em abrangência nacional, obras públicas em mobilidade urbana, aeroportos, hoteis, turismo…

Continuaríamos na estagflação… e com o mesmo “complexo de vira-lata”, assistindo pela TV jogos na Europa em estádios de dar inveja!
snif, snif… :)
Não vai ter Copa Na Copa

Legado da Copa: Tecnologia

alemanha-inglaterra-neuer-gol-linha-480-gettyBola entrou ou nãofifa_escolhe_empresa_alema_para_fornecer_tecnologia_da_linha_do_gol_242013-161430-1fifa-gol-tecnologia-site.jpg3Goal Control

Gustavo Brigatto e Tom Cardoso (Valor, 24/06/14) informam que quando o juiz não deu o gol marcado por seu time em um jogo da segunda divisão do campeonato alemão em 2009, Dirk Broichhausen ficou enfurecido e reclamou como todo fã do esporte. Mas a indignação de Broichhausen com o lance não ficou restrita às discussões com os amigos.

No dia seguinte ele procurou os engenheiros da Pixargus, companhia especializada na análise de superfícies por meio de imagens, na qual ele trabalhava como vice-presidente de vendas, e perguntou se seria possível desenvolver uma tecnologia capaz de detectar se a bola entrou ou não no gol e fazer um tira-teima em tempo real. Após pensar um pouco eles deram a resposta: difícil, mas não impossível. Nascia aí a GoalControl, subsidiária da Pixargus direcionada ao mercado de futebol que fornece a Tecnologia de Linha de Gol, ou TLG, da Copa no Brasil – a primeira Copa, dentre as 20 que a Fifa já fez, a usar esse tipo de sistema. Continuar a ler

Manifestação de Protesto: Pela Copa Sempre!

SÓ PRA LEMBRAR NAO VAI TER COPA

Imagine na Copa sempre! A força de trabalho irá só produzir com o trabalho necessário à sua reprodução! Nem Mais-Valia Absoluta, Nem Mais-Valia Relativa! Férias Coletivas Anuais! Só alegria!

Os desocupados black-blocs terão com o que se ocupar pré-Copas! Os coxinhas yelow-blocs terão camarotes VIPs para expressar seu ódio antipetista! A torcida aprenderá a torcer! A imprensa brasileira, desmascaradas suas desinformações, evitará distorcer!

Este modesto blog adere à Campanha #VaiTerCopaSempre. Propõe: no próximo ano, Copa das Américas; em 2016, Olimpíadas; no ano seguinte, Copa de Seleções Estaduais; e aí chegamos à nova Copa do Mundo!

 #Imaginenacopasempre!

PS: já surgiu uma dissidência radical extremista do companheiro Antônio Prata, cuja crônica em que lança a Campanha Copa Permanente (CP) é reproduzida abaixo.

se-hoje-está-assim-and-imagina-na-copa

“O primeiro passo foi o Plano Real, que estabilizou a economia. O segundo foi o Bolsa Família, que tirou milhões de brasileiros da miséria. Falta, ainda, o terceiro passo, um passo ousado e criativo, para enfim transformarmos esta vergonha numa nação. Dou aqui a ideia, de graça, em nome do bem comum: Copa Permanente. Continuar a ler

Efeito Multiplicador da Copa no Brasil: Legado em Inovações

Copa 2014

Carlos Motta (Valor, 17/06/14) avalia que esta Copa do Mundo seria bem menos atrativa se fosse disputada com a infraestrutura esportiva que o Brasil dispunha antes do torneio. Continuaríamos com o “complexo de vira-lata” ao assistir jogos europeus pela TV…

Os estádios construídos ou reformados nas 12 cidades-sede da Copa, no moderno conceito de “arenas multiuso“, ou seja, projetados para serem utilizados pelo público todos os dias, já que contam com bares, restaurantes, área de comércio e serviços, espaços para festas e shows, colocaram o Brasil no mesmo nível de países onde o futebol é bem jogado também fora dos gramados. 

Erguidos sob a chancela do “padrão Fifa”, os estádios da Copa marcam um novo estágio:

  1. para o atleta brasileiro, que vai poder agora jogar em gramados iguais aos melhores da Europa e com ótima iluminação,
  2. para o torcedor, que contará com mais segurança e conforto, e
  3. para clubes e empresas, que terão a possibilidade de lucrar com a sua exploração comercial.

A construção desses 12 gigantes esportivos não foi, porém, uma tarefa fácil. O País tem motivo para se orgulhar do desafio enfrentado e entregue! Continuar a ler

Jogar na Espera do Erro Alheio

futebol-cara ou coroa

A regra básica de Jacob Bernouille, para estabelecer a Lei dos Grandes Números, é a seguinte: se você fizer alguma coisa por tempo o bastante, todos os resultados possíveis vão acontecer. Quanto mais você fizer alguma coisa, mais provável é que um resultado improvável ocorra pelo menos uma vez.

Não há nenhuma Lei, a não ser a das Probabilidades, que impeça um time de ficar invicto durante uma temporada inteira, ou perder as doze primeiras partidas do campeonato. No longo prazo, é provável que qualquer coisa ocorra pelo menos uma vez.

Tais eventos são marginais nas estatísticas. Mas até que ponto eles são incomuns?

O acaso é um elemento central em toda partida de futebol. A profissão do banqueiro de apostas se baseia no acaso. Se os jogos fossem previsíveis, ninguém apostaria. Continuar a ler

Brazil 2014: Four days in, and already on course to be the best World Cup EVER

Gols por jogo Copa 2014

The Rio Report
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We’re just four days into the World Cup, but already people are suggesting that Brazil 2014 is on course to be one of the greatest tournaments of all time.

It’s a contentious point of view. Those of a certain age probably still hold Mexico 1970 in high regard, while USA ’94 has plenty of misty-eyed supporters.

France ’98 also had some memorable moments – and who could forget Italia ’90, if just for Nessun Dorma alone?

But this year’s tournament in Brazil has the potential to eclipse the lot of them.

Premature? Undoubtedly. Unjustified? Absolutely not. Here we present six reasons why it’s right to believe the hype.

1. GOALS, GOALS, GOALS

The goalfest in Brazil has come as a welcome change after a horribly sterile group stage in South Africa four years ago, which was mostly notable for France going on strike and defending champions Italy failing to win a game.

In fact, after eight games the 2014 World Cup had more than double the number of goals as its predecessor at the same stage.

Brazil 2014 is enjoying a remarkable three and a half goals per game – a figure which has not been bettered since 1958 in Sweden, a tournament when French striker Just Fontaine managed to plunder 13 goals, seven more than Pele.

 

This makes Brazil 2014 the most prolific tournament of the modern era, averaging as much as goal a game more than three of the past six finals. Italia 1990 remains the nadir with a paltry 2.21 goals per game.

2. SHOCK RESULTS

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Has there ever been a better group stage game than Netherlands‘ 5-1 rout of Spain? The margin of victory should not detract from the fact this was an all-time classic, filled with wonderful moments and one of the most iconic World Cup goals in Robin van Persie‘s diving lob header. The pure thrill of watching Arjen Robben charge through the defending champions made this a stunning night of football.

[VAN PERSIE ENJOYS HIS CRUYFF MOMENT]

And what about upsetting the odds? On Saturday night we saw Costa Rica engineer a massive shock in England’s group as they defeated Uruguay 3-1 with another thrilling performance. Joel Campbell was the star of the show in a result which blew open one of the toughest groups and sent seismic waves through an already pulsating tournament.

A reminder: this tournament is only four days old. And the first day only had one game.

3. NO DRAWS, AND TOPSY-TURVY GAMES

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Not a single game has ended in a draw yet in Brazil; South Africa 2010 started with one. A cultural swing towards attacking tactics – and sublime counter-attacking – has made this an unforgettable start with teams looking to take all three points from the off rather than try and hold onto one.

As Rio Report said in its look at the Argentina match on Sunday night, we’re not sure if teams can’t, or won’t, defend. But we’re not complaining.

It’s not just the attacking football and number of goals, though – it’s the fact that the matches are exciting, and swinging to and fro with regularity as well.

[7 REASONS ENGLAND'S DEFEAT IS A GOOD THING]

4. THE BIG NAMES ARE PERFORMING

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Just look at the top scorers’ list after three days: Robben, Van Persie and Neymar have two apiece and Alexis Sanchez has come to the party too with a goal and an assist from Chile. Andrea Pirlo put in another passing masterclass against England and Mario Balotelli took the man of the match award.

Even the famously World Cup-shy Lionel Messi is getting in on the act: he hadn’t scored at the World Cup since a late scoreline-enhancer in a 6-0 dead rubber group stage win back in 2006, but he put that right against Bosnia on Sunday with a goal so good that you’d have sworn he was wearing a Barcelona shirt to pull it off.

To a man, the big players are stepping up to the stage without fear. No one has personified this trait more than Neymar, who responded to all the pressure on his shoulders with a brace in Brazil’s 3-1 win over Croatiaon the opening day.

[NATION ERUPTS AS NEYMAR WINS OPENER FOR BRAZIL]

5. IT’S IN BRAZIL.

 

Forget the playing fields of public schools in England, Brazil is the real spiritual home of football. Against a backdrop of Rio’s Sugarloaf Mountain and the Amazon rainforest, this tournament has bounced along to the stereotypical Samba beat which is said to infect this glorious, gigantic country. If you can’t get up for a World Cup in Brazil – whether manager, player or fan – you need your pulse checking.

[LATEST BLOGS FROM OUR MAN IN BRAZIL]

6. BECAUSE EVERYONE IS SAYING IT IS

 

It’s been decided. Do one Mexico 1970.

 

Fontehttps://uk.eurosport.yahoo.com/blogs/the-rio-report/why-brazil-2014-shaping-best-world-cup-ever-104131658.html?soc_src=mediacontentstory

 

Desculpas, dona Dilma

por Luiz Caversan, na Folha de S. Paulo (14/06/14). Luiz Caversan é jornalista e consultor na área de comunicação corporativa. Foi repórter especial, diretor da sucursal do Rio da Folha, editor dos cadernos ‘Cotidiano’, ‘Ilustrada’ e ‘Dinheiro’, entre outras funções.

“Cara dona Dilma,

dirijo-me à senhora Dilma Rousseff pessoa física mesmo, não à presidente do meu país, e chamando-a de dona porque foi assim que aprendi a me dirigir a pessoas do sexo feminino que já tenham uma certa idade e sejam mães ou avós de família.

E sabe onde aprendi como me dirigir educadamente a quem quer que seja, mas principalmente às senhoras?

Foi na zona leste, dona Dilma, lá mesmo pras bandas do estádio em que a senhora foi tão rude e desrespeitosamente tratada na última quinta-feira. Continuar a ler

Futebol: Sorte ou Talento?

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Chris Anderson & David Sally (http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2013/08/11/jogo-dos-numeros-futebol/) afirmam que “há dois caminhos para o sucesso no futebol. Um é jogar bem. O outro é ter sorte. Para você ganhar um campeonato, você precisa de ambos. Mas para ganhar uma partida, você só precisa de um dos dois” (2013: 48). A história do futebol é uma série de acidentes futebolísticos! Continuar a ler

Futebol: Jogo de Azar

Bola é um dado

Os autores do livro Os Números do Jogo (Editora Paralela, 2013), Chris Anderson & David Sally, afirmam que “o jogo dos números exige mais do que simplesmente contabilizar os lances que ocorrem num campo de futebol. Exige procurar padrões a partir de grandes amostras de informações. Isso também significa aceitar que certos elementos do futebol são imprevisíveis”.

O objetivo da análise do jogo, porém, mudou. Busca-se usar as informações – os fatos puros e frios – para determinar se aquilo em que acreditamos a respeito do futebol é mesmo verdade. A análise estatística não é uma questão de usar os números para provar uma teoria, e sim observar aquilo que os números realmente estão nos dizendo, descobrir se nossas crenças estão corretas e, se não estiverem, nos ajudar a entender aquilo em que realmente devemos acreditar. Desafiar o senso comum pode ser incômodo. Continuar a ler

Bolsa de Apostas sobre a Copa do Mundo de 2014

Apostas na Copa 2014

Simon Kuper (Financial Times apud Valor, 11/06/14), um dos autores de Soccernomics (http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2012/05/27/soccernomics-o-pior-negocio-do-mundo-porque-os-clubes-de-futebol-nao-ganham-dinheiro-e-nao-deveriam-ganhar-dinheiro/) escreveu artigo especulando sobre o resultado da Copa de 2014.

“Se você tivesse de apostar sua última libra esterlina nesta Copa, apostaria no Brasil. Os anfitriões, que abrem o torneio contra a Croácia, em São Paulo, devem ser os campeões mais plausíveis. O time é bom, nenhum rival parece invencível, e a vantagem de jogar em casa equivale, na média, a dois terços de gol por jogo no futebol.

As casas de apostas apontam o Brasil como favorito, mas com uma chance de 3 contra 1. Isso significa que elas acham que o Brasil provavelmente não vai ganhar. Isso faz sentido: as Copas são pouco gentis para com os favoritos, e se tornaram menos gentis para com anfitriões. Continuar a ler