Rumo da Ciência: Multidisciplinar, Interdisciplinar ou Transdisciplinar?

No dia 26/06/2020, fiz uma vídeo-conferência a convite de seus professores para os alunos da pós-graduação do Departamento de Política e Ciência Tecnológica do Instituto de Geociências da UNICAMP:  https://drive.google.com/file/d/1I3yEzx33Ean7HBEton7lTG_w9nAKocXi/view?usp=sharing Inspirado por sua preparação, escrevi o artigo abaixo.

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29 Minutos Para Falar Bem Em Público – Parte V

Prossigo com o resumo das principais ideias do livro de autoria de Rachel Polito e Reinaldo Polito: “29 minutos para falar bem em público” (Rio de Janeiro: Sextante, 2015).

COMO SER BOM DE PAPO

  • Seja natural. Essa é uma das regras mais importantes para quem deseja conversar bem.
  • Demonstre ouvir com interesse. Use expressões fisionômicas ou palavras indicativas de estar acompanhando e se interessando pela conversa.
  • Aprenda a contar histórias curtas e interessantes. Essa é uma combinação importante, pois, em uma boa conversa, de maneira geral, não adianta a história ser curta se não for interessante, nem ser interessante se não for curta.
  • Desenvolva seu lado espirituoso e bem-humorado. Esses recursos tornam as conversas atraentes e instigantes.
  • Faça perguntas fechadas (“quem?”, “onde?”, “quando?”) ou abertas (“por quê?”, ”como?”, “de que maneira?”), dependendo do rumo desejado dar à conversa.
  • Tenha interesse verdadeiro pelas pessoas com quem conversa.

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29 Minutos Para Falar Bem Em Público – Parte IV

Prossigo com o resumo das principais ideias do livro de autoria de Rachel Polito e Reinaldo Polito: “29 minutos para falar bem em público” (Rio de Janeiro: Sextante, 2015).

COMO DAR UM SHOW NO PALCO

  • Descubra o feito por você de melhor e use em suas apresentações. Você sabe contar piadas ou histórias interessantes? Sabe fazer imitações? Leve para os ouvintes essas habilidades. Esse é o espetáculo necessário para sua apresentação ser bem-sucedida.
  • Pratique contar histórias interessantes para amigos e familiares. Essas situações são as mais adequadas para ensaiar esses ingredientes espetaculares. Se funcionar nos ambientes mais íntimos, também poderá dar resultado diante dos ouvintes.
  • Saiba dosar o show de acordo com o tipo de plateia pela frente. Quanto mais numeroso e inculto o público, mais espetacular poderá ser a apresentação. Quanto menor e mais instruído o público, mais moderado deverá ser o espetáculo.

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29 Minutos Para Falar Bem Em Público – Parte III

Prossigo com o resumo das principais ideias do livro de autoria de Rachel Polito e Reinaldo Polito: “29 minutos para falar bem em público” (Rio de Janeiro: Sextante, 2015).

COMO EXPOR PARA APROVAR UMA PROPOSTA

  1. Grupos são diferentes
  2. Conheça os ouvintes / público-alvo
  3. Teste a reação da plateia
  4. Estabeleça a profundidade do tema
  5. Não confunda o tipo de resistência do grupo ao assunto com à sua pessoa
  6. Concorde com os pontos em comum
  7. Demonstre seu conhecimento
  8. Tranquilize os ouvintes
  9. Trabalhe previamente nos bastidores
  10. Leve o melhor possível
  • Antes de apresentar uma proposta, converse pessoalmente “nos bastidores” com os envolvidos na avaliação dela. Assim, será mais fácil afastar as possíveis resistências.
  • Os ouvintes apresentam características peculiares. Procure descobrir a faixa etária, o nível intelectual e o conhecimento possuído sobre o assunto. Dessa forma, será mais simples adequar a mensagem ao interesse e às características das pessoas.
  • Avalie se há resistência dos ouvintes. Se ela for em relação a você, mostre conhecimento e autoridade. Se for relacionada ao assunto, inicie tocando nos pontos com os quais o público concorda. Se o problema for o ambiente, prometa ser breve na exposição.
  • Não use um argumento polêmico para apoiar outro argumento polêmico.

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29 Minutos Para Falar Bem Em Público – Parte II

Prossigo com o resumo das principais ideias do livro de autoria de Rachel Polito e Reinaldo Polito: “29 minutos para falar bem em público” (Rio de Janeiro: Sextante, 2015).

COMO TER SUCESSO NA COMUNICAÇÃO EM CINCO PASSOS

  1. Conteúdo
  2. Emoção
  3. Voz
  4. Ouvintes ou Público-Alvo
  5. Naturalidade
  • Conheça o assunto e demonstre domínio do tema a ser apresentado. Quanto mais conhecimento tiver sobre a matéria a ser exposta, maiores serão sua segurança e sua desenvoltura.
  • Ordene bem o raciocínio: tenha uma linha lógica com começo, meio e fim.
  • Fale com envolvimento e emoção. Se não demonstrar interesse pelo objeto de sua fala, não poderá envolver e interessar os ouvintes.
  • Tenha personalidade na voz e na maneira de se expressar. Procure falar sempre um pouco mais alto do suficiente para as pessoas o ouvirem.
  • Aprenda o máximo possível sobre os ouvintes e adapte a mensagem de acordo com as características deles.
  • Seja natural e espontâneo.

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29 Minutos Para Falar Bem Em Público – Parte I

Rachel Polito e Reinaldo Polito escreveram o livro “29 minutos para falar bem em público” (Rio de Janeiro: Sextante, 2015). Com este livro você vai aprender, em apenas 29 minutos, a falar em público e a conversar com as pessoas de maneira segura e desembaraçada.

Por que 29 e não 30 minutos ou uma hora? Simples: para você saber as técnicas mais relevantes da comunicação poderem ser aprendidas em menos de meia hora.

Reuniram tudo necessário para resolver as questões mais complexas da arte de falar em público, sobretudo em situações nas quais tem pressa. Alguns conceitos – como naturalidade, emoção, conteúdo, voz, vocabulário, expressão corporal e planejamento – são tão importantes a ponto de se repetirem diversas vezes em diferentes capítulos, dependendo do contexto abordado.

Você tem pelo menos três formas de ler este livro.

A primeira leva apenas 29 minutos, é ir direto ao final de cada capítulo até a seção “Para ler em menos de um minuto”, onde encontrará um resumo do tratado ali.

A segunda é voltar ao sumário e escolher os assuntos mais interessantes, para você, em determinado momento. Por exemplo: talvez você não precise usar recursos audiovisuais na sua apresentação, nem aprimorar técnicas para conversar dentro de um elevador. Assim, sinta-se livre para eleger os capítulos de fato essenciais para esse pouco tempo à disposição agora e pular os demais.

Mais tarde, tendo atendido às suas demandas de comunicação mais urgentes, você poderá se dedicar à terceira forma. Esta é a leitura mais detalhada e completa.

Resumirei aqui a primeira forma de ler este livro. Sumariza o necessário para eu me lembrar de boas práticas, realizadas por mim há 35 anos: dar aulas e palestrar.

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Capital e Dívida: Ciclos de Endividamento

Estarei hoje (29/11/19) no programa de Pós-Graduação do Curso de Ciências Econômicas: Economia, Desenvolvimento e Integração da
Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçú. A ideia é realizar um debate acadêmico com o seguinte tema:  Estratégias macroeconômicas para retomada do desenvolvimento. O outro debatedor será o prof. Leonardo Burlamaqui.

Download de minha apresentação: FERNANDO N. COSTA – Ciclos de Endividamento – UNILA- Foz do Iguaçú 29.11.19

Eu a transcrevi no artigo abaixo.

Li uma “frase esperta” não me lembro onde: “Tentar analisar o capitalismo e
deixar de lado bancos, dívidas e dinheiro é como tentar analisar voos de pássaros e ignorar eles terem asas. Boa sorte!

Alguns autores da literatura de “financeirização” consideram o capital financeiro como improdutivo. Por definição, se restringe à circulação e à troca de propriedades privadas. Por isso, desejam cindi-lo do capitalismo! Ora, o capital-dinheiro é acumulado previamente e daí contrata a força do trabalho despossuída e/ou livre para se vender, criando a relação de produção capitalista. O capitalismo é um sistema financeiro complexo com múltiplos componentes interagindo, entre outros, capital e dívida.

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