David Wessel (The Wall Street Journal apud Valor, 26/04/13) avalia que, uma geração atrás, uma situação de 7,6% de desemprego seria considerada uma recessão grave nos Estados Unidos. Agora, é um sinal de melhora e motivo de inveja para ministros da Fazenda de vários países. Nos 17 países que usam o euro, o desemprego está em 12% e continua subindo; o da Espanha chegou a 27%. A economia britânica se contraiu em 10 dos últimos 19 trimestres.
Será que isso é o melhor que podemos fazer?
Muitos livros foram escritos, e outros virão, sobre como evitar uma nova crise financeira. Mas eis aqui uma questão importante: O que os últimos anos nos ensinaram sobre como acelerar a recuperação depois que uma economia sofre um grave choque financeiro? Não é uma tarefa fácil e, como esse episódio ainda não acabou, ninguém pode saber as consequências finais do que já foi feito. Dito isto, algumas lições iniciais parecem claras:










