Era Uma Vez, O Mundo…

Repartição do Capital Mundial 1870-2090

Aula Final do Curso Economia no Cinema 2014 sobre as Grandes Eras Econômicas e Políticas na História MundialFERNANDO COSTA – Era Uma Vez O Mundo.

ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO:

  1. Era uma vez, a (des)humanidade
  2. Todos os dias: as grandes eras econômicas e políticas
  3. Até que um dia: re-evoluções e regressões
  4. Por causa disso: Civilização Ocidental X Civilização Ocidental
  5. Finalmente, “Liberté, Igualité et Paternité”
  6. Anexo Estatístico: Gráficos e Tabelas Selecionados de PIKETTY, Thomas – Capital-in-the-Twenty-First-Century

4 thoughts on “Era Uma Vez, O Mundo…

  1. A emergência da China no cenário econômico mundial não representa, não implica, necessariamente, a perda da hegemonia política e militar dos EUA. Dependerá mais da expansão da capacidade milita-tecnológica de um e do outro ( China e EUA ).

    “Hoje”, os EUA acumulam mais ou menos 800 bases militares em pontos estratégicos, ao redor do mundo, além de acordo militar com mais de 140 países ( num universo de aproximadamente 190 estados nacionais ).

    Além do que, historicamente e ao contrário dos EUA, a China nunca teve a pretensão de expansão de seus “domínios territoriais” rumo ao ocidente.

    O poder tecnológico-militar global americano, a priori, não parece ameaçado, não obstante seu declínio econômico em termos relativos.

    Abraço

    ps; achei esse blog, por acaso. Em resumo: excelente blog.

    • Prezado Hilario,
      grato pelo comentário… e pelas informações!

      No entanto, ressalto que a “Ascensão e Queda dos Impérios”, segundo a interpretação de Paul Kennedy, está relacionada às Finanças Públicas. Os gastos bélicos para manter essas 800 bases militares — e as eventuais intervenções militares — tornam-se tão elevados, que os contribuintes, através de seus representantes no Congresso, acabam os cortando. Com o tempo, todos os Impérios desmoronaram por isso.

      Uma conta interessante é a seguinte: quanto custa, de fato, um barril de petróleo importado do Oriente Médio pelos EUA? Seu valor de mercado gira em torno de US$ 100, porém considerando os gastos totais que os EUA têm no Oriente Médio, para manter aberto essa canal de importação, efetivamente, o valor de cada barril é cerca de US$ 1.300!
      att.

      • Concordo, Fernando Nogueira. A História comprova a tese dos desmoronamentos dos impérios. Mas, também, nada impede que “durante” esse processo de queda do império americano, sejam “provocadas turbulências artificiais” que impulsionem positivamente as finanças públicas americanas. E assim, tentando evitar a queda, ou melhor, retardando a queda…….

        O golpe dado no presidente eleito da Ucrânia pode ter sido um passo nesse sentido.

        Creio que as relações comerciais e financeiras entre China e EUA serão decisivas na velocidade da queda do império americano.

        Abraço

      • Prezado Hilário,
        estou de acordo contigo. É imprevisível o tempo de “Ascensão e Queda de Império”. Curiosamente, os chineses interpretam que houve apenas um interregono curto de dois ou três séculos, mas que a China voltará para “onde é seu lugar”: no topo do mundo!
        Só que, agora, não devem repetir o erro da autossuficiência, achando que dominam “tudo que está sob o sol”… Ou a la Confúcio, voltarem-se apenas para dentro de si…
        Abraço

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