Pesquisa Anual de Serviços 2013

A Pesquisa Anual de Serviços 2013 verificou um total de 1,2 milhão de empresas, com movimento de R$ 1,3 trilhão em receita operacional líquida (receitas brutas, incluindo subvenções, menos impostos e contribuições), 12,5 milhões de pessoas ocupadas, média de dez pessoas ocupadas por empresa, e pagamento de R$ 254,0 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações, com um salário médio de 2,3 salários mínimos mensais.O setor despendeu quase metade (49,2%) do valor adicionado (valor que a atividade agrega aos bens e serviços no processo produtivo) sob a forma de gastos com pessoal, os salários representaram 20,2% da receita operacional líquida gerada no setor, enquanto os encargos trabalhistas (Previdência, FGTS, PIS, indenizações, recisões, benefícios) responderam por 30,7% do total dos gastos com pessoal.

Três das sete atividades pesquisadas no setor de serviços dividiram 79,7% da receita operacional líquida: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (28,5%); serviços profissionais, administrativos e complementares (26,9%); e serviços de informação e comunicação (24,3%). A região Centro-Oeste destacou-se por obter crescimento da receita bruta de serviços (67,7%), da massa salarial (89,0%) e do pessoal ocupado (66,9%) superior ao estimado para as demais regiões.

Essas e outras informações estão disponíveis na Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2013, que analisa a estrutura produtiva do setor de serviços não financeiros no país. Além de apresentar dados importantes para se compreender o comportamento do mercado formal de serviços, as informações da pesquisa subsidiam o cálculo do Produto Interno Bruto – PIB. A publicação completa pode ser acessada aqui.

Serviços prestados principalmente às famílias pagam menores salários

O grupo dos serviços prestados principalmente às famílias é constituído por um grande número de empresas de pequeno e médio porte que, em 2013, ocuparam, em média, sete pessoas, pagando os menores salários médios mensais (1,4 salário mínimo) do setor. Os gastos com pessoal representaram 54,1% do valor adicionado pelo grupo, os salários responderam por 24,2% da receita operacional líquida e os encargos 21,7% em relação aos gastos com pessoal. As atividades de ensino continuado mostraram a maior proporção de gastos com pessoal em relação ao valor adicionado (57,0%) e de salários em relação à receita (34,9%) do grupo, já a maior proporção de encargos em relação aos gastos com pessoal foi observada nos serviços de alimentação (22,4%).

Com 239.807 empresas, os serviços de alimentação apresentaram a maior parcela do número de empresas, da receita gerada (65,1%), dos salários, retiradas e outras remunerações pagos (60,1%), e do pessoal ocupado (1,7 milhão de pessoas) deste segmento.

Com a maior média de pessoas ocupadas por empresa (13), os serviços de alojamento, por sua vez, apresentaram o maior salário médio (1,7 salário mínimo) e a maior produtividade (R$ 36.124, ante a média de R$ 28.736 para o segmento serviços prestados às famílias), que é a divisão do valor adicionado pelo total de pessoas ocupadas nas empresas.

Serviços de informação e comunicação têm maior concentração econômica

Com 36,4%, os serviços de informação e comunicação apresentaram o maior índice de concentração econômica (participação das oito maiores empresas na receita líquida do grupamento), sendo que as atividades de telecomunicações (66,6%) e serviços audiovisuais (51,6%) foram as mais concentradas.

Com 97.098 empresas, os serviços de informação e comunicação geraram 24,3% (R$ 305,0 bilhões) da receita e 20,0% (R$ 149,3 bilhões) do valor adicionado dos serviços como um todo. O segmento absorveu 7,8% (968.941) das pessoas ocupadas e despendeu 16,1% (R$ 40,9 bilhões) em salários, retiradas e outras remunerações.

Nesse grupo, os serviços de telecomunicações, com 5.810 empresas (6,0%), destacaram-se pela maior parcela da receita líquida operacional (R$ 162,3 bilhões, 53,2% do total do grupo). O conjunto de empresas dessa atividade apresentou, ainda, a maior produtividade, R$ 323.058 por pessoa ocupada, frente ao total do segmento, de R$ 151.558.

A maior parte da massa salarial (R$ 22,0 bilhões, 53,7%) e do pessoal ocupado (500.574, 51,7%) nesse grupo, entretanto, foi encontrada nas atividades de tecnologia da informação, que apresentaram o maior salário médio mensal (5,0 salários mínimos) e o maior número de empresas (59.550, 61,3%).

Em 2013, o segmento de serviços de informação e comunicação despendeu 40,0% do valor adicionado com gastos de pessoal, 13,4% da receita líquida com salários, retiradas e outras remunerações, e a proporção de encargos sobre os gastos com pessoal foi de 31,5%. Dentre as atividades do setor, os serviços de edição e edição integrada à impressão apresentaram a maior proporção de gastos com pessoal em relação ao valor adicionado (64,9%); os serviços de tecnologia da informação mostraram a maior proporção dos salários em relação à receita (26,5%); e as telecomunicações tiveram maior proporção de encargos sobre os gastos com pessoal (38,2%).

Serviços profissionais, administrativos e complementares geram 41% das ocupações

A pesquisa estimou a existência de 386.375 empresas no segmento serviços profissionais, administrativos e complementares em 2013 (31,3% do total dos serviços), que foi responsável pela maior parcela de pessoas ocupadas, 5,1 milhões de pessoas (41,0%); pela maior massa salarial, R$ 93,1 bilhões (36,7%); e pelo maior valor adicionado nos serviços não financeiros, R$ 254,3 bilhões (34,1%).

Os serviços técnico-profissionais (assessoria, consultoria e análise científica e técnica especializada) destacaram-se como a principal atividade do segmento em termos de receita operacional líquida (R$ 135,0 bilhões, 39,9%), valor adicionado (R$ 97,4 bilhões, 38,3%), salários, retiradas e outras remunerações (R$ 29,7 bilhões, 31,9%), pessoal ocupado (1,1 milhão, 21,7%), e número de empresas (181.463, 46,9%).

A atividade que apresentou maior produtividade do trabalho (R$ 109.529 por pessoa ocupada, ante R$ 49.237 do segmento) no grupo foi a de aluguéis não imobiliários e gestão de ativos intangíveis não financeiros (negócios de aluguel e leasing operacional de bens tangíveis, bem como de cessão ou direito de uso de ativos como patentes, marcas, franquias, pagos por meio de comissões, royalties etc.)

A seleção, agenciamento e locação de mão de obra destacou-se por absorver uma maior média de pessoal ocupado por empresa (132), enquanto o grupo ocupou, em média, 13 pessoas. Ao envolver o recrutamento e encaminhamento de candidatos a empregos ou locar força de trabalho em caráter temporário para empresas, a atividade também apresentou indicadores diferenciados de gastos com pessoal ocupado.

Observaram-se, para esta atividade, as maiores proporções de gastos com pessoal em relação ao valor adicionado, 85,8% (frente a 53,6% do agrupamento), e de receita líquida que foi gasta em salários, 49,1% (a maior da pesquisa), ante 27,6% do segmento. A proporção de encargos, em relação ao montante de gastos com pessoal, mostrou-se igualmente a mais elevada nesta atividade (35,6%, ante 31,5% para o segmento).

Transportes, serviços auxiliares do transporte e correios fazem 35,9% do investimento nos serviços

Em 2013, o segmento de transportes, serviços auxiliares e correio registrou as quatro atividades com maior índice de concentração econômica (participação das oito maiores empresas na receita líquida do grupamento) da PAS: transporte dutoviário (99,9%); transporte aéreo (89,8%); correio e outras atividades de entrega (82,3%); e transporte ferroviário e metroferroviário (82,1%). Configura-se um segmento intensivo em capital, que apresentou a maior taxa de investimentos (parcela representada pelo investimento no total da produção do setor de serviços – 35,9%, em 2013).

Este grupo de atividades também é o mais representativo em termos de geração de receita, tendo respondido, em 2013, por 28,5% (R$ 357,4 bilhões) da receita operacional líquida total do setor de serviços. Com 173.286 empresas (14,0% do total), o segmento agregou ainda uma significativa parcela do valor adicionado (R$ 180,3 bilhões, 24,2%), da massa salarial (R$ 65,2 bilhões, 25,7%) e do pessoal ocupado (2,6 milhões, 20,6%).

O principal destaque do grupo, em termos de participação, foi o transporte rodoviário, com R$ 184,8 bilhões de receita (51,7%), R$ 86,2 bilhões de valor adicionado (47,8%), R$ 33,9 bilhões de salários, retiradas e outras remunerações (52,0%), 1,7 milhão de pessoas ocupadas (66,8%) e 138.493 empresas (80,0%). Já o transporte ferroviário e metroviário mostrou a maior média de pessoas ocupadas por empresa de toda a pesquisa (915 pessoas).

A produtividade apresentada pelos transportes, serviços auxiliares e correio (R$ 70.514 por pessoa ocupada) foi superior à média da pesquisa (R$ 59.467). Dentro deste segmento, encontra-se a atividade de maior destaque da pesquisa em termos de produtividade, o transporte dutoviário (R$ 1.337.151 adicionados por pessoa ocupada). O segmento apresentou um salário médio mensal (2,9 salários mínimos) maior que a média nos serviços (2,3 salários mínimos), sendo destaque o transporte dutoviário, cujo salário médio (19,8 salários mínimos) foi o maior da pesquisa, em razão da especialização da mão de obra demandada por esta atividade.

Nos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, a proporção de gastos com pessoal sobre o valor adicionado foi de 53,9%, a de salários sobre a receita foi de 18,2%, e a de encargos sobre gastos com pessoal, de 33,0%. No agrupamento, destaque para os serviços de correio e outras atividades de entrega, que, em relação à média da pesquisa, apresentaram proporções mais elevadas de gastos com pessoal ocupado sobre o valor adicionado (84,7%, segunda maior proporção dentre todas as atividades), de salários sobre a receita (34,4%) e de encargos sobre gastos com pessoal (42,3%, maior indicador da pesquisa).

Atividades imobiliárias geraram R$ 32 bilhões em receita líquida

Em 2013, o segmento de atividades imobiliárias apresentou média de 5 pessoas ocupadas por empresa e salário médio mensal de 2,1 salários mínimos, com 42.272 empresas (3,4% do total da pesquisa), tendo gerado R$ 32,0 bilhões em receita operacional líquida (2,5%) e R$ 25,5 bilhões de valor adicionado (3,4%). Foram responsáveis por um montante de R$ 3,6 bilhões (1,4%) em salários, retiradas e outras remunerações e ocuparam 189,8 mil pessoas (1,5%). Outra característica do segmento é apresentar mercados desconcentrados economicamente (9,3%).

Quanto à proporção de gastos com pessoal ocupado em relação ao valor adicionado, as atividades imobiliárias apresentaram indicador inferior ao observado para o total da pesquisa, 20,3%. O mesmo ocorreu com o indicador de salários sobre a receita (11,2%). A proporção de encargos em relação ao gasto com pessoal ocupado do segmento, por sua vez, apresentou a proporção próxima à observada no total da PAS (30,8%).

A maior parte das empresas do segmento (52,7%, 22.270) atuaram nas atividades de compra, venda e aluguel de imóveis próprios, concentrando 68,5% da receita (R$ 22,0 bilhões) e 73,1% do valor adicionado (R$ 18,6 bilhões) do segmento. Estimou-se para a atividade também a maior produtividade (R$ 235.112 por pessoa ocupada, ante a média de R$ 131.693 do total do segmento). Os serviços de intermediação na compra, venda e aluguel de imóveis, por sua vez, despenderam R$ 2,1 bilhões de massa salarial (57,4%), e ocuparam 112.603 pessoas (59,3%).

Serviços de manutenção e reparação empregam 4 pessoas em média

O grupo serviços de manutenção e reparação reúne empresas predominantemente de pequeno porte, que ocuparam, cada uma, em média, 4 pessoas em 2013. As atividades desse segmento encontram-se num mercado considerado economicamente desconcentrado (11,6%).

A produtividade dos serviços de manutenção e reparação foi de R$ 30.350 por pessoa ocupada, e a média salarial de 1,5 salário mínimo, ambos os valores abaixo da média observada no total da pesquisa. O grupo contou, em 2013, com 107.582 empresas (8,7%), gerou R$ 21,4 bilhões de receita (1,7%), R$ 13,5 bilhões de valor adicionado (1,8%), pagou R$ 6,0 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações (2,4%) e ocupou 441.248 pessoas (3,5%).

Os indicadores de gastos com pessoal em relação ao valor adicionado (54,6%) e salários em relação à receita (28,3%) mostraram-se superiores ao total da pesquisa, enquanto a relação dos encargos sobre o gasto com pessoal (18,0%) foi inferior.

Destaque no segmento para a atividade de manutenção e reparação de veículos automotores, que, com 66.333 empresas (61,7%), gerou R$ 11,1 bilhões de receita (52,0%), R$ 6,8 bilhões de valor adicionado (50,1%), R$ 3,3 bilhões de massa salarial (55,0%) e 267.993 pessoas ocupadas (60,7%). A maior produtividade do agrupamento, por sua vez, foi encontrada nas empresas de manutenção e reparação de equipamentos de informática e comunicação (R$ 51.815 por pessoa ocupada), ainda assim abaixo da média dos serviços (R$ 59.467).

Outras atividades de serviços tem maiores encargos com pessoal

Em 2013, o segmento outras atividades de serviços (que engloba, entre outros, serviços auxiliares da agricultura, pecuária, produção florestal finanças, seguros, previdência complementar; e serviços de coleta, tratamento e disposição de resíduos e recuperação de materiais) mostrou desconcentração econômica, com as oito maiores empresas detendo 14,7% da receita.

As 38.010 empresas (3,1%) que atuaram nestas atividades em 2013 geraram R$ 67,0 bilhões de receita (5,3%), R$ 44,7 bilhões de valor adicionado (6,0%), R$ 12,3 bilhões de salários, retiradas e outras remunerações (4,8%) e ocuparam 482.083 pessoas (3,9%), ou seja, em média, 13 pessoas por empresa.

O segmento apresentou produtividade de R$ 91.833, acima da média do setor de serviços. Observou-se, em 2013, uma proporção de gastos com pessoal em relação ao valor adicionado de 42,0%, de salários sobre a receita de 18,3%, e de encargos em relação aos gastos com pessoal de 34,7%, a maior entre os setes grupos dos serviços.

Tabela 2
Produtividade e indicadores de gastos com pessoal, segundo as
atividades de serviços não financeiros – Brasil – 2013

Tabela 2 PAS
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Serviços 2013.
Notas: (1) Valores correntes calculados pela divisão do valor adicionado pelo total do pessoal ocupado nas empresas. (2) Valores calculados pela divi- são dos salários, retiradas e outras remunerações pelo salário mínimo anual, cujo cálculo inclui o 13º salário e, em seguida, pelo total do pessoal ocupado nas empresas. O cálculo do salário mínimo anual resultou no valor de R$ 8 086,00. (3) Gastos com pessoal referem-se ao montante pa- go ao longo do ano sob a forma de salários e outras remunerações – tais como 13º salário, férias e horas extras –, participações nos lucros, remu- neração de sócios cooperados, honorários da diretoria, retiradas pró-labore de proprietários e sócios, bem como contribuições para a previdência social e privada, FGTS, PIS sobre folha de pagamento, indenizações trabalhistas, rescisões contratuais e por dispensa incentivada e benefícios – tais como auxílio transporte, alimentação etc. (4) Valores calculados pela divisão dos salários, retiradas e outras remunerações pelo somatório da receita operacional liquida e subvenções. (5) Encargos referem-se ao somatório das contribuições para Previdência Social, FGTS, contribuições para previdência privada, indenizações para dispensas, PIS sobre folha de pagamento, indenizações trabalhistas, rescisões contratuais e por dis- pensa incentivada e benefícios – tais como auxílio transporte, alimentação etc. (6) O conceito adotado na PAS é menos abrangente que o definido nas Contas Nacionais. (7) Inclusive o transporte em trens turísticos, teleféricos e similares e transportes em bondes.

No Centro-Oeste e Nordeste serviços cresceram com maior ritmo

O Sudeste concentrou, em 2013, a maior parcela da receita bruta de prestação de serviços (R$ 902,3 bilhões, 65,5%), dos salários, retiradas e outras remunerações pagos (R$ 166,2 bilhões, 65,5%) e do pessoal ocupado (7,4 milhões de pessoas, 59,0%). Esta região também pagou uma média salarial mensal mais elevada (2,6 salários mínimos) em relação àquela estimada para o conjunto da PAS (2,3 salários mínimos).

Entre 2007 e 2013, a receita bruta de serviços cresceu 54,8% em termos reais, dos quais 34,6 pontos percentuais foram responsabilidade do Sudeste. A massa salarial teve crescimento real de 70,9%, para os quais o Sudeste contribuiu com 44,3 pontos percentuais. O pessoal ocupado, por sua vez, evoluiu 50,1%, com contribuição da região Sudeste em 27,4 pontos percentuais.

A região Centro-Oeste destacou-se por obter crescimento da receita bruta de serviços (67,7%), da massa salarial (89,0%) e do pessoal ocupado (66,9%) superior ao estimado para as demais regiões. O Nordeste também apresentou taxa de evolução destacada em todas as variáveis: receita bruta de serviços (61,4%); massa salarial (88,4%) e pessoal ocupado (64,5%). Em relação ao salário médio mensal (em salários mínimos) pago pelas empresas de serviços não financeiros, observaram-se para a região Sudeste valores acima da média brasileira, 2,6 salários mínimos. No outro extremo, ficou a região Nordeste, cujo salário médio mensal pago pelas empresas foi de 1,7 salário mínimo.

Tabela 3
Taxa de evolução real acumulada e taxa de contribuição da receita bruta, da massa
salarial e do pessoal ocupado, segundo Grandes Regiões – Brasil – 2007/2013

Grandes
Regiões
Receita bruta de serviços
Massa salarial
Pessoal ocupado
Taxa de
evolução
real (%)
Contribuição
absoluta da
taxa (p.p)
Taxa de
evolução
real (%)
Contribuição
absoluta da
taxa (p.p)
Taxa de
evolução
real (%)
Contribuição
absoluta da
taxa (p.p)
Brasil
54,8
54,8
70,9
70,9
50,1
50,1
Norte
46,6
1,4
80,7
2,0
52,8
1,5
Nordeste
61,4
6,1
88,4
8,7
64,5
8,5
Sudeste
51,8
34,6
65,7
44,3
44,8
27,4
Sul
60,5
8,3
74,2
10,3
51,0
8,1
Centro-Oeste
67,7
4,5
89,0
5,6
66,9
4,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio, Pesquisa Anual de Serviço 2007/2013.
Nota: Nota: A variável receita bruta foi inflacionada, para o ano de referência 2013, de acordo com nota técnica Revisão das Contas Nacionais Trimestrais no 3º trimestre de 2013 (RESULTADOS …, 2013). Importante ressaltar que os valores resultantes devem ser lidos como aproximações que pretendem indicar a ordem de grandeza da evolução das estatísticas apresentadas, uma vez que não há no Brasil, para as atividades de serviços cobertas pelo âmbito da pesquisa, índices perfeitamente adequados a cada atividade, conforme recomendaria o máximo rigor metodológico.

 

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