Leituras de Cabeceira: Arte de Comunicar

Após a formatura no Ensino Superior, passamos a estudar por conta própria. Quem não “aprendeu a aprender”, seja na graduação, seja na pós-graduação, pode ter grandes dificuldades em se manter atualizado. O conhecimento exige periódicas reciclagens. O “lixo” falseado é descartado — e passamos a consumir novas ideias.

Sem a orientação direta de professores, nos tornamos autodidatas. Quem se instrui por esforço próprio, sem a ajuda de mestres, buscar ler mentores. Alguém nos serve de guia, de sábio e experiente conselheiro. Descobrimos autores inspiradores, estimulantes, criativos ou orientadores para nossas ideias, ações, projetos, realizações, etc.

Sempre fiz minhas leituras sublinhando frases e/ou conceitos-chaves. Depois, para não esquecer, resumia-as ou as anotava em papel. Antes era em cadernos, depois de 22/01/2010, quando iniciei este modesto blog pessoal, passei a fazer resenhas online. O blog virou meu HD, ou melhor, “memória ambulante”, fonte de consultas permanentes. Com a vantagem de compartilhar com quem quiser buscar conhecimento gratuitamente.

Ao se aproximar a data do nono aniversário deste blog, surpreendentemente, constatei ter publicado trezentos e trinta artigos-resenhas. A postagem diária me incentivou a leitura e o compartilhamento de minhas impressões a respeito dos livros.

Dado o volume, para facilitar a consulta periódica em meus iPads/iPhone resolvi compilar, ou seja, enfeixar, em uma única obra, textos, documentos e extratos provenientes de origens diversas. É resultado também de uma aprendizagem recente, facílima, mas até o ano passado desconhecida por mim: editar um livro eletrônico, fazendo sua capa, via Canvas, e sumário com hiperlinks para títulos-e-subtítulos na sequência Word-Pages-pdf-epub.

Neste volume da coletânea Leituras de Cabeceira, anotei o aprendido por mim a respeito de leituras para ensinar meus alunos e/ou seguidores:

  1. Leitura Elementar:  “O que a frase diz?”.
  2. Leitura de Averiguação ou Investigação (também chamada de pré-leitura ou garimpagem): “Este livro é sobre o quê?”.
  3. Leitura Analítica: é a melhor leitura possível, voltada basicamente para a compreensão mais profunda do livro, feita quando não existe limite de tempo.
  4. Leitura Comparativa: implica a leitura de muitos livros sobre certo tema, pondo-os em relação uns com os outros e com o tema. É o nível mais difícil de se alcançar, e não há pleno acordo sobre suas regras. Porém, é também o mais recompensador de todos os níveis.

Este última leitura é a possibilitada nessa coletânea de 12 volumes de resenhas, resumos e anotações. Cada volume configurará espécie de apostilanotas breves acrescentadas à margem de uma obra, para esclarecê-la ou complementá-la. Em cada livro eletrônico estarão reunidas minhas anotações feitas de leituras de obras de outros autores.

Meu ofício se resume a isso: ler, pensar, argumentar, escrever, dar aulas, palestrar e debater. Para nele me aprimorar, li muitos autores. Coloco à disposição, gratuitamente, o aprendido: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – Arte de Comunicar

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