Receita dos Serviços em 2013 cresce 8,5%


Brasil – Dezembro 2013
Indicadortes de Receita Nominal do Setor de Serviços, Segundo Grupos de Atividades
Atividades Mês/Igual Mês do Ano Anterior Acumulado
Taxa de Variação (%) Taxa de Variação (%)
Out Nov Dez No Ano 12 Meses
Brasil
8,8
8,8
8,4
8,5
8,5
1 – Serviços prestados às famílias
12,6
10,1
9,5
10,2
10,2
   1.1 – Serviços de alojamento e alimentação
11,5
9,8
10,3
10,6
10,6
   1.2 – Outros serviços prestados às famílias
19,6
12,3
4,3
7,2
7,2
2 – Serviços de informação e comunicação
7,9
7,0
7,0
6,9
6,9
   2.1 – Serviços TIC
7,6
5,6
5,9
7,0
7,0
   2.2- Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias
9,7
15,1
13,9
6,4
6,4
3 – Serviços profissionais, administrativos e complementares
7,3
9,4
6,7
8,1
8,1
   3.1 – Serviços técnico-profissionais
3,6
4,2
0,4
4,6
4,6
   3.2 – Serviços administrativos e complementares
8,8
11,6
9,6
9,5
9,5
4 – Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio
9,9
10,2
11,5
10,8
10,8
   4.1 – Transporte terrestre
8,7
8,1
8,3
10,7
10,7
   4.2 – Transporte aquaviário
27,1
14,9
17,3
18,0
18,0
   4.3 – Transporte aéreo
21,2
11,7
11,2
16,8
16,8
   4.4 – Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio
6,4
13,1
16,5
8,0
8,0
5 – Outros serviços
9,7
9,1
6,7
5,9
5,9

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio

Para entender a economia brasileira, não basta observar a agroindústria e a indústria de transformação, devemos nos atentar para a Servindústria Brasileira, além, claro, para a indústria extrativa, a de construção civil e a de serviços de utilidade pública, como energia elétrica. Veja o desempenho de Serviços em 2013.

O setor de serviços registrou no Brasil um crescimento nominal de 8,4% em dezembro de 2013 na comparação com igual mês do ano anterior, taxa inferior às registradas em outubro e novembro (ambas com 8,8%). Os serviços prestados às famílias variaram 9,5%, os serviços de informação e comunicação, 7,0%, os serviços profissionais, administrativos e complementares, 6,7%, transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, 11,5%, e outros serviços, 6,7%. O crescimento nominal acumulado nos 12 meses de 2013 ficou em 8,5%, mesmo patamar das taxas registradas desde abril.

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), primeiro indicador conjuntural mensal que investiga o setor de serviços no país, abrange as atividades do segmento empresarial não financeiroexceto os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado (valor que os proprietários teriam direito de receber se alugassem os imóveis onde moram). A publicação completa da pesquisa pode ser acessada em:

www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/servicos/pms.

Em 2013, o segmento transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio acumulou o maior crescimento (10,8%), com destaque para os transportes aquaviário (18,0%) e aéreo (16,8%). Os serviços prestados às famíliasacumularam alta de 10,2%, em que os serviços de alojamento e alimentação cresceram 10,6%. Já os serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 8,1% em 2013, osserviços de informação e comunicação, 6,9%, e outros serviços, 5,9%.

Na comparação com dezembro de 2012, os serviços prestados às famílias registraram variação de 9,5%, inferior às taxas de outubro (12,6%) e novembro (10,1%). Neste segmento, destacam-se os serviços de alojamento e alimentação (10,3%) e outros serviços prestados às famílias (4,3%).

Os serviços de informação e comunicação cresceram 7,0%, mesma taxa de novembro, mas inferior à de outubro (7,9%). Os serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC), que abrangem os serviços de telecomunicações e de tecnologia da informação, variaram 5,9% e os serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias cresceram 13,9%. Os serviços de informação e comunicação representaram 29,7% em termos de contribuição relativa no mês, contribuindo com 2,5 pontos percentuais (p.p.) para a composição do índice geral.

O crescimento dos serviços profissionais, administrativos e complementares ficou em 6,7% em dezembro, contra 7,3% em outubro e 9,4% em novembro. Os serviços técnico-profissionais, que abrangem serviços intensivos em conhecimento, cresceram 0,4% e os serviços administrativos e complementares, que abrangem serviços intensivos em mão-de-obra, 9,6%. Com uma contribuição relativa de 17,9%, esse segmento contribuiu com 1,5 p.p. para o índice geral.

O segmento de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio cresceu 11,5% em dezembro, taxa superior às de outubro (9,9%) e novembro (10,2%). As maiores taxas de crescimento foram registradas notransporte aquaviário (17,3%) e no transporte aéreo (11,2%), sendo que o transporte terrestre cresceu 8,3%. Osserviços de armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio variaram 16,5%. Esse segmento contribui, em termos relativos, com 40,5% e com 3,4 p.p., em termos absolutos, para a composição do índice geral.

O segmento outros serviços apresentou crescimento nominal de 6,7%.

Em dezembro, quatro estados apresentaram variação negativa

Regionalmente, ocorreram variações nominais negativas no mês de dezembro em Roraima (-4,9%), Amapá (-4,0%), Sergipe (-3,7%) e Mato Grosso (-1,1%). As menores taxas positivas foram no Maranhão (1,3%), Bahia (2,4%), Alagoas e Espírito Santo (ambas com 3,3%). As maiores taxas de crescimento foram no Distrito Federal (25,1%), Santa Catarina (12,6%) e Rondônia (12,5%). Goiás (11,4%) e Tocantins (10,7%) também tiveram taxas expressivas.

Em relação à composição do índice de serviços por unidades da federação, São Paulo registrou 52,7% de contribuição relativa e 4,4 p.p. de contribuição absoluta, seguido do Rio de Janeiro, com 10,3% e 0,9 p.p., e Distrito Federal, com 7,5% e 0,6 p.p.

No segmento serviços prestados às famílias, as maiores taxas foram em Pernambuco (22,6%), Ceará (15,2%) e Paraná (12,8%). As menores taxas positivas ocorreram no Espírito Santo (2,8%), Minas Gerais (3,6%) e Santa Catarina (6,9%). Foram registradas variações nominais negativas no Rio Grande do Sul (-4,5%) e no Distrito Federal (-1,5%).

Nos serviços de informação e comunicação, Goiás teve a maior taxa (22,9%), seguido de Santa Catarina (11,6%) e Distrito Federal (11,5%). As menores taxas positivas foram em Pernambuco (0,2%), Paraná (5,3%) e São Paulo (8,9%). Ocorreram variações negativas na Bahia (-4,7%), Ceará (-4,1%), Espírito Santo (-3,1%) e Minas Gerais (-1,4%).

Nos serviços profissionais, administrativos e complementares, o Distrito Federal mostrou a maior taxa de crescimento (21,7%), seguido do Ceará (14,5%) e São Paulo (13,8%). As menores variações positivas foram na Bahia (1,8%), Espírito Santo (2,7%) e Minas Gerais (5,0%). Ocorreram variações negativas no Rio Grande do Sul (-5,4%) e Goiás (-1,0%).

No segmento transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, Distrito Federal (48,4%), Santa Catarina (16,5%) e São Paulo (13,8%) tiveram as maiores variações em relação ao mesmo mês do ano anterior. As menores foram registradas no Ceará e Espírito Santo (ambas com 2,7%), Goiás (4,5%) e Pernambuco (5,3%).

No segmento outros serviços, os maiores crescimentos foram no Distrito Federal (70,7%), Pernambuco (22,5%) e Paraná (19,1%). As menores taxas positivas ocorreram na Bahia (2,5%), São Paulo (8,7%) e Ceará (9,7%). Rio de Janeiro teve variação negativa de -13,3%.

Mato Grosso teve o maior crescimento da receita dos serviços em 2013

Em 2013, Mato Grosso (20,4%), Distrito Federal (15,7%) e Ceará e Tocantins (ambas com 13,0%) tiveram as maiores taxas de crescimento no indicador acumulado no ano. As menores taxas foram registradas em Sergipe (3,0%), Piauí (3,4%) e Amapá (4,4%).

Nos serviços prestados às famílias, as maiores taxas de crescimento acumulado ocorrerm no Ceará (17,1%), Goiás (14,7%) e São Paulo (12,6%). Distrito Federal (4,6%), Rio Grande Do Sul (5,8%) e Pernambuco (6,3%) registraram as menores taxas acumuladas.

Nos serviços de informação e comunicação, Distrito Federal (11,3%), Goiás (10,4%) e Santa Catarina (10,0%) tiveram as maiores taxas de crescimento. As menores taxas acumuladas foram em Minas Gerais (3,3%), Espírito Santo (3,4%) e Bahia (3,8%).

Nos serviços profissionais, administrativos e complementares, Ceará mostrou a maior taxa de crescimento (19,8%), seguido de Bahia (15,4%) e Distrito Federal (15,3%). As menores variações positivas foram no Paraná (3,7%), Santa Catarina (5,3%) e Goiás (6,0%). Rio Grande do Sul (-6,2%) e Pernambuco (-0,5%) registraram variações acumuladas negativas.

No segmento de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, Distrito Federal (16,8%), Santa Catarina (16,0%) e Pernambuco (13,1%) mostraram as maiores taxas de crescimento. As menores taxas ocorreram no Espírito Santo (5,4%), Minas Gerias (7,1%) e Rio de Janeiro (7,8%).

No segmento outros serviços, os maiores crescimentos acumulados foram no Distrito Federal (45,3%), Goiás (23,3%) e Santa Catarina (12,2%). As menores taxas positivas ocorreram no Paraná (4,1%), Minas Gerais (5,1%) e Pernambuco (5,9%). Rio de Janeiro apresentou variação acumulada negativa de -4,8%.

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