Economia Monetária 2017

UnicampINSTITUTO DE ECONOMIA

Maiores Informações: Secretaria de Extensão (das 09h00 às 21h00)Fone: (019) Fone: (019) 3521-5709 / 3521-5834
E-mail: extensao@eco.unicamp.br :http://www.eco.unicamp.br

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ECONOMIA FINANCEIRA (ECO-200)

ECO-201        ECONOMIA MONETÁRIA

EMENTA: Origem, formas de moeda e funções do dinheiro. Formação da Taxa de Juros. Debate sobre Juros no Brasil. Teorias das Decisões Financeiras em Condições de Incerteza: Finanças Racionais (fluxo de caixa descontado, diversificação do risco e eficiência do mercado) e Finanças Comportamentais (viés heurístico, dependência da forma, ineficiência do mercado).

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Fernando Nogueira da Costa

LOCAL E HORÁRIO: Pavilhão da Pós-Graduação no IE-UNICAMP, segunda-feira, 19:15-22:15

Guias Didáticos:

Fernando Nogueira da Costa – Economia Monetária e Financeira: Uma Abordagem Pluralista. São Paulo, Makron Books, 1999.

Fernando Nogueira da Costa – Cartilha de Finanças Pessoais. Campinas, IE-UNICAMP, 28-set-2016.

PROGRAMA E BIBLIOGRAFIA:
Continue reading “Economia Monetária 2017”

Economia Monetária – 2016

UnicampINSTITUTO DE ECONOMIA

Maiores Informações: Secretaria de Extensão (das 09h00 às 21h00)

Fone: (019) Fone: (019) 3521-5709 / 3521-5834

E-mail: extensao@eco.unicamp.br :http://www.eco.unicamp.br

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ECONOMIA FINANCEIRA (ECO-200)

ECO-201        ECONOMIA MONETÁRIA

EMENTA: Origem, formas de moeda e funções do dinheiro. Teoria Financeira de Hyman Minsky. Regulação econômica. Debate sobre Independência do Banco Central. Formação da Taxa de Juros. Debate sobre Juros e Inflação. Formação da Renda e Poupança. Debate sobre Poupança. Riqueza Financeira.

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Fernando Nogueira da Costa

MÉTODO DIDÁTICO: reunir teoria e debate sobre cada tema. Em uma aula, serão apresentados fundamentos teóricos para a análise de alguma questão monetária, na seguinte, esses fundamentos serão aplicados ao estudo do caso brasileiro. Continue reading “Economia Monetária – 2016”

Aula sobre Independência do Banco Central

UnicampAula 8 Independência do Banco Central

Resumo: A recente política brasileira de estabilização inflacionária demonstrou, mais uma vez, que um Banco Central Independente não é nem condição necessária nem suficiente para combater a inflação. Para o sucesso dessa política, houve necessidade de uma política macroeconômica abrangente e coordenada – envolvendo política de abertura comercial, política fiscal, política de rendas, política cambial e política de juros –, em condições internacionais propícias ao acúmulo de reservas internacionais e à sobrevalorização da taxa de câmbio. A Independência do Banco Central também não teria conseguido controlar a endogeneidade da oferta de moeda, ou seja, a remonetização, determinada pela nova demanda por moeda dos agentes econômicos, nas condições de estabilidade inflacionária.

independência do banco central é mero oportunismo eleitoreiro, ou seja, é um falso problema o do controle da quantidade de moeda; o verdadeiro problema é o do financiamento do gasto público. Portanto, a questão fundamental é política, pois cabe ao Poder Executivo executar as decisões de gastos, aprovadas pelo Poder Legislativo, com ou sem a autonomia do Banco Central. Está relacionada à necessidade de uma reforma fiscal com progressividade dos impostos.

Os cidadãos bem informados devem estar alertas para seu voto não validarem o risco da Independência do Banco Central em relação ao governo, levando-o a sua “privatização”, ou seja, à total subordinação aos interesses privados do mercadoO Banco Central torna-se independente de O Governo e dependente de O Mercado. Cria-se um Poder Tecnocrático não eleito para controlar a Nação!

Curso Economia Monetária Através de Filmes

UnicampINSTITUTO DE ECONOMIA

Maiores Informações: Secretaria de Extensão  (das 09h00 às 21h00)

Fone: (019) 2788.5709 / 2788.5728 – Fax: (019) 2788.5815

E-mail: extensao@eco.unicamp.br  / http://www.eco.unicamp.br

 

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM  ECONOMIA FINANCEIRA (ECO-200)

ECO-201        ECONOMIA MONETÁRIA

EMENTA: Postulados da Teoria Quantitativa da moeda e da Teoria alternativa da moeda. Origem, formas de moeda e funções do dinheiro.  Formas de criação e de entrada da moeda na Economia. Demanda por moeda.  Preferência pela liquidez e taxa de juros. Exogeneidade ou endogeneidade da oferta de moeda. Mecanismos de transmissão monetários: efeitos sobre o produto, emprego e inflação. Teorias de inflação moderada, inercial, acelerada e hiperinflação.  Política de estabilização. Condução da política monetária pelo Banco Central.

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Fernando Nogueira da Costa

MÉTODO DIDÁTICO: reunir teoria e debate com base em filmes. Em cada aula, serão apresentados fundamentos teóricos para a análise de alguma questão monetária visualizada através de filme.

Continue reading “Curso Economia Monetária Através de Filmes”

Crash

Aula 9 Crash 2008

UnicampResumo da Aula:

Segundo uma interpretação, a origem da crise financeira atual está no banco central norte-americano, o Federal Reserve. Enquanto ele se empenhava no controle da inflação de preços ao consumidor,  optava por ignorar os perigos da inflação de ativos financeiros, enganado pela tese da auto-regulação: “os mercados livres são capazes de se regular”.

Segundo outra interpretação, a origem da crise de crédito atual está nas mudanças institucionais ocorridas em instituições financeiras de Wall Street, depois de  1980, inclusive quando foi derrubado o Glass-Steagall Act, vigente desde 1933, em 1999, passou haver desintermediação bancária, e os planos de negócios passaram a comportar três componentes básicos:

  1. As empresas financeiras foram além do seu papel tradicional de consultoras e intermediárias para assumir papel de sócias em negócios especulativos.
  2. As remunerações dos executivos foram infladas por bônus anuais por desempenho, incentivando a tomada de risco em curto prazo.
  3. Os bancos de investimento passaram a depender em grande medida de dinheiro emprestado, para fazer “alavancagem financeira” com capital de terceiros.

 

 

Economia de Bolhas

Aula 8 Economia de Bolhas

UnicampResumo da Aula:

Bolhas” surgem quando os preços de mercado  dos ativos são inconsistentes com o que os fundamentos macroeconômicos justificariam. Economia de boom (com alto crescimento) gera bolha de ativos quando a escala de influxos nominais de riqueza à caça de oportunidades em ativos reais ultrapassa a capacidade de criação desses ativos de capital. As bolhas de ativos, seguidas por  os colapsos de ativos, são virtualmente onipresentes em economias (ou em mercados) com fronteiras delimitadas.

Inflação e Deflação de Ativos

Aula 7 Inflação e Deflação de Ativos

UnicampResumo da Aula:

Em economia aberta, o aumento do preço de demanda dos ativos de capital e a perspectiva de ganhos com a valorização dos ativos intensifica o ingresso de capitais estrangeiros. Mas esse influxo contribui para uma apreciação da moeda nacional, em regime de câmbio flexível, com impacto sobre o balanço comercial. A facilidade de importações a custo mais baixo amortece, temporariamente, as pressões inflacionárias em preços correntes, típicas dos estágios avançados dos ciclos expansivos. No entanto, com o agravamento do déficit no balanço de transações correntes, aumenta a possibilidade dos investidores internacionais se recusarem a continuar absorvendo ativos ou títulos de dívida denominados na moeda do país deficitário, mesmo sob o aval do Tesouro Nacional desse país. Uma alternativa para a autoridade monetária do país é compensar a queda do cupom cambial para os investidores estrangeiros – dado o aumento no risco de perda, pela depreciação da moeda nacional, no momento de retirada de capitais – com um aumento no diferencial entre juros domésticos e juros internacionais (i – i* = ê, isto é, taxa de depreciação esperada). Mas as autoridades monetárias, nestas circunstâncias, são colocadas diante de uma escolha difícil. O temor de uma aceleração da inflação e da saída de capitais recomendaria a subida dos juros de curto prazo. Esta medida poderia, no entanto, deflagrar um perigoso colapso na bolha formada pelo crescimento desmesurado dos preços dos ativos.