Debate sobre Educação Financeira

 

cifraoLuciana Seabra (Valor, 05/11/15) reporta a resposta à crítica dirigida à Educação fFnanceira: “ela funciona sim, desde que seja repetitiva e dedicada a alterar o comportamento, não a ensinar juros compostos”. Essa é a réplica dos pesquisadores do Banco Central do Brasil depois de se debruçarem sobre o estudo de um trio de Ph.Ds, um deles brasileiro, que havia chegado a uma conclusão bem menos otimista: de que a educação financeira praticamente não produz efeitos sobre o comportamento e que as políticas públicas dedicadas ao tema seriam um desperdício de recursos.

A publicação das conclusões do estudo pelo Valor em 11 de junho de 2015 [leia abaixo] gerou grande repercussão nos meios que trabalham com Educação Financeira, aponta o artigo que acaba de ser publicado como parte da série Cidadania Financeira, do Banco Central. “Existe alguma fragilidade na análise? Que ensinamentos pode trazer para quem trabalha com Educação Financeira?”, questionaram os pesquisadores da autarquia.

O estudo original é de um trio de peso – Daniel Fernandes, mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor da Universidade Católica Portuguesa, John Lynch, economista e especialista em psicologia e professor da Universidade de Colorado, e Richard Netemeyer, especialista em econometria e professor da Universidade de Virginia. A partir do estudo de 168 artigos, com 201 estudos empíricos, eles concluíram que intervenções para promover a alfabetização financeira explicam somente 0,1% da variação nos comportamentos financeiros estudados, com efeitos ainda mais fracos em populações de baixa renda.

A réplica ficou sob responsabilidade técnica de outro Ph.D. em economia, pela Washington University, José Ricardo da Costa e Silva, analista do Departamento de Educação Financeira do Banco Central. E virou tema de debate no Fórum de Cidadania Financeira em Brasília. Veja abaixo algumas das críticas do Banco Central ao estudo que aponta efeitos insignificantes da educação financeira. Em alguns pontos, a autarquia põe em xeque questões centrais da pesquisa, em outros somente mira as conclusões de uma perspectiva mais positiva.Da farmácia às finanças

Os analistas do Banco Central criticaram o uso da meta-análise como metodologia. “Sua eficiência está muito ligada à utilização na área médica”, escreve a equipe do BC. É um instrumento poderoso para encontrar uma média entre estudos e eliminar resultados que são deslocados da média, consideram, e por isso foi escolhido, já que estavam em questão 201 estudos empíricos com resultados díspares. O problema é que ao contrário do que ocorre na comparação entre vários estudos sobre o uso de determinada substância no tratamento do câncer, exemplificam, no estudo do trio de pesquisadores não há uniformidade nas variáveis. As intervenções de educação financeira estudadas variam muito – pode ser um curso pontual, uma palestra, uma apresentação sobre aposentadoria – assim como a variável que se pretende medir, como hábito de poupar ou de se conter diante de uma oferta. “Isso cria uma preocupação sobre buscar a média, já que nem o remédio que foi dado é igual nem o resultado que se busca identificar é o mesmo”, diz Silva. A comparação dos efeitos com o uso de meta-análie é, para o BC, “um exercício de abstração, cujos resultados são menos robustos que aqueles encontrados na área médica

Mais que conhecimento, postura

O trio de pesquisadores até reconhece, na teoria, que o termo alfabetização financeira é mais amplo do que apenas conhecimento, envolvendo também atitude e comportamento, escreve o analista do Banco Central. No fim das contas, porém, a medida construída por eles para avaliar os efeitos da educação financeira considera somente conhecimento financeiro, não postura em relação ao dinheiro.

Formar habilidades

Em seu estudo, Fernandes, Lynch e Netemeyer consideram as habilidades pessoais, como a propensão a planejar, variáveis de controle, ou seja, devem ser neutralizadas para não afetar o resultado. O entendimento é que elas já pertencem às pessoas, não foram um resultado das intervenções de educação financeira. Ao fazê-lo, boa parte dos coeficientes que expressam o efeito da educação financeira sobre o comportamento perdem significância estatística. “Quando eles incluem essas variáveis para filtrar, podem ter colocado como filtro resultados do próprio tratamento: que a pessoa seja capaz de fazer um planejamento orçamentário, por exemplo, é um dos nossos maiores objetivos”, diz Silva. A defesa do Banco Central é que as habilidades também podem ser treinadas por meio da educação financeira.

Copo meio cheio

Se a mudança de comportamento causada pela educação financeira, mesmo depois de grandes intervenções, desaparece quase que totalmente em 20 meses, como mostra o estudo original, a solução é eliminar esses esforços? A equipe do BC acredita que não. “A solução para esse problema, porém, pode ser contrária à conclusão dos autores: é preciso mais educação financeira e de forma continuada, com incentivos que motivem as pessoas a se submeterem aos treinamentos”, aponta na réplica.

Sem tempo real

O analista do Banco Central sugere repetições periódicas no processo de educação financeira, que precisam ser cada vez menos intensas, já que a memorização se torna mais permanente com o tempo. A repetição para fixação do material aprendido, complementa, é uma necessidade em todos os campos do conhecimento, não uma exclusividade das finanças. A pesquisa original sugeria, em vez da repetição, intervenções “just in time“, ou seja, na véspera da tomada de decisão, como a de contratar um crédito, e direcionadas para o comportamento desejado naquele momento.

Ensinar a ser forte

Os pesquisadores que mostram o efeito praticamente nulo da educação financeira chegam a sugerir que um viés comportamental pode surtir mais efeitos. O Banco Central dá mais destaque a essa conclusão e defende que talvez seja necessário repensar o conteúdo e a forma dos treinamentos que são puramente informativos, de modo que procurem influenciar mais o comportamento e a habilidade das pessoas. Ou seja, a solução é ir além da matemática, partindo para a aprendizagem sobre escolhas intertemporais ou decisões em momentos de restrição orçamentária. “O que temos procurado fazer não é ensinar a pessoa a fazer contas de juros simples e compostos, mas ensiná-la a se tornar mais forte, ao, por meio de vídeos, por exemplo, sensibilizar o cidadão sobre como se comportar diante de um vendedor mais inescrupuloso”, diz Silva.

Mais investimentos, não menos

“Será importante investir mais tempo e recursos para investigar quais tipos de treinamentos e outras ações produzem melhores resultados quanto a questões comportamentais”, concluiu o Banco Central a partir do estudo do trio de pesquisadores. Bem diferente da análise original, que questiona a validade de governo, empresas e organizações não-governamentais (ONGs) dedicarem bilhões de dólares anualmente a intervenções em educação financeira. Esses programas têm custos reais, escrevem Fernandes, Lynch e Netemeyer, e criam custos de oportunidades ainda maiores ao substituir outras atividades, como disciplinas nas grades curriculares das escolas. Para o Banco Central, motivar o controle sobre as tentações é um grande desafio para as políticas públicas, especialmente quando se tem maior acesso a crédito. Os cursos, vídeos e cartilhas da autarquia, segundo o analista, abordam questões como evitar o consumo por impulso, saber resistir às técnicas de venda e fazer um orçamento, a fim de realizar sonhos.

Luciana Seabra (Valor, 11/06/15) reporta o trabalho dos pesquisadores crítico à Educação Financeira:

A educação financeira cria consumidores e investidores melhores. Será? Um trio de pesquisadores, um deles brasileiro, colocou em xeque a tese que tem fundamentado políticas públicas em todo o mundo. Eles debruçaram- se sobre 201 estudos de campo que avaliaram os efeitos desses programas e refizeram o trabalho estatístico. E a conclusão é frustrante para quem carrega essa bandeira: intervenções para promover a alfabetização financeira explicam somente 0,1% da mudança de comportamento, ou seja, praticamente não têm resultado. E os efeitos são ainda mais fracos em populações de baixa renda.

A pesquisa, realizada por três Ph.D.s, é robusta demais para ser ignorada. O brasileiro Daniel Fernandes, mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é professor da Universidade Católica Portuguesa. A ele juntou-se o economista e especialista em psicologia John Lynch, professor da Universidade de Colorado. A necessidade de conhecimentos em econometria trouxe Richard Netemeyer, professor da Universidade de Virginia. A pesquisa foi financiada pela National Endowment for Financial Education (Nefe), fundação americana sem fins lucrativos.

O trio levantou em bases de dados estudos que tinham como tema alfabetização, educação e conhecimento financeiro. O estudo encontrou 10.650 artigos, publicados entre 1969 e 2013. Foram então selecionadas os 168 trabalhos que tratavam de 201 testes empíricos sobre o efeito da alfabetização financeira. Os pesquisadores tabelaram os dados, pediram informações adicionais aos autores quando necessário e refizeram os cálculos, tomando o cuidado de evitar qualquer viés.

A medida escolhida para avaliar o efeito da alfabetização financeira foi o coeficiente de correlação, conhecido entre os econometristas pela letra “r”. O trio de pesquisadores chegou a um r de 0,032. Para se ter uma ideia, apontam no artigo, em ciências sociais, r menor ou igual a 10 deve ser interpretado como um efeito pequeno; entre 10 e 40, médio; e acima disso, grande. Ou seja, o efeito da educação financeira sobre o comportamento é minúsculo, concluem.

Não somente a instrução financeira tem pouco efeito sobre a prática – economizar, evitar dívidas, planejar a aposentadoria, fazer bons investimentos e não pagar taxas desnecessárias -, como a própria conexão entre instrução e conhecimento financeiro foi percebida como fraca. Por meio de analogias com estudos feitos em outros domínios da educação, os pesquisadores apontam que se assimila 5 a 13 vezes mais em aulas de Matemática ou de Ciências do que em cursos ligados a Finanças.

Para Fernandes, culpar os programas não é necessariamente o caminho correto. “O problema não é que as intervenções são ruins, mas que o efeito do conhecimento em finanças quando medido é explicado por outras características de personalidade”, afirma, citando, entre elas, tendência a planejar, habilidade em lidar com números, confiança em tomar decisões e propensão a tomar riscos.

A italiana Annamaria Lusardi, professora da George Washington School of Business, está no fronte de ataque aos resultados do estudo. Ph.D em Economia pela Universidade de Princeton, homenageada com o Fidelity Pyramid Prize, dedicado a quem promove o bem-estar financeiro dos americanos, ela é considerada uma das maiores especialistas do mundo em alfabetização financeira.

Em primeiro lugar, a economista critica o fato de a pesquisa unir estudos que divergem de forma significativa em suas abordagens. Em segundo, afirma que não está surpresa com o fato de as intervenções, algumas feitas no passado distante, na década de 60 e 70 – como um seminário de aposentadoria ou alfabetização financeira obrigatória na escola, mas sem currículo específico ou professores treinados – não terem obtido resultado.

Não é porque a alfabetização financeira é ineficiente, como os autores gostariam de argumentar, mas porque é improvável que intervenções limitadas sejam um remédio em face à falta de alfabetização difundida“, diz Annamaria. “Em outras palavras, podemos precisar de uma dose maior ao invés de menor de alfabetização financeira”, conclui a pesquisadora.

E há ainda um terceiro ponto. Não está sempre claro como a alfabetização financeira deveria afetar o comportamento, pondera Annamaria. Se alguém não tem renda suficiente para poupar, exemplifica, aumentar a alfabetização financeira não vai traduzir-se em aumento de poupança. E isso não ocorre porque a intervenção é ineficiente ou porque programas de instrução financeira não funcionam, diz a educadora, mas porque comportamentos diferentes são ótimos para pessoas diferentes.

Isso explica porque se deve esperar um efeito menor da alfabetização financeira em grupos de menor renda, diz Annamaria, em referência a outra conclusão do estudo de Fernandes, Lynch e Netemeyer. Essa tese não é nova e faz parte de uma linha de estudo apelidada de Psicologia da Escassez, aponta Vera Rita de Mello Ferreira, consultora independente de psicologia econômica e integrante do Núcleo de Estudos Comportamentais (NEC) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A ideia é que as pessoas têm um volume restrito de energia, recursos cognitivos e emocionais para dar conta de uma série de providências e escolhas. Quem está no sufoco financeiro, preocupado com a sobrevivência, provavelmente não vai tomar as melhores decisões, diz Vera Rita.

Os pesquisadores testaram ainda se o problema da alfabetização financeira é o fato de ser imposta, mas não encontraram aí o segredo para sua falta de eficácia. Para o caso de 75 experimentos, não foi encontrada diferença entre a instrução obrigatória ou voluntária.

“É muito mais fácil para os gestores de políticas públicas culparem as pessoas pelos seus problemas financeiros. Existe muito apelo para falsas ideias tipo ‘os três passos para segurança financeira’. Gurus de finanças pessoais abundam. Mas a questão é muito mais complexa e simplesmente prover educação financeira não serve”, escreveu Fernandes ao Valor, de Portugal. “Muitos não gostaram do nosso artigo. Mas os dados são o que são”, completou.

Leia também abaixo: Educação financeira tem prazo de validade

Não somente de críticas é feita a pesquisa de Daniel Fernandes, John Lynch e Richard Netemeyer. Os Ph.D.s, que defendem com base na análise de 201 estudos empíricos que programas de educação financeira têm eficácia mínima, também se preocupam em dar sinais do que parece estar no rumo certo.

A contribuição mais valiosa é sobre o momento em que a intervenção tem mais chance de ser eficiente. A conclusão dos pesquisadores é que 12 horas de instrução dez meses antes do momento de tomada de decisão financeira são equivalentes a uma hora de informação imediatamente anterior.

Fernandes diz que ele e os outros pesquisadores não sabem ao certo porque o efeito da educação financeira decai tão rapidamente.

  1. Uma hipótese é que as pessoas esquecem o que aprendem.
  2. Outra é que o conhecimento adquirido no passado não se aplica à condição financeira do presente.

“Por exemplo, o que foi aprendido sobre decisões em tempos de crescimento econômico não vale quando uma crise acontece”, diz o pesquisador.

A conclusão aponta para um modelo de educação financeira não de cursos genéricos prolongados, mas do chamado “just in time”, que Fernandes explica: “O tomador de decisão recebe informação específica para a decisão que está tomando logo antes dela, quando, por exemplo, vai comprar uma casa, um carro ou investir”.

Estudos como esse devem servir para orientar o uso mais efetivo de recursos, afirma Vera Rita de Mello Ferreira, consultora independente de psicologia econômica e integrante do Núcleo de Estudos Comportamentais (NEC) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Estratégias mal pensadas, como distribuir cartilhas tradicionais, diz, só devem atingir quem já se interessa por educação financeira.

Apesar de mostrar efeitos minúsculos em todos os tipos de intervenção financeira, Fernandes, Lynch e Netemeyer também oferecem pistas sobre uma gradação de eficácia. Aconselhamento sobre finanças, por exemplo, aparece como menos efetivo do que educação financeira na escola, que perde para a participação em seminários e workshops.

Para quem realmente precisa de orientação, Vera Rita também defende intervenções no momento em que a pessoa está prestes a tomar uma decisão. É o caso de orientação em um site sobre casamento ou bebês, por exemplo. Ela cita o exemplo do Reino Unido, em que uma parceria com parteiras garantiu que materiais de educação financeira direcionados chegassem às mães de primeira viagem.

Educação de adultos, entretanto, é quase uma “redução de danos”, na opinião de Vera Rita. Para ela, é preciso atacar também nas escolas, com alfabetização financeira de crianças e jovens. Para ela, nesse caso, é preciso deixar de lado a teoria e recorrer a jogos e situações do cotidiano.

O problema está na linguagem, defende William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A geração que agora deve ser alvo de educação financeira, lembra, é a de 140 caracteres máximos do Twitter. Além de ser oferecida às vésperas da decisão financeira, a instrução tem que ser curta e objetiva, defende Eid. Ele orientou uma dissertação de mestrado da economista Cíntia Urbina que tinha o objetivo de entender por que intervenções não funcionam.

A alternativa, diz Eid, não é o da palestra. Na linha de Vera Rita, ele sugere o caminho de sites de educação financeira, mas neutros, não os ligados a instituições. Lá, defende, deveria haver espécies de “check-lists” direcionados, como de orientações para quem vai morar sozinho ou fazer um “mochilão” na Europa, por exemplo.

A pesquisa aponta para outra tendência global em estudos de educação financeira: a chamada arquitetura da escolha, que consiste em mecanismos que direcionem as pessoas a tomarem boas decisões. Esse tipo de abordagem, em que de certa forma toma-se uma decisão pelo cidadão, foi consagrada pelo livro “Nudge“, dos especialistas em economia comportamental Richard Thaler e Cass Sunstein. Ela resulta na defesa de medidas como a inscrição automática em fundos de pensão, em que o funcionário tem que pedir para sair em vez de solicitar sua inclusão.

Para Vera Rita, a ideia é boa, mas deve ser complementar à educação financeira. Além disso, defende, o público- alvo deveria participar da construção da ideia. “Eles que vivem o cotidiano vão trazer um conhecimento muito útil na hora de fazer o desenho. Acho que não se deve chegar com nada de cima para baixo”, defende.

Afinal, o estudo pode ser usado como base para simplesmente não se investir em educação financeira? “De certa forma sim”, diz Fernandes. E cita outro estudo, publicado por Shawn Cole, Anna Paulson e Gauri Shastry, segundo o qual treinamento em matemática nas escolas tem efeito maior do que educação financeira. Apesar de ter motivado bastante debate, Fernandes diz ainda não ter visto programas que tenham sido implementados com base nos seus achados com Lynch e Netemeyer.

FNC: será que os pesquisadores não se fizeram um questionamento básico: cortar a Educação Financeira é a solução para corrigi-la?!

O ponto-chave diz respeito a qualquer tipo de Educação: qualidade.

Educação Financeira não significa só ensinar juros compostos ou a “economizar” (sic)…

Economia necessita ter significado interessante para o aprendiz, p.ex., para ele aprender a se colocar no mundo real, avaliando a estratificação social do “mundo das finanças” e a melhor estratégia para conseguir seus objetivos, inclusive os altruístas.

4 thoughts on “Debate sobre Educação Financeira

  1. Professor Fernando, boa tarde!
    Acompanho o blog do senhor a algum tempo e gostaria de fazer uma singela sugestão de formatação:
    Visualmente, tenho dificuldade para diferenciar o texto do senhor dos textos indicados para leitura (em geral os artigos de jornais ou notas â impressa). Isto é, não observo nenhuma característica na formatação que destaca o texto de outra autoria, como por exemplo o tamanho da fonte, espaçamento entre linhas, o recuo da margem esquerda ou as aspas.

    Um abraço e parabéns pelo trabalho.

    1. Prezado Glauco,
      quando é compartilhamento de notícias e reportagens, desde o início coloco a autoria e a fonte. Quando coloco no título (por…) a autoria, o texto todo é do autor destacado.

      Quando insiro algum comentário pessoal, no meio delas, indico entre colchetes [FNC:…].

      O uso de aspas, quando há muitas dentros do texto, confunde. Destaco em itálico ou negrito as palavras-chave ou os conceitos mais relevantes.

      Este é um blog pessoal, não-institucional e com posts ou artigos não-acadêmicos, onde compartilho algo que eu desejo aprender e memorizar. Funciona como um “banco de dados e informações” para mim. Surpreendentemente, as muitas visitas demonstram que tem algum interesse para outras pessoas.
      att.

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