PGBL/VGBL: Retirada Total, Programada ou Vitalícia

Renda Vitalícia ou Saque Total

Rosângela Capozoli (Valor, 15/12/14) informa que, quando se trata de Previdência Privada, todo mundo pode ganhar, mas enquanto alguns lucram mais, outros lamentam as escolhas feitas. Não à toa, especialistas na área são unânimes em dizer que a previdência privada é uma das apostas mais complexas e cheia de riscos. Diante do volume disponível de recursos, a tentação de uma retirada única pode levar ao “risco loteria”, quando o consumidor acha que sua vida está resolvida e que pode arriscar à vontade.

Há os que ficam entre as retiradas programadas — ao longo de 60 ou 120 meses — e aqueles que optam pela renda vitalícia, retiradas que se estendem pelo resto da vida. São escolhas que dependem do perfil de cada um, de uma mistura de fatores que têm a ver com projetos de vida, com a saúde e com quanto tempo a pessoa imagina que vai viver. 

Quanto mais você puder adiar essa aposta, mais chance terá de acertar. Hoje, aposentar não significa mais encostar; novos projetos de vida podem surgir, como estudar música, abrir uma pousada, viajar pelo mundo. É em função de seus projetos que cada um decidirá se saca toda a soma de uma vez ou se administra retiradas ao longo do tempo.

A instituição financeira, geralmente, oferece assistência ao cliente avaliando o que ele espera depois da aposentadoria e qual a sua realidade em relação à família. Não existe um caminho único, mas existem cuidados a serem tomados conforme forem os caminhos. Há aqueles que se veem diante de valores elevados, como R$ 500 mil, R$ 1 milhão, e imaginam que a vida está resolvida. Apostam tudo de uma maneira só, e caem no ‘efeito loteria‘, perdendo tudo.

Para aqueles que optam por retirar tudo de uma vez, Bonfim sugere que “organize as despesas, verifique o que precisa e preserve o capital para arcar com esses gastos”. Com outra parte, pode programar uma viagem, comprar um carro fazer uma reforma na casa. “Sempre cuidando de garantir as despesas fixas por um prazo muito longo, porque a longevidade vem aumentando”.

Para quem escolher resgates programados, o executivo sugere cuidados para que não tenha “problemas lá na frente, já que pode viver mais que o esperado”. No caso da Brasilprev, “a maioria das pessoas ainda opta por resgates parciais ou total”. “Quanto maior o patrimônio do segurado, maior a tendência de deixar o dinheiro e fazer resgates parcelados. Se o patrimônio é pequeno, a pessoa opta pelo resgate único“, afirma. Para ele, patrimônio pequeno vai até R$ 10 ou R$ 15 mil. Acima de R$ 100 mil, são patrimônios elevados.

Entre retirar tudo e fazer resgates programados, “a solução está no equilíbrio“, dizem os analistas. Não se pode “desprezar os gastos com saúde”. “Está se tornando cada vez mais comum o profissional se aposentar da empresa onde trabalha e buscar uma segunda ou até terceira carreira”, diz Bonfim. “Nesse caso, recomendamos que, caso esteja gerando a renda que necessita, que continue deixando a previdência investida, para que possa utilizar lá na frente“, observa.

Sacar todo o dinheiro exige que se administre riscos, que nesse caso tem a ver com a longevidade. e na própria aplicação do recurso. De outro lado, “quando se decide pela renda vitalícia, o cliente está tomando uma decisão de menor risco e com isso está tranquilo porque terá uma renda garantida, aconteça o que acontecer”, diz Picanço. A renda pode não ser grande, “mas será a mesma, tanto faz se o mercado cair ou subir”, afirma.

Para Fabiano Lima, diretor de vida e previdência da SulAmérica, a “renda vitalícia simples, aquela que se recebe enquanto estiver vivo, traz um risco simétrico para os dois lados, tanto para a empresa – caso o segurado viva mais –, como para o segurado, caso viva menos“.

Para amenizar esse risco, as seguradoras oferecem diferentes tipos de benéficos.

Um deles, o mais contratado pelos investidores, é o chamado renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado. Por exemplo, o segurado pode contratar um benefício que, na sua falta, será reversível ao beneficiário escolhido, cujo valor também é definido pelo cliente.

A terceira opção, diz Lima, é a renda vitalícia com prazo mínimo garantido. O segurado recebe o valor de uma renda definida enquanto viver, mas caso venha a falecer durante os primeiros 10 anos, o benefício será pago a um beneficiário indicado até completar os 10 anos.

O quarto é um benefício também reversível ao cônjuge, mas que, na falta desse cônjuge, será revertido a um menor até completar 21 anos.

Para todos os planos, a opção não precisa ser feita no momento da contratação. Quando a pessoa alcança a idade de aposentadoria — segundo as regras da Previdência Social — ela recebe uma carta da seguradora convidando-a a decidir qual tipo de beneficio irá contratar. A idade de contratação está girando em torno de 36 anos.

Embora as aplicações para a previdência privada também possam ter outros propósitos – como a educação dos filhos e ou a compra de um imóvel -, o principal motivador para quem faz uma poupança de longo prazo ainda é a aposentadoria. As pessoas dizem muito que a Previdência Social não proporcionará ao longo do tempo um ganho que seja suficiente para manter seu padrão de vida quando se aposentarem.

O que vemos hoje, em maior número, são pessoas fazendo uma aposentadoria vitalícia reversível ao cônjuge, mas também tem muita gente que resgata parte da sua reserva e a outra parte transforma em benefício.

Na Bradesco, mais de 65% das pessoas transformam os recursos financeiros em renda vitalícia reversível ao cônjuge. Outros 20% optam por pegar uma parte e transformar em renda vitalícia ao cônjuge; e a outra parte resgata para iniciar um negócio próprio, comprar uma casa, enfim, outros objetivos.

Há também fórmulas para reduzir o imposto de renda sobre os recursos resgatados da previdência privada. Por exemplo, quanto maior for o prazo de acumulação ou quanto mais tempo você permanecer no plano, menor será a alíquota de imposto na hora do resgate ou recebimento da renda. Mas nenhuma das opções possíveis – a tabela progressiva ou a regressiva – livra o segurado dos descontos.

Retirar de uma vez todo o volume de aplicações em previdência privada não é uma decisão fácil. O investidor que faz isso assume o risco de deixar escapar entre os dedos um mínimo de segurança para um futuro incerto. Em contrapartida, a aposta em outro investimento pode vir a render dividendos muito acima daqueles gerados pelas conservadoras taxas da previdência. Nesse cenário, retirar o dinheiro para arriscar em imóvel tem sido a decisão mais comum.

No momento da aposentadoria, o possuidor de PGBL/VGBL tem diante de mim várias opções, desde o direito de continuar pagando sua previdência e retirar mais tarde, até sacar o montante que já tinha acumulado em uma única parcela ou optar pela renda vitalícia. Faz as contas e vê que os ganhos que teria comprando um imóvel poderiam ser maiores do que aqueles que recebia da previdência privada.

Uma alternativa é ficar com a segurança da previdência, em que poderia optar por uma renda vitalícia, mas se morrer logo, sairia perdendo, mesmo deixando os filhos como beneficiários. Se a opção é por resgatar o montante em dez anos, poderia viver mais, e aí ficaria sem recursos.

Toma-se coragem, resgata todo o recurso acumulado e decide pela compra de um imóvel comercial. Com o dinheiro da previdência paga a metade de um escritório e financia o restante. Hoje, depois de oito anos, o valor do aluguel já cobre a prestação, que termina em algum momento, e garante um bom extra. É com a locação desse imóvel e o valor da aposentadoria da previdência social que pretende-se bancar a velhice.

Por exemplo, retira-se os cerca de R$ 250 mil que tem na previdência e dá R$ 150 mil como parte do pagamento do escritório. A diferença se financia, e as parcelas são cobertas pelo aluguel de R$ 3,2 mil que se cobra pelo escritório. Com os outros R$ 100 mil abre-se uma loja no interior ou no litoral.

Há o caso de manter suas aplicações se permanecer na mesma empresa/universidade, com o patrão bancando parte das aplicações para a previdência. Mas se você não conta mais com esse benefício, é melhor retirar e arriscar em outro investimento.

É comum retirar todo o valor aplicado em previdência e investir em imóvel, por exemplo, um apartamento de três dormitórios na Zona Sul de São Paulo ou Rio. Em vez de montar seu próprio negócio, substituindo a renda que teria caso não tivesse sacado a previdência para comprar seu apartamento, decide retirar o total dos recursos para comprar um apartamento. Dá uma boa entrada e financia o restante.

Dependendo do ciclo de preços dos imóveis, é a melhor opção ao retirar os recursos acumulados na previdência e investir em um imóvel. Quando você trabalha para uma empresa, muitas vezes ela arca com parte importante das aplicações. Se inviste US$ 1,00 por mês, a empresa deposita o dobro ou o triplo, dependendo da política da companhia. Mas quando você tem seu próprio negócio, tem que colocar tudo do próprio bolso, e aí a previdência deixa de ser a melhor opção.

O resgate total para investir em um imóvel, para alugar, é a melhor escolha para aqueles que acham que renda de aluguel é para gastar. É mais seguro contra a volatilidade do mercado financeiro e cálculos complexos que a mente humana abomina. Na fase atual, certamente vem rendendo mais do que renderia se estivesse com a aplicação da previdência privada.

No entanto, para aqueles que deixaram o emprego e que não estão precisando mexer no dinheiro, sugere-se que não resgatem os depósitos e que continuem pagando as duas partes, a do funcionário e a da empresa.

Combinar um resgate parcial com uma renda vitalícia pode ser a solução mais segura e rentável para quem tem Previdência Privada e está no momento de se aposentar. Pode ser a fórmula ideal para quem quer ter um dinheiro extra nas mãos sem perder a garantia de uma aposentadoria para o resto dos dias. A escolha permite que se aposte em novos investimentos sem sair de sua área de segurança e conforto.

Decide por resgatar 35% do total e os outros 65% deixa como renda vitalícia. Tem uma tributação de 27,5% de Imposto de Renda, mas ainda assim pode ser muito vantajoso, quando se tem uma grande importância financeira em mãos — e ainda continua com uma renda vitalícia. Com esses 35% que saca, a melhor opção é comprar um apartamento. Se tivesse deixado o dinheiro na previdência, visto a posteriori,  após um ciclo de alta nos preços dos imóveis, o investidor com a fácil sabedoria ex-post avalia que não teria o ganho que tem hoje por ter investido no imóvel.

Na sua avaliação, “foi uma decisão acertada”, com a vantagem de poder incluir a esposa e um filho como beneficiários. Continua com a Previdência Privada recebendo mensalmente e tem beneficiário dentro dessa previdência. Inclue sua esposa, que terá direito a 60% do total que recebe hoje. E um dos meus filhos, que tem problemas de saúde, embora não seja aposentado, também está como beneficiário. Se ele falecer antes, cada um ficará com 30%.

O investidor só narra sucessos, pois a mente humana, embora tenha medo de arrependimentos, abomina a memória de fracassos pessoais que atingem a autoestima. Como ignora ciclos macroeconômicos, que independem de sua vontade pessoal, os investidores contam sua história pessoal com viés de autoatribuição do sucesso.

Geralmente, a forma como administrou e vem administrando os rendimentos da previdência privada só trouxe benefícios. “Desde que comecei a receber, em 2001, até agora, meu rendimento mensal aumentou entre 70% e 80%, enquanto o imóvel que comprei valorizou quatro vezes e meia. Minha previdência privada gerou uma renda vitalícia confortável e um apartamento”, propagandeia.

Sua vida mudou para melhor, sempre diz. “Hoje me dou ao luxo de não trabalhar e vivo muito bem juntando a previdência privada com o salário do INSS. Todo ano viajo para o exterior. Se eu não tivesse a Previdência Privada, eu estaria perdido. Não fosse essa receita complementar, minha vida seria muito difícil”, afirma.

De olho nos benefícios fiscais de longo prazo e nas facilidades que oferece como instrumento de sucessão e herança, os planos de previdência aberta caíram no gosto do investidor mais afortunado. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que 7,2% do total dos investimentos dos clientes de alta renda que circulam no sistema financeiro nacional estavam alocados em previdência em setembro. Há 12 meses, este percentual era de 5,4%. Em volume financeiro, cresceu 60% em dois anos, atingindo os R$ 45,47 bilhões.

Algumas seguradoras e gestores de fortunas viram este segmento quase dobrar de tamanho no último ano. É uma tendência que vai continuar em alta e vem se caracterizando fortemente dentro da indústria. Uma das explicações para esta evolução é que mesmo com a economia andando de lado, o número de milionários no Brasil não para de crescer. Segundo estimativas da consultoria Wealth Insight, o país ganhará 17 mil novos milionários até o final de 2014. Uma alta de 8,9% em relação aos 194,3 mil milionários que o país registrou em 2013.

Como produto de sucessão, a previdência é imbatível. Além dos benefícios da tabela regressiva do imposto de renda, o investidor pode indicar o beneficiário e estará isento da taxa de transmissão de recursos (ITCMD).

O dilema entre escolher um plano de previdência ou partir para o chamado “faça você mesmo”, buscando junto ao mercado as melhores opções para garantir a aposentadoria, envolve uma série de questionamentos e não há um consenso até mesmo entre os especialistas em finanças pessoais.

Uma opção não anula a outra. Pelo contrário, o ideal é ter um plano de previdência complementar, pagar o INSS e montar um patrimônio ao longo dos anos com outros investimentos. Com base neste tripé,será possível ter na velhice um padrão de vida similar ao do tempo de vida ativa. Porém, para poder chegar ao objetivo de ter uma aposentadoria sem percalços, é preciso ter disciplina tanto nos gastos como na frequência dos aportes.

Mas, no caso de plano de previdência, a idade limite é por volta de 50 anos. A partir daí, não compensa em razão do regime tributário. Hoje, com o cenário de tendência de aumento gradativo da Selic, recomenda-se investimentos em títulos públicos pós fixados, como as LFTs (Letras Financeiras do Tesouro) e as NTNs-B (Notas do Tesouro Nacional série B), ambas com prazo de resgate superior a cinco anos.

Tanto o plano de previdência como o INSS não são soluções para a aposentadoria, mas meios seguros para garantir um rendimento. Parte-se do princípio que “nem tudo na vida é aposentadoria“.

Recomenda-se que as aplicações sejam distribuídas em três cestas, em percentuais a serem definidos conforme os objetivos do investidor.

  1. É importante manter uma aplicação conservadora que permita resgates em casos de emergência.
  2. Já outra parte deve ser direcionada para a previdência privada com aportes regulares que proporcionem um rendimento confortável na aposentadoria.
  3. E, manter um investimento para aumento de patrimônio, viagens ou estudos.

No caso do INSS, a recomendação é pagar o carnê pelo valor mínimo, de modo a garantir não apenas um salário ao final da contribuição, como também os direitos adquiridos, como eventual aposentadoria por invalidez e licença maternidade. A garantia será um salário mínimo mensal, que vai somar ao que for poupado nas demais aplicações.

Além das indicações, há ainda as opções que devem ser evitadas por quem pensa na aposentadoria. É o caso da tradicional caderneta de poupança. No atual momento, a caderneta tende a render até menos que a inflação. Ela não pode ser vista como um bom instrumento para quem pensa no futuro, já que historicamente perde poder de compra quando do momento do resgate.

Quem espera o dia para fazer jus ao retorno das contribuições para o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) precisa cumprir alguns requisitos. Existem hoje no Brasil diferentes tipos de aposentadoria e cada um deles com suas exigências.

As mais tradicionais são a aposentadoria por tempo de contribuição e a por idade. Por tempo de contribuição, as exigências são de um mínimo de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres. No caso de deficientes, esse tempo é reduzido de acordo com o grau da deficiência, o que é avaliado por meio de perícia médica.

Já as aposentadorias por idade exigem no mínimo 65 anos de idade para homens e 60 para mulheres. Para os trabalhadores rurais, o total cai cinco anos para homens e mulheres. Nos dois casos, é preciso que o trabalhador tenha contribuído para o INSS por pelo menos 180 meses.

Há ainda algumas categorias especiais, como os professores de ensino infantil, básico e médio. Para homens, o tempo mínimo de contribuição é de 30 anos e no caso de mulheres, 25 anos.

Profissões de risco, como as que expõem o trabalhador a produtos nocivos à saúde, exigem tempo mínimo de 15 anos de contribuição. Por fim há as aposentadorias por invalidez, que exigem em alguns casos ao menos 12 meses de contribuição.

O trabalhador que quiser se aposentar deve agendar uma visita a um posto do INSS. Os técnicos vão checar o tempo de contribuição e os valores arrecadados para fazer o cálculo da renda a que terá direito o trabalhador.

Isabel Cristina Sobral, chefe da divisão de reconhecimento inicial do direito do INSS, explica que a regra em vigor prevê o cálculo da aposentadoria com base na média dos 80% maiores salários do trabalhador das últimas 240 contribuições.

De posse dessa média se aplica o fator previdenciário, um índice baseado na expectativa de vida do brasileiro, que visa incentivar a aposentadoria tardia. Sendo assim, quanto mais jovem for o beneficiário, maior será o fator e, consequentemente, maior a redução em seus vencimentos.

No caso de requerentes com idades superiores ao mínimo para a aposentadoria, o uso do fator previdenciário é facultativo, sendo usado apenas nos casos em que ele eleva os vencimentos.

Desse cálculo feito a partir da média das contribuições, descontado o fator previdenciário, é aplicada ainda uma nova alíquota que vai determinar o valor da remuneração inicial.

A remuneração do INSS varia entre o salário mínimo e o teto de R$ 4.390 por mês.

adoção do fator previdenciário e também de outras regras como o tempo mínimo de contribuição de 180 meses foram criadas a fim de tornar o sistema viável. Antes, o benefício era calculado sobre a média das últimas 36 contribuições. Isso estimulava que as pessoas só contribuíssem mais nos últimos anos e isso gerava uma distorção que levava a riscos ao sistema.

13 thoughts on “PGBL/VGBL: Retirada Total, Programada ou Vitalícia

  1. Não me interesso muito pela renda vitalícia das previdências privadas: mesmo quando elas conseguem um bom desempenho e rendem legal (o que não acontece sempre), ao converter em renda vitalícia você está jogando fora a oportunidade de manter o montante como um patrimônio seu que será herdado posteriormente por seu(s) filho(s).

    1. Prezado Clube do Dinheiro,
      estamos de acordo, pessoalmente, porém temos de pensar que tem muitas pessoas que não adquiriram Educação Financeira para investir, mensalmente, 1/5 de sua renda ao longo de sua vida ativa de modo que ao final dela (30-35 anos) obtivesse um patrimônio financeiro tal que lhe proporcione a renda do capital suficiente para substituir a renda do trabalho, mantendo o padrão de vida. Para pessoas sem essa disciplina financeira e sem herdeiros, talvez seja o caso de complementação da aposentadoria.
      att.

  2. A maior furada do mundo.Todos falam em renda vitalícia,mas ninguém da um exemplo pratico.eu vou dar aqui.tenho 250 mil no pgbl,se optar por uma renda vitalícia vou ganhar 950,00 por mês.se for por 5 anos ou 10 anos,eu fiz a conta,vai dar a soma do valor.Ora este negocio só é maravilhoso para o corretor q re empurra uma bucha destas e ganga uma ótima comissão ,e para i banco.Faca as contas,quem não gostaria de RER nas mais 250 mil e pagar vitalicio 950.Dá e sobra muito para o banco.Não e pra menos que ganham 15 bilhões em 3 meses.

  3. Olá, Fernando.
    Em Dezembro de 2014 minha gerente me ofereceu VGBL F10 Private Bradesco, sem taxa de carregamento, 1% de administracao, tabela progressiva de IR e após 24 meses sem taxa de retirada de 0,3%.
    Aporte inicial de 100.000,00 e aporte de 45.000,00 em março de 2016.

    Porém, pretendo adquirir um ímóvel (daqui 3 a 4 anos) e já percebei o erro do investimento que se eu sacasse nesse momento já perderia 35% dos rendimentos, ou 30% após completar dois anos.

    Pensei em sacar 1900,00 ao mês para nao pagar IR, mas tambem vi que os regates só podem ser feitos a cada 60 dias, ou fazer um saque de 21450,00 anuais, noas valores atuais, e aos poucos ir retirando esse dinheiro do VGBL.

    Ou ainda pensei em alterar a data de aposentadoria para Janeiro de 2017, para começar a receber mensalmente.

    Algum desse pensamentos esta correto? Ou não há saída, e o jeito é pagar logo o IR? Grato pela atenção

  4. Prezado Fernando

    Desde 2000 meu esposo paga mensalmente um plano de previdência privada de um banco privado. O plano era o antigo FGB SVP Renda Mensal Vitalícia Reversível Beneficiário, com a Renda Mensal a partir de Dezembro de 2016. O capital acumulado é de R$ 100.000,00 . Ontem contatamos a seguradora que disse que não há a possibilidade de Renda Mensal, pois essa não atingiria o salário mínimo, que o valor deve ser resgatado totalmente ou continuar pagando. Isso procede? O que tem a ver o salário mínimo do INSS com a renda privada? E o contrato e os extratos atuais que trazem a data do início da Renda Mensal não valem nada? Aguardo sua ajuda. Obrigada.

    1. Teve alguma novidade no seu caso fiquei curioso, pois penso em fazer uma assim igual o seu esposo… como terminou a história?

  5. Prezado Fernando,

    Ao optar pela renda vitalícia em um Plano de PGBL com tributação regressiva, cujos aportes foram feitos ao longo dos últimos 20 anos, minha dúvida é: além da correção anual pelo IGPM, o valor do benefício também aumenta à medida em que os aportes vão atingindo as menores faixas de tributação ou a tributação é congelada no momento da contratação da modalidade de renda?

    Obrigado,

    Augusto P. Neto

    1. Prezado Augusto,
      não se entendi a pergunta, talvez seja melhor se aconselhar junto ao seu gerente.

      Pelo que sei, não há correção anual pelo IGPM, pois não é indexado, mas sim capitalizado de acordo com a carteira escolhida (RF / RV). Quero crer que a renda vai se extraindo dos investimentos que vão atingindo a menor tributação…

      Ainda não tive essa experiência pessoal, mas brevemente terei de enfrentar a questão. Pelas consultas já feitas por mim, o usual é não se optar por renda vitalícia: ou se retira de acordo com a curva da tributação (saque de tudo que estiver com 10% de tributação) ou se mantém como planejamento de sucessão, i.é, deixar capitalizando para os herdeiros sem custos de inventário.
      att.

  6. QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM VGBL(OU PGBL), ALÉM DA AUSÊNCIA DE INVENTÁRIO, E UM SIMPLES PLANO DE RENDA FIXA, SE TODOS TÊM A MESMA REGRA DE IR E SÃO BASEADOS EM PAPÉIS DO GOVERNO ?

    1. Prezado Dárcley,
      a diferença é a tributação: o PGBL, além de permitir aplicação de 12% da renda bruta descontada na DIRPF, não tem as tributações de IR semestrais via “come-cotas”, permitindo então uma capitalização maior. Com tributação regressiva, depois de 10 anos, a alíquota baixa para 10%, a menor entre todas as aplicações, incidentes sobre o total de cada retirada/saque.
      att.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s