Aula sobre Bancos Públicos

Aula 1 Bancos Públicos 2014

Resumo:

Em termos de custo fiscal e orçamentos governamentais, as instituições financeiras públicas federais (IFPF) podem “fazer mais por menos”. São nove vezes mais, desde que o Índice de Basiléia exige 11% do capital para cobertura dos empréstimos, comparando o valor em dinheiro necessário para executar diretamente políticas públicas com a mesma quantidade de recursos capitalizados nas IFPF para fazer empréstimos e captar depósitos de terceiros. Essas instituições podem gerar políticas públicas cujo gasto efetivo sai por cerca de 10% do custo fiscal potencial. As alocações orçamentárias para as IFPF se transformam em reservas de empréstimos. Estes empréstimos multiplicam a quantidade de dinheiro na economia, exacerbando ciclos de expansão ou atuando contra-ciclo de queda. Sem supervisão adequada, o “crédito amigo” e a má alocação de recursos podem ocorrer, seja o banco privado, nacional, estrangeiro, governamental ou cooperativo.

Texto para DiscussãoTDIE 207 Capitalismo de Estado Neocorporativista

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