Perfil do Exportador Paulista

PEP 2014

Sergio Leo é jornalista e especialista em relações internacionais pela UnB. É autor do livro “Ascensão e Queda do Império X”, lançado em 2014. Em sua coluna (Valor, 13/04/15) resenhou o seguinte estudo: FIESP – Perfil do Exportador Paulista-2014

Download de Estudo do SEADE sobre a importância das exportações para as diversas regiões paulistas:

http://www.seade.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Primeira_Analise_n10_janeiro2_2014.pdf

Principal motor da economia brasileira, São Paulo começa a ver surgir novos polos de exportação de maior valor agregado, mas a venda ao exterior de produtos de alta intensidade tecnológica, como aviões, farmacêuticos, instrumentos médicos e computadores representa, ainda, apenas 11,1% do total. Produtos de média-alta intensidade tecnológica, como veículos, máquinas e equipamentos mecânicos e produtos químicos somam 29,7% de todas as exportações do Estado. Já as importações de produtos com alta ou média-alta intensidade são 65,5% do total.

Com origem concentrada nas regiões de São Paulo, Campinas e São José dos Campos, essas exportações altamente competitivas começam a partir em maior quantidade também de outros centros urbanos, como São Carlos, com a instalação de novas fábricas.

O detalhamento das vocações exportadoras de cada município paulista resulta de um estudo ainda inédito recém-concluído pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que pode mudar a maneira governamental de incentivar a produção industrial no país.

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Regiões Rurais

O IBGE divulgou, no dia 30 de abril de 2015, a 1ª parte do projeto Regiões Rurais, que tem por objetivo elaborar uma divisão regional do Brasil a partir da dinâmica geográfica traçada pela produção agroindustrial no território nacional. Nesta divulgação, o estudo apresenta a lista com as 104 Regiões Rurais definidas, além de uma abordagem conceitual, que passa pela compreensão da dinâmica territorial brasileira, e a metodologia geográfica, que reúne informações estatísticas e cartográficas e possibilita uma visão integrada e abrangente da realidade rural, não mais se limitando ao estritamente agrícola.

A lista com as 104 Regiões Rurais e outras informações referentes a essa divulgação estão disponíveis nos links:

http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/geografia/default_regioes_rurais.shtm Continuar a ler

Estudo Metodológico sobre Mudança Demográfica e Projeções de População

Fim do BD II Fim do BD I Proveito do Bônus Demográfico

O IBGE disponibilizou, no dia15/04/2015, no seu portal na internet a publicação “Mudança Demográfica no Brasil no Início do Século XXI: Subsídios para as projeções da população do Brasil e das Unidades da Federação”. A obra reúne textos analíticos sobre as mudanças demográficas experimentadas pela população brasileira, que embasaram a elaboração das Projeções da População do Brasil e das Unidades da Federação 2000-2060. A publicação completa pode ser acessada na página http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/
mudanca_demografica/default_mudanca_demografica.shtm
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PO 2013

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Atlas da Complexidade Econômica

OEC Produtos Exportados pelo Brasil 2012 O Observatório da Complexidade Econômica traz dados do comércio internacional e indicadores de complexidade econômica. São disponíveis através de milhões de visualizações interativas.

Visite o site: https://atlas.media.mit.edu/pt/

Aproveite e conheça o site que dá acesso fácil a dados dos municípios brasileiros: http://pt.dataviva.info/

Os economistas Ricardo Hausmann da Harvard University e César Hidalgo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) lançaram o interessante (e muito atraente visualmente) Atlas da Complexidade Econômica. Analisam questões de complexidade na construção de blocos de crescimento econômico. Hidalgo é um físico que aplica seu conhecimento de redes para a Economia. Índice de Complexidade Econômica do Brasil Baixe o livro em pdf: https://atlas.media.mit.edu/static/atlas/pdf/AtlasOfEconomicComplexity_Part_I.pdf https://atlas.media.mit.edu/static/atlas/pdf/AtlasOfEconomicComplexity_Part_II.pdf Continuar a ler

Quanto Vale o BNDES? (por Mauro Santayana)

BNDES

Meu ex-aluno, Evandro Luiz, enviou-me o artigo escrito por Mauro Santayana e publicado pelo JB (11/05/15). Ele já tinha sido enviado por Gerson Gomes, o que demonstra que teve repercussão. Compartilho-o abaixo.

“Nos últimos quatro meses, as ações da Petrobras já subiram mais de 50%. Em abril, foi finalmente apresentado, com elastiquíssimas provisões para corrupção, o seu balanço. Prisões, em regime fechado, de executivos de algumas das maiores empresas de infraestrutura e engenharia do país, responsáveis por milhares de empregos, bilhões de reais em projetos, e com endereço fixo e vida definida, foram sensatamente revogadas pela justiça. As dezenas, quase uma centena, de bilhões de reais em roubo cansina e maciçamente anunciadas, aos quatro ventos, se transformaram em centenas de milhões de reais de dinheiro efetivamente pago e devidamente localizado, em um valor total que, até agora, é de mais ou menos o valor dos recursos envolvidos no pseudo “cartel” do Trensalão de São Paulo, e um pequeno percentual dos escândalos do CARF, do HSBC, e, principalmente, do Banestado, em que pela segunda vez se cruzaram os destinos do doleiro Alberto Youssef e do Juiz Sérgio Moro.

Desinflando-se, paulatinamente, o balão da Petrobrás, os adversários do governo partem para nova e desesperada expedição de busca de pelo em cabeça de ovo e de chifre em cabeça de cavalo, apontando suas armas para outro símbolo emblemático do nacionalismo brasileiro, de fundamental importância para o desenvolvimento nacional. Continuar a ler

O Estado Criativo

 

Mariana MazzucatoRecebi uma mensagem do nosso saudoso “correspondente europeu”, o português Miguel Amaral:

“Espero que esteja tudo bem com você. Faz tempo que não lhe escrevo, mas hoje decidi fazê-lo porque encontrei algo interessante e creio que vale a pena partilha-lo com você. Hoje, o Partido Socialista fez uma apresentação no ISEG daquilo que poderá ser o seu programa de governo.

Convidaram uma acadêmica italiana, Mariana Mazzucato, que falou do papel do Estado Empreendedor, nomeadamente, da importância do sector público na inovação.  Não sabia que o Sillicon Valley no seu inicio tinha sido financiado pelo sector público, sempre pensei que fosse uma obra exclusiva do sector privado. Tal como não sabia que o Iphone usava tecnologia que tinha sido desenvolvida pelo Departamento de Defesa Americano.

Fernando, deixou aqui o link do artigo e um pdf em português da parte inicial do seu livro O Estado Empreendedor.

http://www.publico.pt/politica/noticia/e-para-pensar-a-grande-que-o-ps-quer-o-investimento-publico-1693065?page=1

Um Abraço,
Miguel.”

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Inovação

Marcas e Patentes Empresas InovadorasInovação criativa

Será que o inventor acima registrou a patente de sua inovação criativa?

Vanessa Jurgenfeld (Valor, 06/04/15) reproduziu uma preciosa informação da minha ex-aluna, Fernanda de Negri (IPEA). Ela diz que “a Petrobras sozinha responde por cerca de 20% a 25% do total de inovações feitas no país; é a principal empresa a puxar a inovação”. Todos os cidadãos brasileiros devem tomar consciência disso — e botar a mão na consciência antes de atacar nossa maior empresa.

Também sei — informação do João Carlos Ferraz, ex-VP-BNDES / UFRJ — que “os fornecedores da Petrobras contratam cerca de 1/4 da força de trabalho formal no País”. Dos 446 mil funcionários da Petrobras, 360 mil são terceirizados. Impressionante, não? E quem duvida que a economia brasileira terá uma Economia do Petróleo na próxima década?! Só os pessimistas / derrotistas / golpistas…

Chega de golpismo! Os corruptores-e-corruptos já começaram a ser punidos. E a vida continua

Ou os brasileiros querem ser estúpidos e paralisar o País? Não vamos dar mais “tiro-no-pé”!

Naturalmente, haverá algum atraso na estratégia de nossa independência econômica, porém não será “o fim do Brasil” como prega a direita golpista, querendo vender o que puder. Com Acordos de Leniência (leia: https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2015/03/23/cartel-e-acordo-de-leniencia/), dará para recuperar os R$ 6 bilhões subtraídos pelo cartel das empreiteiras. Isto cabe nos balanços de grandes CNPJs. Porém, nossos pobres CPFs se impressionam muito com a soma. Pessoas físicas se corrompem por “poucos” milhões… Para que? Consumir mais? Sexo, droga e… decadência esnobe?! Gente estúpida…

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