Economia Interdisciplinar

 UnicampUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS – INSTITUTO DE ECONOMIA

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

HO 450 TÓPICOS AVANÇADOS EM TEORIA ECONÔMICA — TEMA: “ECONOMIA INTERDISCIPLINAR”

Prof. Dr. Fernando Nogueira da Costa

Objetivo: Debater a nova fronteira teórica da Ciência Econômica que se inspira em metodologia de Outras Ciências, tanto em Ciências Humanas como Economia Comportamental (ou Psicologia Econômica), quanto em Ciências Sociais como Economia Institucionalista (ou Sociologia Econômica weberiana), e até mesmo em Ciências Naturais como Economia Evolucionária (ou Biologia Evolucionista darwiniana). Pretende-se também analisar se a Economia da Complexidade (ou Engenharia da Computação econômica) integra esses diversos insights e escalas de análise interdisciplinares, reintegrando a partição da realidade realizada pelas diversas Ciências Afins.

Leituras de Referência:

Fernando Nogueira da Costa; Taciana Santos; Daniel Pereira da Silva; Samir Luna de Almeida. Economia interdisciplinar. Texto para Discussão do IE-UNICAMP 261 (postado no site); Dezembro 2015.

Obs: este artigo, elaborado coletivamente no Curso de 2015, foi o primeiro a ser publicado no número 1 da Revista de Empreendedorismo, Negócios e Inovação da UFABC.

TDIE 261 Economia Interdisciplinar

TDIE 263 Arte da Economia

Fernando Nogueira da Costa – Ensino e Pesquisa em Economia

Método do Curso: a proposta é dividi-lo em duas partes:

  1. Economia Abstrata com uma aula expositiva com o entendimento do professor para dirigir a leitura e um seminário entre alunos e professor com um (ou mais) aluno(s) apresentando as questões-chave de cada corrente; e
  2. Economia Aplicada com apresentações individuais do Tema de Tese e vínculos e/ou inspirações nas correntes de pensamento apresentadas, além de um projeto de trabalho empírico a ser realizado, transformando a complexidade de grandes bancos de dados ou planilhas de cálculos estatísticos em simplicidade analítica.

Dica: Como Ler Livros: O Guia Clássico da Leitura Inteligente.

Resenha da Literatura — o método abrange quatro páginas:

  1. Primeira, contextualizar o livro dentro de algum debate, mostrando qual é o “estado-da-arte”;
  2. Segunda, resumir o que diz o(s) autor(es) em suas próprias palavras, sem nenhum adjetivo;
  3. Terceira, confrontar a segunda parte com a primeira, isto é, mostrar o que o autor avançou em relação ao debate;
  4. Quarta, concluir dizendo o que  o autor da obra resenhada poderia ter avançado e não o fez, ou seja, apresentando a contribuição original/pessoal do autor da resenha ao avanço do debate.

PARTE I – INTRODUÇÃO

Aula I – Apresentação do programa, bibliografia, normas didáticas e avaliações.

FERNANDO COSTA – Pensamento Econômico Brasileiro – 01.09.2016

Fernando Nogueira da Costa – Formação do Economista no Brasil Contemporâneo

Aula II – ECONOMIA INTERDISCIPLINAR: de Volta à Filosofia, Sociologia e Psicologia

Aula1- Economia da Felicidade

Economia da Felicidade – De Volta à Filosofia, Sociologia e Psicologia

SMITH, Adam. Teoria dos Sentimentos Morais. São Paulo, Martins Fontes, 2002. pp. 59-77 (Da origem da ambição e da distinção social. Da corrupção de nossos sentimentos morais, provocada por essa disposição de admirar os ricos e grandes). SMITH, Adam. The Theory of Moral Sentiments. Sixth Edition 1790

BENTHAM, Jeremy (1789). Vida e Obra (Consultoria: José Américo Motta Pessanha). Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. São Paulo, Abril Cultural (Os Pensadores), 1984. Cap. I, pp. VII-XI e 3-7.

VEBLEN, Thorstein. A Teoria da Classe Ociosa: um estudo econômico das instituições. São Paulo, Abril Cultural (Os Economistas), 1983. Cap. III a V. pp. 21-54.

HOBSON, John A. A evolução do capitalismo moderno: um estudo da produção mecanizada. São Paulo, Abril Cultural, 1983. Cap. X: O Financiador. pp. 175-189. John A Hobson – A Evolução do Capitalismo Moderno (Os Economistas)

LAYARD, Richard. A felicidade está de volta. Happiness: Lessons from a New Science (Felicidade: Lições de uma Nova Ciência). Grã-Bretanha, Editora Allen Lane, 2005. RICHARD LAYARD A felicidade está de volta 02.03.2005

COSTA, Fernando Nogueira da. Economia comportamental: de volta à filosofia, sociologia e psicologia. Campinas, TDIE 173, dezembro de 2009. 20 p. Economia Comportamental FERNANDO N COSTA texto173

COSTA, Fernando Nogueira da. Ensino e Pesquisa em Economia – Métodos de Análise Econômica. Campinas, IE-UNICAMP, 2014.

PARTE II – ECONOMIA ABSTRATA

Aula III – ECONOMIA COMPORTAMENTAL: Teoria da Perspectiva de Daniel Kahneman e Amos Tversky. Finanças Comportamentais por Richard Thaler. Neuroeconomia e Finanças Comportamentais: Impactos da Psicologia Humana nas Decisões de Investimento. Crítica das Finanças Comportamentais à Hipótese de Decisões Racionais. Vieses Heurísticos. Dependência da Forma. Implicações para Decisões de Investimentos. Diferença de Comportamentos entre Investidores. Resultante Macroeconômica: Ineficiência do Mercado.

Aula 2 – Economia Comportamental

Comportamentos dos Investidores: do Homo Economicus ao Homo Pragmaticus – TDIE 165

KAHNEMAN, Daniel. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar. Rio de Janeiro; Objetiva; 2012. KAHNEMAN, Daniel – Rapido e Devagar – Duas formas de pensar

BERNSTEIN, Peter. Desafio aos deuses: a fascinante história do risco. Rio de Janeiro, Campus, 1997. cap. 16 e 17. Resenha de Desafio aos Deuses

CASTRO, Alex Sandro Rodrigues de. Economia Comportamental: Caracterização e Comentários Críticos. Campinas; Dissertação de Mestrado IE-UNICAMP; 2014. CASTRO, Alex Sandro Rodrigues de. Economia Comportamental.

ARANHA, Gustavo Koester. A psicologia humana e seus impactos nas decisões de investimento. São Paulo, Curso de Especialização e Atualização em Business Economics da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, 2006. A psicologia humana e seus impactos nas decisões de investimento.

NUNES, Bernardo Fonseca. Mapas de precificação de ativos no mercado de capitais: uma análise do poder prescritivo do Behavioral Finance. Porto Alegre, Dissertação de Mestrado pelo PPG-FCE-Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2008. B F Nunes – Mapas de precificação de ativos.

MELLO, Vera Rita de. Psicologia Econômica: estudo do comportamento econômico e da tomada de decisão. Rio de Janeiro, Campus-Elsevier, 2008. Cap. 19. Doutorado Vera Rita 6

MOSCA, Aquiles. Finanças Comportamentais – Gerencie Suas Emoções e Alcance Sucesso nos Investimentos. Rio de Janeiro; Campus/Expo Money; 2008. 160 páginas.

http://www.behaviouralfinance.net/

História Bibliográfica de Finanças Comportamentais 

Aula IV – Seminário sobre Economia Comportamental:

A Economia Comportamental e a Economia Neoclássica são teorias concorrentes?

A Economia Comportamental assume que os agentes se comportam de forma irracional?

BARBERIS, Nicholas & THALER, Richard. A Survey of Behavioral Finance. Cambridge, National Bureau of Economic Research, sept 2002. 78 pág. http://www.nber.org/papers/w9222. / tb. in TAHLER, Richard (ed.). Advances in Behavioral Finance. Princeton University Press, 2005. Volume II. A Survey of Behavioral Finance.

THALER, Richard H., 1999. Mental Accounting Matters. Journal of Behavioral Decision Making, 12(3), 183–206. TAHLER, Richard. Mental Accounting Matters. 1999

THALER, Richard. The End of Behavioral Finance. Financial Analysts Journal. Association for Investment Management and Research, Nov./Dec.1999. THALER, Richard. The End of Behavioral Finance. 1999

RITTER, Jay. Behavioral Finance. September 2003

SEWELL, Martin. Behavioural Finance. 2008

SHILLER, Robert. Irrational Exuberance. 2000

SHLEIFER, Andrei. Inefficient Markets An Introduction to Behavioral Finance. Oxford University Press. 2000

Behavioral Economics Guide 2015

 Aula V – ECONOMIA INSTITUCIONALISTA: Comportamento Econômico e sua relação com as Instituições. Lógicas de Ação: Familiares, Cívicas e de Mercado. Domínios de Provisionamento. Conformidade ou Desvio. Racionalidade Limitada e Variedades de Incerteza.

Aula 5 – Economia Institucionalista

Essência da Economia Institucional

Causação Ascendente e Descendente

Dequech, David (2013c), “Instituições: questionando a divisão micro-macro da economia e de seu ensino”. EconomiA (ANPEC). volume 14, número 1C, setembro/dezembro 2013. Dequech 2013 Instituições e a divisão micro macro.

Dequech, David (2013a), “Economic institutions: explanations for conformity and room for deviation”, Journal of Institutional Economics, 9(1): 81-108. Dequech 2013 Economic institutions – explanations for conformity and room for deviation

Aula VI – Seminário sobre Economia Institucionalista

Dequech, David (1999), “Expectations and confidence under uncertainty”, Journal of Post Keynesian Economics, 21(3): 415-30. Dequech 1999 Expectations and confidence JPKE

Dequech, David (2001), “Bounded rationality, institutions and uncertainty”, Journal of Economic Issues, 35(4): 911-29. Dequech 2001 Bounded rationality institutions uncertainty JEI

Dequech, David (2003), “Conventional and unconventional behavior under uncertainty”, Journal of Post Keynesian Economics, 26(1): 145-68. Dequech 2003 JPKE conventional unconventional

Dequech, David (2006), “The New Institutional Economics and the theory of behaviour under uncertainty”, Journal of Economic Behavior and Organization, 59(1): 109-131. Dequech 2006 NIE and behavior under uncertainty JEBO

Dequech, David (2007), “Neoclassical, mainstream, orthodox, and heterodox economics”, Journal of Post Keynesian Economics, 30(2): 279-302. Dequech 2007-2008 neoclassical mainstream orthodox and heterodox economics

Dequech, David (2009), “Institutions, social norms, and decision-theoretic norms”, Journal of Economic Behavior and Organization, 72(1): 70-78. Dequech 2009 Institutions social norms decision-theoretic norms JEBO

Dequech, David (2011), “Financial conventions in Keynes’s theory: the stock exchange”, Journal of Post Keynesian Economics, 33(3): 469-489. Dequech 2011 Financial conventions stock exchange JPKE

Dequech, David (2011), “Uncertainty: a typology and refinements of existing concepts”, Journal of Economic Issues, 45(3): 621-640. Dequech 2011 Uncertainty – A typology and refinements of existing concepts

Dequech, David (2013b), “Logics of action, provisioning domains and institutions: provisioning institutional logics”, Journal of Economic Issues. Dequech 2013 Logics of action provisioning domains and institutions

Dequech, David (2013d), “Is money a convention and/or a creature of the State? The convention of acceptability, the State, contracts, and taxes”, Journal of Post Keynesian Economics.

RUTHERFORD, Malcolm. Institutions in Economics: The Old and The New Institutionalism. Cambrige University Press; 1994. [Malcolm_Rutherford]_Institutions_in_Economics_The Old and The New Institutionalism

HODGSON, Geoffrey M. (edited by). The evolution of economic institutions : a critical reader. Cheltenham, UK • Northampton, MA, USA; Edward Elgar; 2007. [Geoffrey_M._Hodgson]_The_Evolution_of_Economic_Institutions

[Geoffrey_M_Hodgson]_Economics_and_Utopia_Why_the learnig economy is not the end of history

[Thrainn_Eggertsson]_Economic_Behavior_and_Institutions

Aula VII – ECONOMIA EVOLUCIONÁRIA: Biologia Econômica. Conceito de Racionalidade Ecológica. Gene Egoísta e Altruísmo. Instabilidade do Ambiente Social. Resultado Evolucionário. Modelo Schumpeteriano de Desenvolvimento Econômico: Nível do Indivíduo versus Nível da Dinâmica Macroeconômica. Individualismo Metodológico X Holismo ou “Coletivismo Metodológico”.

Aula 7 – Economia Evolucionária

BERNARDI, Bruno Boti. O Conceito de Dependência da Trajetória (Path Dependence): Definições e Controvérsias Teóricas. Perspectivas. São Paulo, v. 41, p. 137-167, jan./jun. 2012. BERNARDI, Bruno Boti. O Conceito de Dependência da Trajetória.

SILVA, Felipe Maciel. Decisões em Situações de Incerteza: Comportamento Heurístico, Racionalidade Ecológica e Seleção Social. Campinas, Monografia de Graduação do IE-UNICAMP, 13 de dezembro de 2013.

NELSON, Richard & WINTER, Sidney. Uma Teoria Evolucionária da Mudança Econômica. Campinas; Editora da Unicamp; 2005 (original de 1982).

MAYR, Ernest. Biologia, Ciência Única: Reflexões sobre a Autonomia de Uma Disciplina Científica. São Paulo; Companhia das Letras; 2005. ERNEST MAYR – Biologia – Ciência Única

VEIGA, José Eli da. A Desgovernança Mundial da Sustentabilidade. São Paulo; Editora 34; 2013.

http://www.zeeli.pro.br/wp-content/uploads/2014/05/187_-_Darwinismo_e_humanidades_-_ter_27mai14.pdf

http://www.zeeli.pro.br/wp-content/uploads/2014/06/188_-_Darwinismo_2.0_-_ter_24jun14.pdf

http://www.zeeli.pro.br/wp-content/uploads/2015/02/2015_-_Darwin__Human_-_Rev_UFMG_no_prelo.pdf

http://www.zeeli.pro.br/wp-content/uploads/2012/06/080_04-01-07_A_economia_em_evolucao_darwiniana.pdf

http://www.zeeli.pro.br/wp-content/uploads/2014/05/2014-MAI_-_IB-USP_-_sexta_23mai14.pdf

LUZ, Manuel Ramon Souza. Por uma Concepção Darwiniana de Economia Evolucionária: Abordagens Pioneiras, Conflitos Teóricos e Propostas Ontológicas. Campinas; Dissertação de Mestrado IE-UNICAMP; 28 / 08 / 2009.

LUZ, Manuel Ramon Souza. Por Uma Concepção Darwiana da Economia Evolucionária

LUZ, Manuel Ramon Souza. Porque a Economia não é uma Ciência Evolucionária

Journal of Economic Issues – Luz; Fracalanza (2013)

Luz & Fracalanza (2013) – Gênese do Indivíduo e Indivíduo da Gênese. Revista EconomiA ANPEC

Luna, Luz, Fracalanza, Hiratuka – Variação da Produtividade do Trabalho em uma Perspectiva Evolucionária (2015)

Aula VIII – Seminário sobre Economia Evolucionária:

Apresentação Prezi sobre Economia Evolucionária de Tatiana Rimoli

HODGSON, Geoffrey M. The Foundations of Evolutionary Economics: 1890-1973. Cheltenham: Edward Elgar; 1998.

HODGSON, Geoffrey_EAEPE_A Modern Reader in Institutional and Evolutionary Economics – Key Concepts. 2002

HODGSON, Geoffrey – Institutions and Individuals – Interaction and Evolution

HODGSON, Geoffrey M. and KNUDSEN, Thorbjørn. Darwin’s Conjecture: The Search for General Principles of Social and Economic Evolution. Chicago/London; The University of Chicago Press; 2010. Darwin’s Conjecture – The Search for General Principles of Social and Economic Evolution by Geoffrey M. Hodgson and Thorbjorn Knudsen

TRIVERS, Robert L.. The Evolution of Reciprocal Altruism. The Quarterly Review of Biology, Vol. 46, No. 1 (Mar., 1971), pp. 35-57. The University of Chicago Press. TRIVERS, Robert_1971_The Evolution of Reciprocal Altruism

ALEXANDER, Richard D.. The Evolution of Social Behavior. 1974. ALEXANDER, Richard – 1974 – The Evolution of Social Behavior

[David_Colander]_Post_Walrasian_Macroeconomics_Beyond the Dynamic Stochastic General Equilibrium Model

[Guo_Ying_Luo]_Evolutionary_Foundations_of_Equilibria in Irrational Markets

[Smith_Vernon L.]_Constructivist_and_ecological_rationality in Economics

CORNING, Peter A. Holistic Darwinism – Synergy, Cybernetics, and the Bioeconomics of Evolution. 2005

BERGER, Sebastian. The Foundations of Non-Equilibrium Economics

JONAH LEHERER. Kin and Kind. The New Yorker_Mar_2012

NOWAK et alli – Evolution of Eusociality – Nature 2010

SIMON, Herbert – Altruism and Economics

DOPFER, Kurt (org.). The Evolutionary Foundations of Economics. Cambridge, University Press, 2005: 577 páginas.[Kurt_Dopfer]_The_Evolutionary_Foundations_of_Economics

GERSHENSON, Carlos. Design and Control of Self-organizing Systems 2007

ARUKA, Yuji. Evolutionary Foundations of Economic Science: How Can Scientists Study Evolving Economic Doctrines from the Last Centuries? Tokyo; Springer, 2015. ARUKA, Yuji. Evolutionary Foundations of Economic Science – Volume 1

HODGSON, Geoffrey_2012_From Pleasure Machines to Moral Communities An Evolutionary Economics without Homo economicus

MAGNUSSON, Lars e OTTOSSON, Jan. The Evolution of Path Dependence. UK-USA, Edward Elgar, 2009. [Lars_Magnusson,_Jan_Ottosson]_The_Evolution_of_Path Dependence

Aula IX – ECONOMIA DA COMPLEXIDADE: Conceitos centrais de sistemas complexos. Interação entre agentes (homogêneos ou heterogêneos) e meio-ambiente (físico e socioeconômico). Propriedades emergentes com classes de comportamentos e a auto-organização sem autoridade (ou planejamento) central. Importância da não linearidade – desvios, percalços ou complicações – e das escalas, dada a redundância da 1:1. Regras de interações sem possibilidade de dedução precisa de seu determinismo caótico. Ênfase na dinâmica, variações ao longo do tempo, seja com dependência de trajetória, seja com retroalimentação. Noções de aprendizado, adaptação e evolução com inovação.

Aula 11 – Economia Complexa (em pptx)

Aula 11 – Economia Complexa (em pdf)

Sistema Complexo (Apresentação em Prezi)

Economia como Sistema Complexo (Apresentação em Prezi)

FURTADO, Bernardo Alves e SAKOWSKI, Patrícia Alessandra Morita. Complexidade: Uma Revisão dos Clássicos. Brasília; Texto para Discussão 2019 do IPEA, 29/12/2014. TD-IPEA_2019_Complexidade Uma Revisão dos Clássicos

CARDOSO, Fernanda Graziella. Elementos para a Integração Analítica da Micro e da Macroeconomia. Rio de Janeiro; Dissertação de Mestrado IE-UFRJ; agosto/2008. CARDOSO, Fernanda Graziella – Integração Analítica da Micro e da Macroeconomia – ago 2008

DWECK, Esther – Uma análise da interação micro-macro com base em um modelo dinâmico multissetorial de simulação

POSSAS, Mário e DWECK, Esther – Modelo Micro-Macrodinâmico de Simulação

OTTAVIANO e BRESCIANI. Auto-organização e Criação

PRADO, Eleutério F. S. Economia, Complexidade e Dialética. São Paulo: Plêiade, 2009.

PRADO, Eleutério F. S. Complexidade e Práxis. São Paulo: Pléiade, 2011.

PRADO, Eleutério F. S. Economia e Complexidade. São Paulo: Pléiade, 2014.

Artigos de PRADO, Eleutério F. S. encontrados em seu site: https://eleuterioprado.wordpress.com/

Posts sobre a obra de Eleutério Prado

AGGIO, Gustavo de Oliveira. Análise Sistêmica Para Fenômenos Monetários. Campinas; Tese de Doutorado IE-UNICAMP; 19/12/2011. AGGIO, Gustavo de Oliveira. Análise Sistêmica para Fenômenos Monetários

AGGIO, Gustavo de Oliveira. Resenha do Livro Economia, Complexidade e Dialética. Economia & Sociedade. vol.19, no.3, Campinas, Dec. 2010.

Aula X – Seminário sobre Economia da Complexidade:

MITCHELL, Melanie. Complexity: a guided tour. New York: Oxford University Press, 2011. [Melanie_Mitchell]_Complexity_A_Guided_Tour

BAR-YAM,Yaneer. Dynamics of complex systems. Massachusetts; Addison-Wesley Reading; 1997. Yaneer Bar-Yam – Dynamics of Complex Systems

[Sunny_Y._Auyang]_Foundations_of_Complex-system_Theories in Economics

 

BIBLIOGRAFIA EXTRA:

Desenvolvimentos de métodos matemáticos de análise baseados em trajetórias complexas:
Livro e Texto para Discussão:

Livro IPEA – Modelagem de Sistemas Complexos para Políticas Públicas

Complexidade na Educação – IPEA td_2107

Projeto Modelagem de Sistemas Complexos para Políticas Públicas – Apresentações do Seminário no IPEA sobre Complexidade (em pdf):

O Projeto Modelagem de Sistemas Complexos para Políticas Públicas, Bernardo Alves Furtado

Sistemas Complexos: conceitos, literatura, possibilidades e limitações, William Rand

A cidade como objeto complexo, Luis Bettencourt (parte 1 e parte 2)

Modelos baseados em agentes aplicados ao planejamento de transportes, Dick Ettema

Métodos e técnicas analíticas de modelagem de sistemas complexos, Miguel Fuentes

A natureza complexa dos sistemas sociais, Claudio J. Tessone

Superando o caos: o processo legislativo na Câmara dos Deputados, Acir Almeida

Métodos de complexidade em educação, Michael J. Jacobson

Simulação computacional aplicada a políticas públicas, James E. Gentile

A economia como objeto complexo, Herbert Dawid

Aplicações no Brasil, Bernardo Müller

The following is a collection of papers regarded as “classic” literature in Complex Systems Science. This list has been growing over the past few years and was formalized by Dan Rockmore for the 2010 Complex Systems Summer School. Ver: http://www.complexityexplorer.org/

Here is a Dropbox folder with PDFs of all the papers below.

Science and complexity by Warren Weaver

Rosenblueth, A., and N. Wiener. 1945. The Role of Models in Science. Philosophy of Science 12 (4):316-321.

Shannon, C.E. 1948. A Mathematical Theory of Communication. Bell System Technical Journal 27:379-423 623-656.

Turing, A.M. 1952. The Chemical Basis of Morphogenesis. Philosophical Transactions of the Royal Society of London. Series B, Biological Sciences 237 (641):37-72.

Minksy, M. 1961. Steps Toward Artificial Intelligence. Proceedings of the Institute of Radio Engineers 49 (1):8-30.

Landauer, R. 1961. Irreversibility and Heat Generation in the Computing Process. IBM Journal of Research and Development 5:183-191.

Arrow, K.J. 1962. The Economic Implications of Learning by Doing. Review of Economic Studies 80:155-173.

Raup, D.M. 1966. Geometric Analysis of Shell Coiling; General Problems. Journal of Paleontology 40 (5):1178-1190.

Holland, J.H., and J.S. Reitman. 1977. Cognitive Systems Based on Adaptive Algorithms. SIGART Newsletter (63):49.

Gould, S.J., and N. Eldredge. 1977. Punctuated Equilibria: the Tempo and Mode of Evolution Reconsidered. Paleobiology 3 (2):115-151.

Langton, C.G. 1986. Studying Artificial Life with Cellular Automata. Physica D: Nonlinear Phenomena 22 (1-3):120-149.

  1. E. J. Newman. 2005. “Power laws, Pareto distributions and Zipf’s law.” Contemporary Physics 46, 323-351.

Aaron Clauset, Cosma Rohilla Shalizi, M. E. J. Newman. 2009. “Power-law distributions in empirical data.” SIAM Review 51, 661-703.

BAR-YAM,Yaneer. Complexity Rising: From Human Beings To Human Civilization: A Complexity Profile. New England Complex Systems Institute, Cambridge, MA, USA. BAR-YAM, Yaneer. Complexity Rising

Warren Weaver – Science and Complexity 1948

 

PARTE II – FONTES DE DADOS E USO DE INFORMAÇÕES

Aula XI a XVECONOMIA INTERDISCIPLINAR: as aulas finais serão utilizadas para todos elaborarem em coautoria um artigo sobre “Riqueza Imobiliária (Estrutura de Apresentação em Prezi)“, aplicando o conhecimento teórico adquirido no estudo do caso brasileiro e servindo como forma de avaliação do desempenho.

Índice de Preços para Imóveis: Uma Revisão

Base de Dados sobre Riqueza Imobiliária no Brasil

Análise Acadêmica do Mercado Imobiliário

Diferentes Usos do Índice de Preços Imobiliários

Índice de Preços de Imóveis na Realidade Brasileira

Bolha no Mercado Imobiliário Brasileiro?

Houve Bolha Imobiliária no Brasil ou apenas no Rio de Janeiro e São Paulo

Argumentos Pros e Contras acerca da Existência Bolha Imobiliária no Brasil

Comprar um Imóvel para Moradia ou como Investimento?

Estado Atual da Indústria de Construção Civil: Indicadores Imobiliários

Ação Judicial de Rescisões de Contratos agrava Crise Imobiliária

Abordagem Fundamentalista versus Abordagem Austríaca

País onde Ultraliberais trabalham no Governo

Onda no Mercado Imobiliário Brasileiro: Ascensão e Queda dos Preços dos Imóveis

Segmento Proprietário Residencial: Construtoras-Locadoras

Custo de Oportunidade dos Fundos de Investimentos Imobiliários

FONTES DE INFORMAÇÕES: https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/indicadores/

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