Aula 12 sobre Crédito Agrícola e Seguro Rural

Aula 12 Crédito Agrícola e Seguro Rural

Resumo da Aula:

A Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) prevê que o país será o maior produtor mundial de alimentos nessa década. A despeito das transformações ‘produtivistas’ ocorridas na economia rural nos últimos anos, os bancos privados ainda se mostram reticentes a financiar, voluntariamente, o setor.  Por esse motivo, respondem pela quase totalidade do financiamento da atividade corrente e de investimento do setor rural: os mecanismos parafiscais, os bancos públicos e os recursos de aplicação compulsória dos bancos comerciais. Os riscos climáticos e sanitários deveriam ser mitigados com o seguro rural e os riscos de mercado, com o mercado formal de derivativos agropecuários em operações de hedge. As transações com derivativos envolveriam instrumentos contratuais de venda antecipada e proteção contra variações cambiais. Tratar-se-ia de transição histórica: da economia de endividamento, via BB, para economia de mercado de capitais, via seguradoras ou BM&F. Nesse cenário futuro, o subsídio ao prêmio de seguro deverá ser o único subsídio público para a agropecuária no Brasil. Os benefícios futuros da maior credibilidade de contratos e dos menores gastos públicos superarão os custos atuais com as periódicas equalizações de juros do crédito rural oficial, securitizações e renegociações da dívida rural.

Ler mais: Brasil: Celeiro Agrícola do Mundo

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