Placares de Futebol e “Freguesia”: o Passado não guia o Futuro, mas sim o Acaso e as Falhas Presentes no Jogo

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A Copa do Mundo da FIFA de 2018, sediada na Rússia, começou oficialmente no dia 14 de junho, e já está na fase final, com França e Croácia na disputa pela taça. Neste gráfico, publicado como parte da cobertura especial do mundial, o Nexo analisou o histórico de desempenho do Brasil contra os diversos adversários — não apenas nas Copas, mas em todas as partidas de 1914 até os últimos jogos antes da Copa da Rússia.

O primeiro fator a ser analisado é o saldo de gols, ou seja, a diferença entre o número de gols marcados e de gols sofridos pelo Brasil em todas as suas partidas. É possível ver que o saldo positivo de um gol é o mais comum para a seleção, seguido de um empate e do saldo de dois gols. Outros saldos, mais incomuns, como a goleada de 10 a 1 contra a Bolívia em 1949, e grandes derrotas, como o 7 a 1 contra a Alemanha em 2014, também são visíveis no gráfico.

Os placares resultantes nesses saldos de gols são demonstrados por meio da seguinte visualização. Traz em um eixo o número de gols feitos pelo adversário e, no outro, o número de gols feitos pelo Brasil. Quanto maior o círculo em determinada casa do gráfico, mais frequente é aquele placar. Dessa forma é possível observar tanto os placares mais comuns quanto as goleadas.

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Além do saldo de gols geral do Brasil, o gráfico traz também os saldos da seleção contra cada um dos 16 adversários contra quem mais jogou ao longo dos anos, bem como um histórico de seu desempenho em pontos contra eles em gráficos de linha. Essa visualização permite observar os períodos em que teve melhor (ou pior) performance contra cada um, como Argentina ou Uruguai, por exemplo.

Outro fator aparentemente importante, mas na verdade sem nenhuma importância no presente, porque os times são completamente diversos, exceto nos uniformes, é a comparação entre as equipes com base na taxa de aproveitamento: a porcentagem de pontos obtidos em relação ao total de pontos possíveis.

Nesse quesito, o Brasil tem altas taxas contra praticamente todas as outras seleções, com exceção da Holanda, da Hungria e da Noruega (única equipe de quem o Brasil nunca ganhou). No caso da Argentina, o desempenho é menor do que 50%, mas sobretudo devido a empates, porque o Brasil ganhou mais do que perdeu.

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Ao final, o gráfico traz a tabela com o total de vitórias, empates e derrotas contra todas as seleções com quem já jogou. É importante ressaltar que, para este e todos os outros gráficos de Copa da cobertura do Nexo, as seleções são agrupadas por suas confederações regionais. Não necessariamente correspondem aos seus continentes de origem

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