Ranking Universitário Folha 2015 – Economia da UNICAMP: Primeiro Lugar!

RUF EconomiaRanking de Cursos de EconomiaEntenda o RankingEstou orgulhoso: sou Professor no Curso de Economia da UNICAMP, classificado em primeiro lugar no Ranking Universitário da Folha 2015! Confira: Ranking de Cursos – Economia

Fiquei feliz também de saber que eu me graduei no terceiro classificado: FACE-UFMG. E meu filho se formou no melhor curso de Sociologia no País, o da USP. Veja abaixo:

SociologiaAh, lembrei-me do que um professor da UFPE (20o.) declarou à imprensa na campanha eleitoral do ano passado:

“O PSDB adora dizer que a gente está copiando. De fato, numa discussão, vamos concordar em 80% das coisas. Não é porque os economistas de Marina são tucanos, mas simplesmente porque hoje em dia existem alguns consensos na teoria econômica. Estão em todas as universidades americanas, em 98% das europeias, em 95% das asiáticas e 97% das brasileiras. Só uma universidade aqui não tem articulação internacional, não traz e não manda ninguém para o exterior: a de Campinas (Unicamp). Ela é endógena. No entanto, tem uma força no governo Dilma que não tinha no de Lula, que era muito mais próximo do que Marina defende hoje. Os economistas de Campinas não consideram todo o desenvolvimento da teoria econômica desde a década de 1960. Dilma pensa com a cabeça de Campinas, que hoje é um lugar isolado, fora do mundo. Uma ilha que parou no tempo”. 🙂

Somos vistos tal como a aldeia de Asterix na Gália resistente contra o Império Romano! 🙂

4 thoughts on “Ranking Universitário Folha 2015 – Economia da UNICAMP: Primeiro Lugar!

  1. Agradeça ao Governado Geraldo Alckmin!
    Unicamp tem competência e não precisa de PROUNI nem de FIES.
    Representa a elite intelectual e está longe de retratar o quadro da educação no Brasil.

    1. Prezado Wilson,
      estou sendo forçado a aposentar-me graças à política do governador Geraldo Alckmin!

      Para fazer demagogia política e aparecer como remake de “caçador de marajás” (sic) — já vi este filme antes e ele não termina bem –, ele não iguala seu salário ao dos demais governadores (é o terceiro menor do País) e interrompe a hierarquia salarial de uma carreira meritocrática, baseada em série de concursos públicos.

      O último foi o Concurso para Professor Titular, depois de 30 anos de carreira docente. Por causa do redutor (expropriação do que supera o salário do governador), está sendo descontado do meu salário R$ 2.820,98 por mês, ou seja, em um ano terei um confisco de R$ 36.672,74, o que representa um dinheiro muito necessário ao meu orçamento familiar!

      Então, fiz as contas: para levar meu salário de Professor Titular (R$ 14.938,99) para a aposentadoria, terei de esperar 5 anos até 2020. Em relação a hoje, ganhando um “abono por permanência da SPPREV”, eu ganharia menos R$ 1.492,97.

      Porém, se eu me aposentar de imediato — poderia ter me aposentado desde novembro de 2011 –, com o salário de Livre-Docente (MS5 III) a diferença a menos será menor de R$ 1.131,30, ou seja, é irracional continuar trabalhando sob o governo do Geraldo Alckmin!

      Você ainda acha que eu devo agradecer ao governador Geraldo Alckmin?! Ele está provocando “fuga de cérebros” das universidades públicas paulistas!

      Este não me engana. Quero estar atuante, para fazer campanha contra ele, quando ele se candidatar (novamente) a ser “caçador de marajá” (sic) no Brasil!
      att.

      1. Não é só a docência superior estadual paulista que está fadada ao sucateamento. Outras repartições públicas estão em situação similares. Concurso público e plano de carreira estão sendo empurrados com a barriga no últimos tempos. Tem órgãos há anos sem realização de concursos.

        Nas universidades isso é ainda pior, porque os antigos se aposentam, não tem como repor novos professores, e o aluno é quem perde. Te dou razão quando você se sente tratado como um cachorro e já conta os dias para se aposentar. E nem quero que você se aposente, afinal, suas performances tanto neste blog quanto em seus livros publicados são fontes inspiradoras para mim, no debate da política, da economia, do futebol, da cultura etc. Quero que você continue lançando livros e debatendo com seus seguidores.

        Mas é paradoxal, é que, mesmo nessa situação de precariedade, a qualidade do ensino continua inalterável. Se os alunos ganham, os professores ganham, os técnicos-administrativos ganham, por que o governo não ganharia tb? Afinal, quando se perde, ninguém quer perder sozinho, perde todo mundo.

        Agora vai aqui uma opinião pessoal minha: educação não é lugar para ganhar dinheiro. Professor deve trabalhar por amor. Quem gosta de dinheiro, que vai para o mercado.

      2. Prezado Wilson,
        educação é requesito para obter maior renda do trabalho. Qualificando-se como profissional a chance de elevar sua renda é maior.

        De fato, quando estive como VP da Caixa, ganhava 3 vezes mais do que como Professor Livre-Docente. Como fui Diretor da FEBRABAN, durante 4,5 anos, poderia ter aceitado convite de um grande banco privado se quizesse só “ganhar dinheiro”.

        Mas meus valores são predominantemente culturais e políticos, não pecuniários, p.ex., eu blogo há 5 anos de graça. Optei por ser Professor e não por estar banqueiro…

        Professor deve trabalhar por amor? Sustenta seus filhos por amor, mas consegue pagar as despesas com amor?!

        Eu tenho tanto amor para dar… Por que as lindas mulheres não querem o receber?🙂

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