Metodologia da Economia Positiva

Hausman 3a ed

Embora o já bem conhecido ensaio de Friedman, The Methodology of Positive Economics (1953, Capítulo 7 na antologia organizada por Daniel M. Hausman (The Philosophy of Economics: An Anthology. Cambridge University Press 1984, 1994, 2008; Third Edition in print format: 2007), não se refira à Filosofia da Ciência contemporânea, ele também tenta mostrar que a Economia satisfaz amplamente os padrões positivistas.

Durante décadas após a sua publicação, o ensaio de Friedman dominou o trabalho sobre Metodologia da Economia. Embora quase todos os muitos ensaios que foram escritos em resposta a ele terem sido críticos, o ensaio de Friedman, no entanto, manteve-se como a obra mais influente sobre a metodologia econômica do Século XX.

Friedman inicia seu ensaio prestando uma homenagem ao pai do Keynes.

“Em seu livro admirável sobre The Scope and Method of Political Economy, John Neville Keynes distingue entre “uma Ciência Positiva, um corpo de conhecimento sistematizado sobre o que é; e uma Ciência Normativa ou Reguladora, um corpo de critérios de conhecimento discutir sistematizadas de o que deve ser ; uma Arte, um sistema de regras para a obtenção de um determinado fim”. Enfim, o que deveria ser.

Comenta que “a confusão entre eles é comum e tem sido a fonte de muitos erros perniciosos”; e insta a importância do “reconhecimento uma Ciência Positiva distinta da Economia Política”.

Neste ensaio, Friedman se diz preocupado, primeiramente, com certos problemas metodológicos que surgem na construção de uma “distinta Ciência Positiva”, como Neville Keynes a chamou. Em particular, focaliza o problema de como decidir se uma hipótese levantada em uma teoria deveria ser provisoriamente aceita como parte de um ” sistematizado corpo de conhecimento sobre o que é”.

Uma confusão entre Economia Positiva e Economia Normativa é até certo ponto inevitável. O assunto da Economia é considerado por quase todos como de vital importância para si mesmo e dentro do intervalo de sua própria experiência e competência. Porém, é a fonte de controvérsia contínua e extensa, sendo objeto de frequente legislação.

Autoproclamados “especialistas” falam com muitas vozes e dificilmente podem ser todos considerados como desinteressantes. Em qualquer evento, sobre questões que importam muito, a opinião do “expert” dificilmente poderia ser aceita unicamente na base da fé, mesmo que os “especialistas” estejam de maneira quase unânime desinteressados. Claramente, as conclusões da Economia Positiva parecem ser, e são, imediatamente relevantes para problemas normativos importantes, brotando perguntas de o que deve ser feito e como qualquer dada meta pode ser alcançada. Leigos e especialistas, de modo similar, são inevitavelmente tentados a moldar conclusões positivas, para caber em seus preconceitos normativos firmemente defendidos, e rejeitar conclusões positivas se as suas implicações normativas – ou o que se diz serem as suas implicações normativas – são intragáveis.

A Economia Positiva é, em princípio, independente de qualquer particular posição ética ou julgamentos normativos. Como diz Keynes, trata-se de “o que é“, não de “o que deveria ser.” Sua tarefa é fornecer um sistema de generalizações que pode ser usado para fazer previsões corretas sobre as consequências de qualquer modificação das circunstâncias. Seu desempenho é para ser julgado pela precisão, escopo e conformidade com a experiência das previsões que ele produz.

Em resumo, Economia Positiva é, ou pode ser, uma Ciência Objetiva, precisamente no mesmo sentido de qualquer uma das Ciências Físicas. Naturalmente, o fato de que a Economia lida com as inter-relações dos seres humanos, e que o investigador é ele próprio parte do assunto a ser investigado em um sentido mais íntimo do que nas Ciências Físicas, levanta especiais dificuldades em alcançar a objetividade. Ao mesmo tempo, proporciona ao cientista social uma classe de dados não disponível para o cientista físico.

Mas nem um ponto nem o outro, na visão de Friedman, justifica uma distinção fundamental entre os dois grupos de ciências. A Economia Normativa, de um lado, e a Arte da Economia, de outro lado, não podem serem independentes da Economia Positiva. Qualquer conclusão política, necessariamente, repousa em cima de uma previsão sobre as consequências de fazer uma coisa em vez de outra. Esta previsão deve ser baseada, implícita ou explicitamente, sobre Economia Positiva. Não há, evidentemente, uma relação um-para-um entre Conclusões Políticas e as Conclusões da Economia Positiva. Se houvesse isso, não haveria uma Ciência Normativa em separado. Dois indivíduos podem concordar com as consequências de uma determinada peça de legislação. Um pode considerá-las como um desejável equilíbrio e assim favorecer à legislação; e o outro, como indesejável, e assim opor-se à legislação.

O julgamento de Friedman é que as maiores diferenças entre políticas econômicas no mundo ocidental são, em si, uma declaração “positiva” para ser aceita ou rejeitada na base de evidência empírica. Se este julgamento é válido, isso significa que um consenso sobre “corrigir” uma política econômica depende muito menos do andamento da Economia Normativa adequada do que do progresso de uma Economia Positiva, produzindo conclusões que são, e merecem ser, amplamente aceitas. Isso significa também que uma das principais razões para distinguir Economia Positiva, radicalmente, de Economia Normativa é precisamente a contribuição que pode, assim, ser feita na obtenção de um acordo sobre política.

O objetivo final de uma Ciência Positiva é o desenvolvimento de uma teoria ou hipótese que produz previsões válidas e significativas (isto é, não fruto de truísmo – verdade incontestável ou evidente por si mesma) sobre os fenômenos ainda não observados. Tal teoria é, em geral, uma mistura complexa de dois elementos. Em parte, é uma linguagem destinada a promover sistemáticos e organizados métodos de raciocínio. Em parte, é um corpo de hipóteses substantivas destinadas a abstrair as características essenciais de uma realidade complexa.

Visto como uma linguagem, a teoria não tem nenhum conteúdo substantivo: é um conjunto de tautologias. Sua função é servir como um sistema de arquivamento para organizar o material empírico e facilitar nossa compreensão dele. Os critérios pelos quais deve ser julgada são sua adequação para um sistema de arquivamento.

  • São as categorias clara e precisamente definidas?
  • Elas são exaustivas?
  • Sabemos onde arquivar cada item individual, ou há uma considerável ambiguidade?
  • O sistema de títulos e subtítulos foi concebido de forma que podemos encontrar rapidamente um item que nós queremos, ou devemos lhe caçar a partir de um lugar para outro?
  • São os itens que queremos considerar apresentados conjuntamente?
  • Será que o elaborado sistema de arquivamento evita referências cruzadas?

As respostas a estas perguntas dependem, em parte, de considerações lógicas, em parte, factuais. Os cânones da lógica formal só podem se mostrar em um idioma em particular se são completos e consistentes, isto é, se as proposições na língua são “certo” ou “errado”. A evidência factual só pode mostrar se as categorias do sistema analítico de arquivamento têm um significado e contrapartidas empíricas, isto é, se eles são úteis na análise de uma classe particular de problemas concretos. (…)

Visto como um corpo de hipóteses substantivas, a teoria deve ser julgada pelo seu poder de predição para a classe de fenômenos que se destina a explicar. Unicamente a   evidência factual pode mostrar se é “certo” ou “errado”, ou melhor, tentativamente aceito como válido ou rejeitado.

Como Friedman argumenta de forma mais pormenorizada adiante, o único critério relevante da validade de uma hipótese é a comparação das suas previsões com experiência. A hipótese é rejeitada se suas predições são contrariadas, frequentemente ou mais frequentemente, do que as previsões desde uma hipótese alternativa); aceita-a se as suas previsões não são contrariadas. Uma grande confiança é anexada a ela se sobreviveu a muitas oportunidades para contradição.

A evidência factual nunca pode “provar” uma hipótese. Ela só pode deixar de provar o contrário, que é o que nós geralmente dizer quando dizemos, de uma maneira um pouco inexata, que a hipótese tem sido “confirmada” pela experiência.

Para evitar confusão, talvez deva-se notar explicitamente que as “previsões” pelas quais a validade de uma hipótese é testada não necessita de ser sobre fenômenos que ainda não ocorreram, ou seja, não precisam ser previsões de eventos futuros.

A validade de uma hipótese, nesse sentido, não é por si só um critério suficiente para a escolha entre hipóteses alternativas. Fatos observados são necessariamente em número finito; possíveis hipóteses, infinito. Se existe uma hipótese que é consistente com a evidência disponível, há sempre um infinito número que também são.

Uma teoria é, de maneira mais simples, nada menos que o conhecimento inicial necessário para fazer uma predição em um determinado campo de fenômenos; é mais “frutífera” ou mais precisa a previsão resultante, quanto maior a área dentro da qual caem as previsões da teoria, e mais sugerem linhas adicionais para pesquisas futuras.

A completude lógica e a consistência são relevantes, mas desempenham um papel subsidiário. A sua função é a de assegurar que a hipótese diz o que se pretende dizer e o faz da mesma forma para todos os usuários. Estes desempenham o papel de fazer a checagem da exatidão aritmética tais como em cálculos estatísticos.

Infelizmente, raramente pode-se testar previsões, nomeadamente nos domínios de Ciências Sociais, por experimentos explicitamente concebidos para eliminar as que são julgadas ser as influências perturbadoras mais importantes. Geralmente, temos de confiar em provas lançadas pelas “experiências” que venham a ocorrer.

A incapacidade para realizar os chamados “experimentos controlados”, na opinião de Friedman, não refletem uma diferença básica entre as Ciências Sociais e Físicas porque não é peculiar às Ciências Sociais – a Astronomia testemunha – e porque a distinção entre um experimento controlado e uma experiência descontrolada é apenas uma questão de grau. Nenhum experimento pode ser totalmente controlado, e cada experiência é controlada apenas em parte, no sentido de que algumas influências perturbadoras são relativamente constantes no decurso da mesma.

Evidências lançadas pela experiência são abundantes e frequentemente tão conclusivas como a partir de experiências inventadas. Assim, a incapacidade de conduzir experimentos não é um obstáculo fundamental para testar hipóteses pelo sucesso de suas previsões. (…)

Na medida em que de uma teoria pode ser dita ter “suposições” a respeito de tudo, e assim tanto quanto o seu “realismo” pode ser julgado de forma independente da validade de suas previsões, a relação entre o significado de uma teoria e o “realismo” de suas “suposições” é quase o oposto do que a proposta sob o ponto de vista das críticas. Em hipóteses realmente importantes e significativas serão encontradas “suposições”, que são representações descritivas grosseiramente imprecisas da realidade.

Em geral, quanto mais significativa a teoria, mais irrealistas serão seus pressupostos. A razão é simples. Uma hipótese é importante se “explica” muito com pouco, isto é, se abstrai os mais cruciais elementos da massa de circunstâncias complexas e detalhadas em torno dos fenômenos a serem explicados e permite previsões válidas com base neles sozinhos. Para ser importante, por conseguinte, uma hipótese deve ser descritivamente falsa nos seus pressupostos. Ela leva não leva em conta nenhuma das muitas outras circunstâncias concomitantes, desde que o seu próprio sucesso mostra que eles são irrelevantes para os fenômenos a serem explicados.

Para colocar este ponto de modo menos paradoxal, a questão relevante para perguntar sobre “suposições” de uma teoria não é se elas são descritivamente “realistas”, pois eles nunca são, mas sim se eles são suficientemente boas aproximações para o efeito em mão. E esta questão só pode ser respondida por verificação se a teoria funciona, o que significa que se ela produz suficientemente precisas previsões. (…)

Friedman encerra seu ensaio clássico sobre a Metodologia da Economia Positiva afirmando que “o progresso na Economia Positiva exigirá não somente testes e elaboração em cima de hipóteses existentes, mas também a construção de novas hipóteses.

Sobre este problema há pouco a dizer em um nível formal. A construção de hipóteses é um ato criativo de inspiração, intuição, invenção; sua essência é a visão de algo novo no material familiar. O processo deve ser discutido em categorias psicológicas, não lógicas; estudos em autobiografias e biografias, e não tratados sobre método científico; e promovido por exemplo, não por silogismo ou teorema.

6 thoughts on “Metodologia da Economia Positiva

  1. Prezado Fernando,

    penso a ciência econômica como uma busca frenética por peças de um enorme quebra cabeças; mas, a própria economia não sabe nem o tamanho desse quebra cabeças (uma parte da realidade estudada), e nem mesmo a quantidade de peças necessárias para montá-lo.

    Esse dilema não ocorre somente em economia, toda a ciência está diante de dilemas e paradoxos ainda maiores cujas dúvidas começaram a superar rapidamente as respostas aos problemas analisados.

    A solução para muitos desses dilemas é atualizar o conhecimento adquirido no passado com as comprovações do presente e projetar tudo isso no futuro por meio da tecnologia atual.

    É como se estivéssemos subindo uma escada cujos degraus são virtuais e cada degrau precisa ser projetado na medida da subida e o anterior servirá de base ao posterior; estamos exatamente entre um e outro. Abs.

    Segue o link do livro em PDF: The Philosophy of Economics An Anthology – Daniel M. Hausman: https://drive.google.com/file/d/0B-IzSwsM47neNFJCWjhuM0VhdVU/view?usp=sharing

    1. Prezado Fernando,
      as repartições abstratas da realidade entre as diversas áreas de conhecimento necessitam ser superadas quando baixamos o nível de abstração para fazer Ciência Aplicada.

      Os diversos especialistas têm de dialogar, trocar métodos de análise e informações para gerarmos tecnologia para a tomada de decisões práticas, ou seja, a Arte da Ciência.

      Ciência da Complexidade emerge das interações entre os componentes dessas diversas áreas de conhecimento. Temos de colaborar em sua auto organização sem planejamento central.

      Grato,
      abraço

      1. Prezado Fernando,

        concordo com seu posicionamento e análise, as múltiplas áreas e especialidades são apenas nichos cujos agentes são o elo e precisam manter uma eficiente comunicação e colaboração para que o conjunto possa evoluir.

        Realmente se considerarmos a auto-organização não há a necessidade de um agente central para manter o fluxo constante de informações, os próprios elos já fazem isso. Um exemplo típico são as IAs (Inteligências artificiais), atuando como intermediárias entre os dados, o tratamento desses dados e a transmissão para os canais adequados. Uma IA de mais alto nível irá atuar como nossa coadjuvante, enquanto outra IA de nível mais baixo atuará longe da nossa interação e fará o tratamento de dados intermediárias cujos resultados serão transmitidos para a IA de nível mais próximo a nós.

        Exemplos de evolução dos sistemas computacionais

        Padrão século XX

        Hardware off-line, sistema operacional estático e off-line, aplicativos e programas legados (geravam dados de difícil compartilhamento). Ex: Telefones analógicos, Macs antigos, PCs antigos. Não havia IA (inteligência artificial), a internet estava engatinhando.

        Padrão Século XXI

        Internet em todos os lugares, hardware online (Smarpthones/Tablets/TVs), sistema operacional online (Linux, Android, iOS, Windows, MacOS). Apps (programas auto atualizáveis) cuja principal função é ficar online monitorando nossa atividade com o objetivo de compartilhar nossas informações. As Inteligências Artificiais estão presentes tanto no Hardware quanto no software, possibilitando a identificação e interação constante com as informações coletadas e submetidas a elas.

        Nosso modo de vida hoje é um Lifehacks (vida raqueada), estamos raqueando tudo e isso é muito bom. Até o Obama gosta disso! rsrsrs😉

      2. Prezado Reinaldo,
        lamentável é que, ao mesmo tempo, a rede social demonstra que a cultura cívica é algo que boa parte dos brasileiros — e talvez também os estrangeiros — não possuem.

        Qualquer tentativa de diálogo com um direitista é inútil. Por exemplo, ontem, recebi uma mensagem que não resisti a responder. Um desconhecido J. Clovis Lemes acusava o PT de ter retirado o brasão da República do passaporte!

        Espantado, respondi: “Tenha certo pudor em demonstrar sua estupidez. Sou a favor de uma campanha contra o Império da Burrice na rede social!”

        O engravatado — aparecia uma fotinha dele — retruca imediatamente: “Então comece dando um tiro na propria cabeça! Um PTralha a menos para o bem do Brasil!”

        Só pude comentar: “É, não tem jeito, você não tem vergonha de si próprio. Idiota é aquele que não sabe o mal que faz a si e aos outros.”

        O tal sujeito destemperado diz: “Realmente, não tenho razão para ter vergonha de mim mesmo. Muito pelo contrário, tenho é muito orgulho de não ser retardado de esquerda! Conheci pessoalmente “sua excrecência” Lula da Silva. Estive por muitos anos no serviço diplomático, frequentando Brasília… Fui líder estudantil e coordenador de campanha eleitoral quando jovem… Sei do que estou falando.”

        Fico tentando entender: o que leva tal sujeito a esse discurso de ódio pessoal? Trauma de uma infância infeliz com má educação? É mais fácil culpar um bode-expiatório para seus problemas pessoais, i.é, por ter sido derrotado pela vida? Vê gente mais pobre ascendendo para um status social acima do dele? Acha que gente mais culta — e geralmente de esquerda — o esnoba?

        Confesso que não entendo a razão objetiva do discurso de ódio. Talvez seja apenas emocional ou o instinto primário de competição violenta do animal humano predador que se tornou descontrolado pelo poder de se expressar livremente na rede social. Escondido pelo anonimato de sua mediocridade perdeu o pudor de demonstrar como realmente é…

        Triste. Lamentável.
        abs

  2. Prezado Fernando,

    você mencionou as redes sociais e essas redes começaram a ser organizadas por graus de interesse, ex: o Facebook é a maior rede, trata-se de uma coletânea do entretenimento e focada no entretenimento; mais parede um big brother ao inverso, no lugar de todos assistirem o que um faz, todos assistem ao que todos fazem.

    Há também as redes especializadas por graus de interesse, ex: Flicker e 500PX, gosto muito dessas redes cujo foco é na fotografia amadora e profissional. Observe algumas das minhas fotos:

    https://www.flickr.com/photos/rcristo/
    https://500px.com/rcristo
    https://500px.com/rcristo/galleries/favorites

    Outra rede que considero importante é o Quora (para especialistas nos assuntos divulgados) ex: https://www.quora.com/pinned/Falcon-9

    No Quora você pode ler e interagir com a opinião dos especialistas nas áreas específicas tais como: economistas, tecnólogos, astronautas, engenheiros, cientistas, médicos, psicólogos, etc. Recomendo bastante para assuntos do seu blog; aliás, todas as redes possuem os Apps para nossos Smartphones iOS, Android, MacOS.

    Também têm alguns sites que funcionam como se fossem redes sociais, como o debate.org, inclusive até o Ateísmo do Obama está em discussão por lá: http://www.debate.org/opinions/is-obama-an-atheist

    Com relação ao discurso de ódio dos anti-petistas, estão defendendo seu status-quo, portam a bandeira do individualismo e excluem o coletivismo, gostam da minoria e têm medo da maioria. Quando se expressam de forma agressiva estão vivenciando um enorme descontentamento pessoal que muitas vezes nada tem a ver com o assunto pautado ou discutido. Abs.

    1. Prezado Reinaldo,
      grato pelas dicas. A partir da experiência de “deslikes” de amigos no “feicebuque”, na eleição de 2014, abandonei-o. Em uma estratégia de avestruz, preferi manter o autoengano a partir da boa lembrança deles no passado do que ver a realidade deles no presente.

      Está aí uma grande dificuldade de inter-relacionamento social. A gente vê tanto fascistas brasileiros se expressando com liberdade na rede social que passa a ter cautela dobrada com estranhos.

      Os fascistas querem matar os que denominam “petralhas”, i.é, a maioria do eleitorado! E esta maioria quer só defender a democracia. Criminoso é quem atenta contra esse pacto de convivência social de modo pacífico.
      abs

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