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Ana Regina Nogueira nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais (12/12/1948). Desde muito cedo estabeleceu fortes laços com o mundo visual. Aos 14 anos, fez curso de arte com o crítico Frederico de Morais e começou a visitar laboratórios fotográficos e a estudar a obra dos grandes fotógrafos, orientada pelo fotógrafo Gil Prates, seu futuro marido.

Em 1972, iniciou sua carreira em Paris, após deixar o curso de Psicologia na Universidade Paris VII (Jussieu). No ano seguinte, com uma Nikkormat , viajou três meses pelos EUA e México, e elaborou seu primeiro portfólio. Em seguida, estabeleceu-se em São Paulo e, em 1995, partiu com seu segundo marido, o designer Paulo Crown, para o Rio de Janeiro, cidade que se tornou seu ponto de apoio profissional.

A artista viveu e fotografou em grandes metrópoles – Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Paris, São Paulo, Londres, Milão e Nova Iorque – e também em pequenas comunidades: “Sempre gostei de fotografar gente e movimento. Mudei muito. Morei em grandes cidades, mas a natureza me atraía. Assim, vivi em vilas de pescadores na Grécia e em Barra de São João, no Rio de Janeiro. Em 1994, mudei por quatro anos com meus filhos para uma fazenda, em Lavras, onde acabei construindo uma casa. Fiz o retorno, após trinta anos, às origens mineiras e reencontrei meu eu profundo, harmonia e paz.”.

Sua trajetória como fotógrafa é reconhecida no Brasil e no exterior. Tem forte presença no meio fotográfico brasileiro, marcada por documentários de cunho autoral, com temáticas como a classe média e alta brasileira, homossexuais, religiões, medicina popular, pescadores e turistas.

Sou testemunha ocular dessa história pessoal e artística. Ela é minha irmã!

Veja mais de 500 fotografias em seu sitewww.anareginanogueira.com.br.

2 thoughts on “www.anareginanogueira.com.br

  1. Sempre gostei da expressão das mãos, principalmente, se a palma da mão estiver apontada em direcção ao céu. Nunca me tinha ocorrido uma imagem com as palmas das mãos unidas a levitar e submersas no mar (ou piscina). A sensação com que ficou é de um anjo, mas suscita-me a dúvida, estará ele a subir ou a descer do céu. Desculpe, a divagação, mas gostei da fotografia.
    Um Abraço,
    Miguel Amaral.

    • Grata pela beleza das associações. O que divagamos e pensamos se torna realidade, se transforma em formas no espaço não tangível. By the way, as mãos unidas estão a se ofertar, ou receber, no mar.
      Luz sempre,
      Ana Regina

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