Pessoas bem-sucedidas raramente admitem a sorte ou o acaso

Michiel de Hoog studied English and History at Utrecht University. He is the Sports correspondent for De Correspondent. Previously he wrote for the Dutch newspaper Het Parool and de Volkskrant. O artigo abaixo apareceu pela primeira vez no De Correspondent. Foi traduzido pelo Google Tradutor.

Pessoas de sucesso geralmente atribuem seu sucesso a seus próprios esforços. E os fracos geralmente culpam as circunstâncias. Mas Roger Schmidt é uma exceção: ele reconhece dever seu sucesso inesperado à sorte e à coincidência. Exatamente isso o torna um bom treinador.

Você nunca sabe se uma falha no churrasco levará a uma publicação científica, mas às vezes acontece.

Mario Molina e Mauricio Bucca – dois estudantes chilenos de Sociologia da Universidade Cornell – conheceram o jogo de cartas conhecido como Presidente através de alguns amigos americanos durante um churrasco no verão de 2015. O objetivo do jogo é se livrar de suas cartas como o mais rápido possível. A maneira como você pode fazer isso é regida por algumas regras simples.

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Contratos de Namoro durante a Pandemia

Beatriz Olivon (Valor, 22/07/2020) informa: advogados de família relatam aumento na procura por contratos de namoro durante a pandemia. Muitos casais que não têm a intenção de formar uma família, mas decidiram passar o isolamento social juntos, buscam documentar a relação para evitar problemas.

Com a medida, é possível afastar a união estável e discussões sobre divisão e confusão de patrimônio, que podem ter consequências inclusive nos negócios.

O instrumento surgiu há cerca de cinco anos e ganhou força na doutrina jurídica. Mas o contrato de namoro é ainda um pouco polêmico no direito, avalia Rodrigo da Cunha Pereira, advogado e presidente do Instituto Brasileiro do Direito de Família (IBDFAM). “Sou favorável e já fiz muitos, alguns durante a pandemia”, afirma.

O perfil mais comum de quem procura esses contratos é de divorciados que não querem se casar novamente e estão em um relacionamento em que há diferença de renda. Pereira afirma que já atendeu outros tipos de perfis, como de jovens de cerca de 20 anos, com filho, que não queriam a configuração de união estável. “Com a mudança de costumes há um limiar muito tênue entre namoro e união estável na prática. Mas o primeiro não gera direitos, o segundo sim”, afirma.

A diferença principal está na partilha de bens. Na união estável, em caso de separação, o parceiro tem direito à metade do que foi construído durante o relacionamento. Ou seja, cada um mantém seus bens prévios e só divide o que foi comprado enquanto o casal estava junto. Em casos de morte, hipótese que passou a ser mais lembrada durante a pandemia, se não houver filhos, o parceiro teria direito ao patrimônio prévio do companheiro. O que não acontece nos namoros.

“Namorados vivem juntos só para dividir o apartamento. Isso não significa união estável”, diz Pereira. Ao contrário do que muitos pensam, não são necessários cinco anos de relacionamento para configurar a união estável, segundo o advogado. Tempo de relação, coabitação, ter filhos e a dependência econômica fazem parte dos elementos analisados para configurá-la.

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Resenhas de Livros e Filmes da Coletânea “Leituras de Cabeceira”

Neste período de nove anos com postagens neste modesto blog pessoal tive a motivação de ler e resenhar 305 livros: média de 3 por mês. Quem se interessar pela (re)leitura desses posts poderá recorrer ao guia abaixo. A coletânea de resenhas se encontra na aba Obras (Quase) Completas. Ou baixe abaixo.

RESENHAS DE LIVROS E FILMES DA COLETÂNEA “LEITURAS DE CABECEIRA”

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Crônicas Econômicas: Debater, Bater, Rebater e Combater

Por ótica macroeconômica, na economia brasileira estagnada, pouco se agrega de valor novo. Toda essa especulação sobre os preços futuros de ativos existentes significa simplesmente valor apropriado por uns poucos “insiders” em desfavor de muitos “outsiders”. Em outros termos, implica em mera transferência de propriedades privadas, só se concentrando riqueza com ganhos de capital por alguns em contrapartida à perda de outros com custo de oportunidade.

E, nessa troca de propriedades no mercado secundário, O Mercado divino pouco dá bola para o valor adicionado na economia… e seu compromisso no contrato social: gerar ocupações com renda. Até se esgotar a idiotia, voltada apenas para o mercado financeiro, sem retomada do crescimento de renda e emprego com produção de bens e serviços, poucos acumulam riqueza extraídas de muitos outros. Na economia brasileira improdutiva, pouco se cria de ativos novos, i.é, novas formas de manutenção de riqueza.

Uso um método de análise multidisciplinar e adoto um estilo de artigo de combate nas minhas Crônicas Econômicas sobre a política econômica. Escritas no “calor-da-hora”, elas registram essa história brasileira recente, quando política e economia se mesclam. Fiz uma revisão para deixar apenas as lições permanentes para o conhecimento de Economia essencial para todos cidadãos cultos.

Leia essa coletânea de posts, lançada hoje (dia 22 de janeiro de 2019), em comemoração do nono aniversário deste modesto blog pessoalFernando Nogueira da Costa – Crônicas Econômicas: debater, bater rebater e combater

Pensar o Brasil: Intérpretes do País no Século XXI

O método de organização adotado neste livro, além da abordagem econômica, agrega outras Ciências Afins à Ciência Econômica, como a Sociologia, a Política e a Psicologia Comportamental. Compilação é a reunião, coleção de trechos de autores diversos, visto pejorativamente como um livro sem originalidade, por ser mero recolhimento de textos de outros autores. No entanto, por ser didático, resolvi socializar esse conhecimento obtido com os intérpretes do Brasil no século XXI.

Foi um estudo feito por mim, preparatório e preliminar, para escrever meu livro Complexidade Brasileira. Eu desejava conhecer o escrito por outros autores para não os repetir. Ao contrário do dito de maneira pejorativa por críticos “originais”, porém, improdutivos e/ou inéditos, eu buscava originalidade. Compartilho esta coletânea de artigos-resenhas, antes postados no meu Blog Cidadania & Cultura, como um incentivo para todos os leitores apreciarem os originais: Fernando Nogueira da Costa – Pensar o Brasil no século XXI

Leitura de Cabeceira: Sociologia e Comportamentos

 Sociologia estuda as relações entre as pessoas pertencentes a uma comunidade ou aos diferentes grupos componentes da sociedade.

É uma ciência pertencente ao grupo das Ciências Sociais e Humanas. O objeto de estudo da Sociologia engloba:

  1. a análise dos fenômenos de interação entre os indivíduos,
  2. as formas internas de estrutura (as camadas sociais, a mobilidade social, os valores, as instituições, as normas, as leis),
  3. os conflitos e
  4. as formas de cooperação geradas através das relações sociais.

A Sociologia estuda as relações de formalidade presentes na vida e nas sociedades. Como é relativa aos fatos e à realidade, não determina regras dos estados sociais e das particularidades da conduta humana, porque esse é objetivo da Filosofia e Ética Social. A palavra “Sociologia” foi criada por A. Comte, mas o conceito surgiu através do pensamento social e filosófico do Iluminismo (Montesquieu, Hobbes e Locke) e no idealismo alemão (Hegel).

A Sociologia abrange várias áreas, existindo sociologia comunitária, sociologia econômica, sociologia financeira, sociologia política, sociologia jurídica, sociologia do trabalho, sociologia familiar, etc.

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Leituras de Cabeceira: Política

 Política é a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses. Antes, é a ação coletiva em defesa de determinados interesses.

O termo tem origem no grego politiká, uma derivação de polis. Designa o público. Tikós se refere ao bem comum de todas as pessoas. O significado de Política é muito abrangente e está, em geral, relacionado com o espaço público e o bem-estar dos cidadãos com soberania republicana.

O sistema político é uma forma de governo com instituições políticas para governar uma Nação. Monarquia e República são os sistemas políticos tradicionais. Dentro de cada um desses sistemas podem ainda haver variações significativas ao nível da organização. Por exemplo, o Brasil é uma República Presidencialista, enquanto Portugal é uma República Parlamentarista.

Em um significado mais abrangente, o termo pode ser utilizado como um conjunto de regras ou normas de uma determinada instituição ou a forma de relacionamento entre diversas pessoas para atingir um objetivo em comum. A política de trabalho de uma empresa, por exemplo, é definida pela sua visão, missão, valores e compromissos com os clientes. Continuar a ler

Leituras de Cabeceira: História Geral

História é uma palavra com origem no antigo termo grego “historie“. Significa “conhecimento através da investigação”. A História é uma ciência investigadora do passado da humanidade e o seu processo de evolução, tendo como referência um lugar, uma época, um povo ou um indivíduo específico.

Através do estudo histórico, obtém-se um conjunto de informações sobre processos e fatos ocorridos no passado. Contribuem para a compreensão do presente. A história pode relatar a evolução não só de uma comunidade, mas também de eventos ou organizações de diversos tipos.

Em sentido amplo, é tudo o que se refere ao desenvolvimento das comunidades humanas, assim como os acontecimentos, fatos ou manifestações da atividade humana no passado, por exemplo: História do Brasil.

História é o conjunto dos acontecimentos referidos pelos historiadores. O historiador grego Heródoto é considerado o “pai da História”. A ele são atribuídas as primeiras pesquisas sobre o passado do homem, tornando-se pioneiro não só no estudo da história, como também da antropologia e etnografia.

O período anterior à História é denominado Pré-História (até cerca de 4000 a.C.). Nesse período não havia escrita, por isso, os pesquisadores recorrem a ossos, fósseis, objetos de pedra, arte rupestre e outras fontes materiais para investigação.

A História marca o início do período de desenvolvimento da humanidade após o surgimento da escrita. Divide-se em quatro períodos:

  • Idade Antiga (Antiguidade): de 4.000 a.C. até 476 d.C., com a queda do Império Romano;
  • Idade Média (História Medieval): de 476 d.C. a 1453, com a conquista de Constantinopla pelos turcos otomanos;
  • Idade Moderna: de 1453 a 1789, quando ocorre a Revolução Francesa;
  • Idade Contemporânea: de 1789 até os dias atuais.

Também se designa por história uma narrativa de uma sequência de fatos reais ou fictícios (estória).

A diferença entre história e estória é:

  • uma história é baseada em documentos ou testemunhos, enquanto
  • uma estória é baseada em elementos fictícios, é uma narrativa de ficção, por exemplo: um conto ou uma fábula. Leia a coletânea de resenhas postadas neste blog, por exemplo, sobre a Arte do Roteiro.

Apesar disso, alguns especialistas afirmam que o termo “estória” é simplesmente um brasileirismo para se obter um termo sonoramente parecido com o termo inglês “story“. De acordo com esses estudiosos, a palavra história deve servir para descrever relatos baseados tanto em fatos verídicos como fictícios.

Os livros resenhados no seguinte volume são excepcionais, por isso, sugiro suas leituras: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – História Geral

Leituras de Cabeceira: História dos Povos

Significado de povo:

s.m. Conjunto de homens que vivem em sociedade. / Conjunto de indivíduos que constituem uma nação. / Conjunto de indivíduos de uma região, cidade, vila ou aldeia. / Conjunto de pessoas que não habitam o mesmo país, mas que estão ligadas por sua origem, sua religião ou por qualquer outro laço. / Conjunto dos cidadãos de um país em relação aos governantes. / Conjunto de pessoas que pertencem à classe mais pobre, à classe operária ou à classe dos não-proprietários; plebe. / Lugarejo, aldeia, vila, pequena povoação: um povo. / Público, considerado em seu conjunto. / Multidão de gente, as massas. / Fam. Família, a gente da casa.

Cultura significa também um sistema complexo com múltiplos componentes como o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano. Ele o adquire não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.

Cultura também é definida em ciências sociais como um conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade.

Seria a herança social da humanidade ou ainda, de forma específica, uma determinada variante da herança social. Em Biologia, a cultura é uma criação especial de organismos para fins determinados.

A principal característica da cultura é o mecanismo adaptativo. Consiste na capacidade de os indivíduos responderem ao meio de acordo com mudança de hábitos, ou mesmo uma evolução biológica.

A cultura é também um mecanismo cumulativo porque as modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, onde vai se transformando, perdendo e incorporando outros aspectos, procurando assim melhorar a vivência das novas gerações.

A cultura é um conceito sempre em desenvolvimento, pois com o passar do tempo ela é influenciada por novas maneiras de pensar inerentes ao desenvolvimento do ser humano.

Cada país tem a sua própria cultura. Ela é influenciada por vários fatores.

cultura brasileira, no passado, dizia ser marcada pela boa disposição e alegria. Isso se refletia na música, por exemplo, no samba. Ele faz parte da cultura afrobrasileira.

Você conhece a cultura africana ou um pouco de sua história? Conhece mais o fundamentalismo norte-americano? O islamismo? O judaísmo? A cultura dos alemães, dos japoneses, dos indianos, dos russos e dos chineses?

Senão, leia as resenhas dos seguintes livros para te motivar a ler os originais: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – História dos Povos.

Leituras de Cabeceira: História do Brasil

Evidentemente, as cores das capas desses livros eletrônicos (e-books) não foram escolhidas ao acaso. O anterior de Finanças tinha de ser dourado, pois ouro foi o padrão monetário durante muito tempo na história humana. Este volume com resenhas de livros da historiografia clássica brasileira tinha de ter, claro, uma capa escura, indicando o luto da Nação.

Eu tinha muita esperança no futuro do Brasil, em especial quando, após a maturação dos investimentos no pré-sal, passasse a exportar petróleo. Um Fundo Soberano de Riqueza poderia resolver o problema de financiamento da Educação, Saúde e Previdência. O controle da taxa de câmbio estabilizaria a taxa de inflação.

Porém, o governo eleito está envergonhando os brasileiros lúcidos! Não propõe nada edificante para retomar o crescimento da renda e do emprego! É só corta, corta… Privatiza, privatiza… Governo tem de ser pragmático para entregar resultados no bem-estar da população — e não ideológico.

Nesta (má) fase, tratemos de nos preparar para “quando o carnaval chegar”. Sermos cidadãos brasileiros mais batalhadores por nossos direitos e honestos no cumprimento de nossos deveres deve ser o nosso compromisso. Aliás, repito, estudar não é direito, é uma obrigação de todo cidadão, seja em escola pública gratuita, seja em escola privada paga, ou, principalmente, por conta própria.

Para facilitar o autodidatismo, indico as leituras dos livros originais resenhados no seguinte volume: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – História do Brasil

Leituras de Cabeceira: Finanças

Significado de Finanças:

s.f.pl. A fazenda nacional. / Erário, tesouro público: a administração das Finanças do Estado. / A ciência e a profissão do manejo do dinheiro, especialmente do dinheiro público. / O estado financeiro de um país ou, p. ext., de um particular. // Finanças públicas, conjunto dos recursos e das regras que concernem à atividade financeira das administrações públicas.

Curiosamente, o dicionário faz mais referência ao significado de Finanças Públicas. Aliás, brinco com meus alunos: — Experimente perguntar a um professor de Economia a respeito de suas Finanças Pessoais! Ele se sentirá ofendido em relação à preocupação de tão baixo nível um ser humano pode se ater! Ele defenderá com unhas-e-dentes as Finanças Públicas saudáveis (sem títulos da dívida pública pós-fixados) e poderá conhecer talvez um pouquinho de Finanças Corporativas, mas quanto às Finanças Pessoais dirá: — Jamais! Não passarão, eu não me vendo ao sistema capitalista!

Em contraponto à ciência ou à atividade do manejo do dinheiro ou de títulos financeiros, representativos de formas de manutenção de riqueza, especialmente com relação ao Estado, as Finanças enquanto substantivo feminino plural se refere aos recursos pecuniários, à situação econômica, ao conjunto de receitas e despesas, com a seguinte ressalva: especialmente as do Estado ou erário.

Curiosamente, agora, quando em todo o mundo se diagnostica “o desafio central para superar a crise das Finanças Públicas é fazer um ajuste fiscal centrado em uma reforma previdenciária”, não há mais como escapar do debate das Finanças Pessoais. Deixou de ser “coisa de rico” e/ou exclusivo de capitalista. Passou a ser problema dos trabalhadores com formação universitária ou mesmo com Ensino Médio completo.

O teto do INSS está em R$ 5.840, quase seis salários mínimos, mas 85% dos beneficiários recebem até dois salários mínimos, representando 67% do valor pago total. Dedução óbvia: quem receber acima da renda média dos trabalhadores brasileiros (R$ 2.230) deve cuidar de complementar sua Previdência Social.

Qual é o conhecimento necessário para isso? Propiciar essa habilidade é o objetivo do meu curso Finanças Comportamentais para Trabalhadores, oferecido como disciplina eletiva para os estudantes da graduação do IE-UNICAMP prestes a se formarem.

Para tanto, a coletânea de resenhas a respeito de livros sobre Riqueza Pessoal, Teoria da Aleatoriedade, Finanças Comportamentais e Economia da Felicidade — e não dos best-sellers de “autoajuda financeira” escritos por gente afim de maior enriquecimento — indica a leitura necessária sob um ponto-de-vista mais científico: Fernando Nogueira da Costa – Leituras de Cabeceira – Finanças

Leituras de Cabeceira: Economia Mundial

Individualismo Metodológico tem suas origens filosóficas em Immanuel Kant. Sua concepção sustenta, como principal responsável pela elaboração do processo de conhecimento, o sujeito. Ele tem o papel de ordenar os dados da experiência segundo categorias lógicas e, por conseguinte, inatas, chamadas apriorísticas, isto é, independentes da experiência, mas referentes ao intelecto. Porém, na metodologia científica, registra-se uma dualidade metodológica entre as Ciências Naturais/Exatas e as Ciências Sociais. Sociedade não é uma criação imaginária do intelecto.

Costuma-se ver como fundador do Individualismo Metodológico o pensador alemão Max Weber (1864-1920). Esse, ao contrário do francês Émile Durkheim (1858-1917), que concebia a sociedade como uma realidade autônoma em relação ao indivíduo (Holismo Metodológico), defende a tese de a análise dos fenômenos sociais ter seu ponto de partida na ação social, ou melhor, interação social entre indivíduos capazes de alterarem seus comportamentos em intercâmbio com os demais.

Weber é considerado o ponto de partida da microssociologia e da teoria da escolha racional, ou rational choice. Esta busca aplicar os princípios da análise econômica neoclássica individualista aos processos sociais.

Na Economia convencional ou ortodoxa, restringe-se à análise da ação humana segundo a perspectiva dos agentes individuais.  Esta teoria econômica deseja instruir os indivíduos sobre qual é a melhor decisão a ser tomada entre diversas alternativas. Constitui uma Teoria da Escolha individual, mas não social ou macroeconômica. Continuar a ler