Desenvolvimento Sustentável

O conceito de desenvolvimento sustentável foi apresentado em 1987, como resultado da Assembléia Geral das Nações Unidas, no relatório Our Common Future (Nosso Futuro Comum), conhecido como Relatório Brundtland, devido ao fato do encontro ter sido presidido por Gro Harlem Brundtland, primeira ministra da Noruega. A população deste país desfruta excelente qualidade de vida, pois a Noruega ostenta, desde 2001, o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.

O Relatório Brundtland traduziu preocupações com o meio ambiente que já se instalavam na sociedade. Nele foi expresso pela primeira vez o conceito de desenvolvimento sustentável utilizado até os dias atuais e definido como aquele que “atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem as suas”. Isso ocorreria por meio da sustentabilidade do desenvolvimento que implicaria em mudança nas relações econômicas, político-sociais, culturais e ecológicas.

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Movimento Ambientalista

Uma nova era cultural foi instalada no mundo, seguindo as manifestações da contracultura americana e europeia na década de 60. O “conflito de gerações” camuflava, inicialmente, um choque cultural mais profundo contra o conservadorismo. Os adversários dos jovens eram todos os reacionários que reagiam contra a evolução social.

A nova concepção filosófica, nascida da contracultura dos anos 60, pressupunha que a condição humana era fundada pela negação da herança natural. A sociedade se desenvolvia, opondo-se às forças cegas da natureza. Socialmente, nada seria mais parecido com essa livre-natureza do que o livre-mercado. Em um novo mundo civilizado, não haveria mais a necessidade de se dominar pelo pensamento que a essência humana era essencialmente egoísta e imutável. O instinto de sobrevivência (inclusive planetária) poderia predominar, socialmente, sobre os outros instintos primários.

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