Crises Econômicas evidenciam Reducionismo de Modelos Teóricos (por Luiz Gonzaga Belluzzo e Pedro Paulo Bastos)

Pedro Paulo Bastos

RESUMO (FSP, 20/03/16 – Ilustríssima – Digital): Em resposta a artigo de Carlos Eduardo Gonçalves e Marcos Lisboa publicado em 14/2, o texto de meus colegas do IE-UNICAMP é uma crítica ao apego de economistas neoclássicos a modelos teóricos que remetem ao reducionismo da Física clássica. Prova de sua ineficiência, afirmam os autores, é que tais modelos se mostraram incapazes de prever a crise financeira de 2008.

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Em novembro de 2008, a rainha Elizabeth 2ª ousou fazer a pergunta que os sábios da London School of Economics não queriam ouvir: por que nenhum previu a crise financeira de 2008? A pergunta perturbava a ortodoxia neoclássica, e a comissão formada ofereceu à rainha uma resposta singela: houve uma falha coletiva de “imaginação” de economistas que viam árvores, mas não a floresta.

Mais singela foi a resposta do presidente do Banco Central dos EUA entre 1987 e 2006, Alan Greenspan. Em depoimento à comissão do Senado para investigar a crise, Greenspan admitiu que havia uma falha na “ideologia” e no “modelo” que usava para interpretar o mundo. Nada mal para quem se dedicara por anos à desmontagem dos controles à livre movimentação financeira alegando que os “agentes racionais” do mercado usavam os modelos econômicos corretos e asseguravam o melhor equilíbrio possível na determinação dos preços e na alocação dos recursos.

Não faltou imaginação à resposta do patrono da revolução neoclássica desde os anos 1970, Robert Lucas. Embora há anos defendesse que, se os agentes fossem racionais, usariam as teorias dele (Lucas) para entender a estrutura da economia e prever o futuro da melhor maneira possível, o patrono das “expectativas racionais” escreveu em artigo na revista “The Economist” em 2009: “A crise não foi prevista porque a teoria econômica prevê que estes eventos não podem ser previstos“. Ou seja, por axioma (ou ideologia), os indivíduos são racionais, suas interações nos mercados são eficientes e, portanto, a crise que aconteceu não poderia ser prevista.

O argumento que a probabilidade do que ocorreu, como calculou o Goldman Sachs, era igual a de ganhar 22 vezes seguidas na loteria cobria de retórica cientificista o fracasso em prever, ao menos, o movimento do sistema no sentido da instabilidade e da crise. Não era por falta de experiência histórica: desde 1980, a desregulamentação financeira avançou e, com ela, a frequência e a intensidade de crises que supostamente ocorreriam apenas três vezes na vida do universo.

A cada crise, os economistas neoclássicos não jogaram fora modelos teóricos sobre os quais construíram tanto reputação acadêmica quanto laços rentáveis, bem documentados, com instituições financeiras e “think tanks” neoliberais. Eles simplesmente culparam alguns “desvios” da realidade em relação ao modelo (desvios esses, aliás, “descobertos” ex-post). O inferno é a realidade, não o modelo simplório.

Pior para os economistas neoclássicos é que, além das personagens simpáticas do filme “A Grande Aposta“, não foram poucos os economistas heterodoxos que previram a crise financeira, embora nenhum super-homem o tenha feito com o nível de exatidão do agente representativo que povoa os modelos neoclássicos de equilíbrio geral. O que explica o fracasso da ortodoxia em ver a floresta?

AXIOMA

O principal elemento definidor da ortodoxia neoclássica é o axioma de indivíduos racionais e maximizadores de utilidade, que interagem em livre concorrência para alcançar um equilíbrio estável na circulação de bens e serviços. Embora este indivíduo seja um axioma teórico não observado na realidade, é com base na suposição de sua existência que os “desvios” observados na realidade podem atrasar o equilíbrio geral ou gerar equilíbrios sub-ótimos: não há imperfeição na realidade sem a perfeição subjacente ao modelo teórico.

A metafísica e a epistemologia da corrente dominante ocultam uma ontologia do econômico que postula certa concepção do modo de ser, uma visão da estrutura e das conexões da “economia de mercado”. Para este paradigma, a “sociedade” onde se desenvolve a ação econômica é constituída pela mera agregação dos indivíduos, articulados entre si por nexos externos e não necessários ou estruturados pela sociedade.

Essa visão se inspirou no paradigma da Física clássica. Explicamos melhor este ponto com a ajuda de Roy Bhaskar: se a concepção é atomística, então todas as causas devem ser extrínsecas. E se os sistemas não dispõem de uma estrutura intrínseca (isto é, esgotam-se nas propriedades atribuídas aos indivíduos que os compõem), toda ação deve se desenvolver pelo contato. Os indivíduos “atomizados” não são afetados pela ação e, portanto, ela deve se resumir à comunicação das propriedades a eles atribuídas.

Assim, os indivíduos maximizadores são partículas que jamais alteram suas propriedades na interação com as outras partículas carregadas de “racionalidade”. Os fundamentos da teoria econômica dominante definem coerentemente o mercado como um ambiente comunicativo cuja função é a de promover de modo mais eficiente possível a circulação da informação relevante.

Essa ontologia tem uma expressão metafísica e outra epistemológica. A metafísica reivindica o caráter passivo e inerte da matéria e a causação é vista como um processo linear e unidirecional, externo e inconsistente com a geração do novo, ou seja, com a emergência que caracteriza a dinâmica dos sistemas complexos.

Na versão epistemológica, reduto preferido do positivismo, os fenômenos são apresentados como qualidades simples e independentes, apreendidas através da experiência sensível. Nesse caso, a causalidade é vista como a concomitância regular de eventos, que se expressa sob a forma de leis naturais, depois de processada pelo sujeito do conhecimento capaz, então, de prever efeitos no futuro.

Curioso é que, inspirada na física clássica, a ortodoxia neoclássica parou no tempo e não acompanhou a teoria dos sistemas complexos (ou do caos). A Teoria da Complexidade foi anunciada no final do século 19 por Henri Poincaré ao estudar a formação das órbitas dos planetas no Sistema Solar, mas foi redescoberta pelo meteorologista e matemático Edward Lorenz em 1960.

Lorenz descobriu que, com variações mínimas das condições iniciais (nunca capturadas precisamente pelos modelos), o tempo evoluiria de modo a tornar qualquer previsão inicial de pouco valor. Os erros e incertezas interagem, se multiplicam e formam processos cumulativos. A complexidade do sistema exigiria, mais do que uma previsão exata a partir de supostos iniciais irreais, que se proceda com base em um escrutínio profundo das condições iniciais e do modo como a estrutura do sistema vai se modificando, chegando por aproximações sucessivas aos cenários possíveis da evolução a partir de um arco inicial de trajetórias potenciais.

A irreversibilidade do tempo histórico e a dependência do sistema em relação à sua trajetória são elementos centrais da Física do século 20. Em “Entre le Temps et l’Eternité” (Entre o Tempo e a Eternidade), Ilya Prigogine e Isabelle Stengers mostram que as fenomenologias descritas pela termodinâmica, pela física das partículas e pela teoria da relatividade “não só afirmam a seta do tempo, mas também nos conduzem a compreender um mundo em evolução, um mundo onde a ’emergência do novo’ reveste um significado irreversível (…) O ideal da razão suficiente supunha a possibilidade de definir a causa e o efeito, entre os quais uma lei de evolução estabeleceria uma equivalência reversível”.

Ao manter o paradigma atomista, a ortodoxia neoclássica perde capacidade de explicar e, portanto, prever comportamentos emergentes de um sistema complexo como a economia capitalista. Em “Decoding Complexity” (Decodificando a Complexidade), James Glattfelder escreve com rigor: “A característica dos sistemas complexos é que o todo exibe propriedades que não podem ser deduzidas das partes individuais. Em suma, a teoria da complexidade trata de investigar como o comportamento macro decorre da interação entre os elementos do sistema“.

Ao encontrar problemas de agregação insolúveis na tentativa de reduzir propriedades do sistema a propriedades dos indivíduos, a macroeconomia neoclássica reage não para incorporar a complexidade da realidade, mas para simplificar axiomas fundamentais ainda mais. Quando se demonstrou matematicamente que, dada a heterogeneidade dos indivíduos, não é possível prever o formato da função de demanda agregada e, muito menos, gerar uma função de demanda agregada com o formato propício para o equilíbrio maximizador, os neoclássicos preferiram a simplificação absurda: que o sistema pode ser modelado como se tivesse um único agente representativo que compra, vende, trabalha, contrata, consome e poupa, empresta e toma emprestado, que tem um único modelo sobre como a realidade funciona e que conhece a distribuição de probabilidade de todas as contingências futuras.

Inconsistências de agregação semelhantes para a teoria do capital ou para a curva de oferta agregada foram simplesmente desconsideradas. O método não trata da abstração da complexidade para reter seus aspectos essenciais, mas da eliminação da complexidade para manter a ficção reducionista e simplória do equilíbrio entre indivíduos maximizadores.

JUÍZOS DE VALOR

Tamanho apego da teoria neoclássica ao reducionismo da física clássica e ao axioma do indivíduo atomizado é impregnado por juízos de valor. Herda a previsão feita por Adam Smith e radicalizada pelo modelo de equilíbrio geral que, mantidos livres em sua interação, os indivíduos alcançariam um equilíbrio estável e maximizador, orientados pelo sistema de preços para alocar recursos escassos.

O indivíduo maximizador é tomado como um elemento natural e eterno cujas preferências mudam exogenamente ao sistema de interações. As interações têm sempre o mesmo modelo e não são afetadas pela irreversibilidade da história e por mudanças estruturais que caracterizam a complexidade social.

Tal complexidade é o principal elemento unificador das heterodoxias econômicas. Ao invés de reduzir a ação a um indivíduo representativo, os indivíduos são classificados e posicionados em uma estrutura que os divide como sujeitos sociais cuja harmonia não pode ser pressuposta: trabalhadores e capitalistas, empresários, banqueiros e rentistas. A estrutura é assimétrica pois certos indivíduos controlam a riqueza, mas é mutável e interage com estratégias de organizações empresariais, classes e grupos sociais, Estados e sistemas econômicos nacionais que têm poder desigual e que não podem ser previstas.

Instituições e convenções sociais podem conferir uma estabilidade transitória ao sistema, mas processos de causação cumulativa (feedbacks positivos) o afastam do equilíbrio e geram uma dinâmica instável, sujeita à irreversibilidade histórica. Assim, problemas de coordenação em condições de incerteza impedem a maximização no uso dos recursos ociosos e podem até mesmo provocar crises duradouras.

Concordamos com Marc Lavoie de que são pelo menos sete as falácias de composição que, como propriedades emergentes do sistema capitalista, a ortodoxia não é capaz de compreender e prever. O paradoxo da poupança é o mais conhecido: se todos os agentes buscarem poupar ao mesmo tempo, a queda de suas receitas frustra seus objetivos e pode provocar falências e até crises financeiras.

A recente adesão neoclássica à doutrina da austeridade expansionista mostra que pouco se aprendeu com a complexidade da crise financeira. No Brasil, a ideia de que o aumento da poupança pública animaria o gasto privado e geraria crescimento da arrecadação tributária estava na base da expectativa de mercado que a economia cresceria 0,8% em 2015, depois que Joaquim Levy anunciou seu programa. Já Levy previu que seu programa geraria uma “recessão de um trimestre”, antes de persistir em um esforço fiscal que foi o dobro do que propusera, com resultados desastrosos.

Não há receita simples para o economista do século 21, mas Keynes propunha combinar os talentos complexos do “matemático, historiador, estadista e filósofo (na medida certa). Deve entender os aspectos simbólicos e falar com palavras correntes. Deve ser capaz de integrar o particular quando se refere ao geral e tocar o abstrato e o concreto com o mesmo voo do pensamento. Deve estudar o presente à luz do passado e tendo em vista o futuro. Nenhuma parte da natureza do homem deve ficar fora da sua análise. Deve ser simultaneamente desinteressado e pragmático: estar fora da realidade e ser incorruptível como um artista, estando embora, noutras ocasiões, tão perto da terra como um político”.

Talvez seja uma receita para o economista do século 21, avessa aos que insistem em imitar os cientistas naturais dos séculos 17 a 19.

LUIZ GONZAGA BELLUZZO é professor titular do Instituto de Economia da Unicamp.

PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS é professor associado do Instituto de Economia da Unicamp.

Leia mais sobre Economia da Complexidade:

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2016/01/22/economia-interdisciplinar-2/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/09/18/sistemas-complexos-e-politicas-publicas/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/09/17/simplicidade-x-complexidade/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/02/28/criticas-a-ciencia-da-complexidade/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/06/09/as-leis-do-caos/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/06/10/o-fim-das-certezas-tempo-caos-e-as-leis-da-natureza/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/06/11/paradoxo-do-tempo/

3 thoughts on “Crises Econômicas evidenciam Reducionismo de Modelos Teóricos (por Luiz Gonzaga Belluzzo e Pedro Paulo Bastos)

  1. Alguns comentários rápidos

    1 – O texto do Beluzzo e Bastos mostra que eles não tem o menor conhecimento sobre a teoria econômica ou análise econômica empírica produzida desde os anos 70. Modelos com agentes heterogêneos, falhas de coordenação, aprendizado bayesiano, modelos de mercados financeiros sequenciais, inatenção racional, custos de processamento de informações, teoria de jogos, etc. Ou mesmo de modelos de complexidade em ciências sociais, como os modelos de equilíbrio pontuado de organizações e populações.

    2 – Eu concordo que os “ortodoxos” não são especialistas em crises. Já os heterodoxos brasileiros são diretamente responsáveis pelas maiores crises econômicas brasileiras depois dos anos 50. Plano Cruzado, Plano Collor, Novo Desenvolvimentismo, etc. Cada grande recessão profunda na economia brasileira recente foi causada pelo fracasso de políticas heterodoxas.

    3 – Que eu saiba os poucos que previram a crise de 2008 foram economistas de mercado, e economistas ortodoxos como Nouriel Roubini, que por não por acaso tem várias ótimas publicações em modelagem matemática e econometria de séries temporais.

    4 – Os heterodoxos adoram citar teoria de complexidade e teoria do caos. O engraçado é que não tem a menor ideia de como funcionam as bases matemáticas destas teorias. Exista toda uma formalização de caos em modelos econômicos (vários trabalhos do William Brock, Scheinkman, etc). O problema é que estes modelos tem um péssimo ajuste aos dados observados, e por isso foram abandonados. Ou como em biologia modelos evolutivos complexos apresentam condições de equilíbrio. Outra ponto é que os heterodoxos também são péssimos em probabilidade e estatística. O treatise on probability do Keynes é um bom exemplo – o Keynes desconhecia basicamente toda a teoria moderna de probabilidade e inferência estatística que existia em sua época, e por isso o tratado é cheio de erros básicos. A obra dele sobre probabilidade subjetiva é desprezível perto das contribuições do De Finetti e do Savage. Ou então os absurdos que os pós keynesianos escrevem sobre probabilidade, com falhas de entendimento básicas sobre o que realmente representa ergodicidade, já que a maioria não tem a menor base matemática para entender os teoremas ergódicos de Von Neumman ou a versão probabilística de Birkhoff. Ou como a teoria do caos depende fundamentalmente do teorema ergódico subaditivo de Kingman para obter propriedades sobre os exponentes de Lyapunov.

    Lentamente a heterodoxia acadêmica brasileira em ciências sociais está definhando, não só em economia. Mesmo os cursos de ciência política e ciências sociais estão migrando para análises quantitativas e modelagem matemática. Se não acreditar dê uma olhada na produção internacional em ciência política aí do IFCH, os nos cursos recentes na FFLCH-Usp sobre econometria de efeitos causais. Mesmo aí na economia da Unicamp há uma nova geração de bons economistas aplicados – Alexandre Gori Maia, Marcelo Justus, Rodrigo Lanna e outros.

    Espero não parecer agressivo, mas acho que o debate aqui no Brasil poderia ter um nível bem mais alto do que essa discussão de textos em jornais.

    Michel

    1. Prezado Michel,
      seu apelo final para o debate ser científico está completamente incoerente com sua apelação ao Fla X Flu de arquibancadas ou das ruas. Você não pode pretender um debate de “alto nível” se de partida desqualifica os debatedores de outra linha de pensamento.

      Antes de mais nada sua atitude é arrogante. Arroga-se o direito de atribuir a si o poder ou o privilégio de ter uma inteligência superior a todos os economistas heterodoxos, simplesmente, porque não são ortodoxos como você! “Espelho, espelho meu, existe alguém mais inteligente do que eu?”

      Não lhe conheço, mas você assume, neste seu comentário o caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, toma uma atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros. O espírito limitado, estreito, de seita, é uma atitude de intransigência que não ajuda em nada ao debate científico e demonstra apenas intolerância sectária.

      Economistas que não conseguem nem conversar civilizadamente entre si se arrogam o poder de comandar todos os agentes econômicos?!

      Esta inteligência binária, tipo “2 neurônio (sic)”, o Tico e o Teco que não conversam entre si, parece te satisfazer ao atribuir tudo de mau a quem pensa diferente de você. Reduzir crises econômicas à responsabilidade exclusiva de economistas de qualquer credo é não enxergar nem suas próprias limitações nem a realidade completa (e complexa) com interações de múltiplos componentes.

      Você se considera, conjuntamente com seus pares ortodoxos, um artesão divino que detém o princípio organizador do universo? Sem criar, de fato, a realidade, você acha que um economista ortodoxo modela e organiza a matéria caótica preexistente através da imitação de modelos eternos e perfeitos?

      Esse seu orgulho ostensivo, altivez, é uma atitude desrespeitosa e ofensiva em palavras, demonstrando apenas insolência ou atrevimento infantil, sob uma capa de falsa erudição. Citar te excita?
      att.

  2. Fernando

    Por que não um debate de pontos ? Aí você responde a cada ponto que eu coloquei, e refuta com argumentos científicos ou evidência empírica. No fundo você evitou responder a cada conjectura que foi colocada no meu texto.
    É assim que a ciência avança – conjecturas e refutações.

    Quanto as citações – é assim que se faz pesquisa, com base no conhecimento do material que já foi produzido. Eu humildemente tento aprender de forma sólida sobre o que eu vou discutir.

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