Pequeno Tratado das Grandes Virtudes

“É melhor ensinar as virtudes”, dizia Spinoza, “do que condenar os vícios”. O objeto deste livro de André Comte-Sponville (São Paulo, Martins Fontes, 2001, 392 páginas) são as virtudes. Sem a pretensão de evocar todas elas, tampouco de esgotar uma em particular, o autor indica neste pequeno tratado, dirigido mais ao grande público que aos filósofos profissionais, as dezoito que julga mais importantes, o que são, ou o que deveriam ser, e o que as torna sempre necessárias e sempre difíceis.

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Cinqüenta melhores guitarristas da história: 35 – 50

A fabricante de guitarras Gibson elegeu os 50 melhores guitarristas de todos os tempos. A votação ocorreu entre especialistas, jornalistas, músicos e internautas do site. Finalizamos a apresentação de vídeos com o trigésimo sexto até o qüinquagésimo.

36. Charlie Christian

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Nossa Caixa Nosso Banco do Brasil

O Banco Nossa Caixa era um dos últimos sobreviventes de espécie em extinção: os bancos estaduais. O programa de extermínio do setor público estadual na atividade bancária ocorreu devido à política deliberada de governo tucano. Os poucos sobreviventes deveriam se justificar por razão pública, e não para atuação pro mercado, pois senão suas gestões já teriam sido privatizadas.

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Lei da Responsabilidade Financeira

A privatização do Banespa, no ano 2000, representou vitória da tecnocracia de Brasília sobre o pacto federativo. Todos ex-presidentes do Banco Central do Brasil, e eram muitos, reclamavam do poder político dos governadores. Desejavam a independência em relação às “injunções políticas”, para exercerem seu “poder técnico” sem limites. Criticavam os desmandos das diretorias dos bancos estaduais, aprovadas e fiscalizadas por eles. No entanto, no passado, suas próprias ações discricionárias sobre a taxa de juros (e a taxa de câmbio) inviabilizaram a administração saudável da dívida pública.

Para entender a razão da ameaça de transformação em agências de fomento e/ou privatização que pairava sobre os restantes dos bancos públicos é necessário relembrar a história bancária do país. Podemos recuperar o que foi dito no Seminário Internacional “Bancos Estaduais: Experiências e Perspectivas”, promovido por Francisco Gros (ex-presidente do Banco Central do Brasil – BCB, no governo Collor, e depois presidente do BNDES, no governo FHC), em 14-15/5/92, contando com a participação de observador do Banco Mundial. Esta instituição, desde novembro de 1988,  exigia como contrapartida de empréstimo “a reestruturação do sistema bancário estadual mediante a liquidação ou a privatização dos bancos estaduais”.

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Milionários

O total de milionários no país atingiu 147 mil pessoas em 2009. Possuem ativos de ao menos US$ 1 milhão, desconsiderando a principal residência, segundo  critério do estudo de Capgemini e Merrill Lynch. Estima-se que cerca de 87% da riqueza dos milionários no Brasil está concentrada nas mãos dos ultramilionários, isto é, aqueles que têm ao menos US$ 30 milhões. Na média global, os ultramilionários concentram 35,5% da riqueza. Entre os 12 países com mais milionários, o crescimento brasileiro nesse ano só foi maior que os de Alemanha e Itália. Na média, o número de milionários no mundo avançou 17%. Portanto, o crescimento no número de milionários no Brasil não acompanhou a média mundial no ano de 2009. Mas não é negativo o país ter perdido uma posição no ranking dos que concentram mais ricos…

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