Era Uma Vez, O Mundo

TDIE 252

Resumo

O objetivo deste Texto para Discussão — TDIE 252 Era Uma Vez, O Mundo (click para download) — de minha autoria é servir de guia para contextualização dos filmes apresentados e debatidos no Curso Economia no Cinema.

A metodologia de exposição empregada foi a sugerida por roteiros cinematográficos.

Na Introdução (“Era uma vez”), a trama (a evolução da humanidade) e o personagem (o ser humano) são apresentados.

Na Ação Crescente (ou Complicação), conflitos se anunciam dentro da evolução histórica (“Todos os dias: as grandes eras econômicas e políticas”).

Chegam ao seu ápice ou Ponto de Ruptura (“Até que um dia: re-evoluções”).

A partir daí, apresenta-se a Ação Decrescente, com a dissolução ou resolução dos conflitos (“Por causa disso: Civilização Ocidental X Civilização Oriental”).

Até que chega à Conclusão Final (“Finalmente, Liberté, Igualité et Paternité”).

Os principais resultados alcançados foram:

  1. apresentar a periodização das grandes eras econômicas e políticas,
  2. esboçar os perfis de desenvolvimento dos atores principais nessa trama histórica, tanto os países centrais – Inglaterra, Estados Unidos, França e Alemanha – quanto os países emergentes – Rússia, China, Índia e Brasil.

Palavras-chave: História Econômica; História Política – Geral ou Comparativa.

Financiamento Interno de Longo Prazo

TDIPEA 2053

Sinopse: Além da introdução e das conclusões finais, este TD-IPEA _Financiamento Interno de Longo Prazo tem quatro seções. A primeira apresenta o “estado da arte”, isto é, o debate atual a respeito do financiamento em longo prazo do capitalismo de Estado neocorporativista no Brasil. Em seguida, mostra-se as riquezas pessoal e corporativa como potenciais fontes de funding para este financiamento. Depois, avalia-se por que meios poderá ser realizada a realocação de capital necessária nos portfólios. Por fim, demonstra a possibilidade futura de incorporar novas fontes de financiamento do investimento por meio do fundo de riqueza soberana e de fundos previdenciários.

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Financiamento de longo prazo no Brasil: um mercado em transformação

TD IPEA 1843

Hoje descobri que o TD IPEA de autoria do Ernani e minha está postado: TORRES Fo., Ernani Teixeira & COSTA, Fernando Nogueira da. Financiamento de longo prazo no Brasil: um mercado em transformação. Texto para discussão 1843 / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília – Rio de Janeiro: Ipea, junho de 2013. 49 páginas -ISSN 1415-4765 para downloadTexto para Discussão do IPEA 1843.

RESUMO: Este artigo tem dois objetivos. Inicialmente, procura recuperar as ideias-chave contidas na bibliografia referente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), observando seu papel histórico no financiamento do desenvolvimento brasileiro. O segundo objetivo é analisar a perspectiva do financiamento de longo prazo no país e qual será o papel futuro do BNDES nesse cenário. Inovações financeiras recentes estão estimulando a migração do financiamento de longo prazo para fora dos balanços dos bancos, em direção às carteiras de ativos dos fundos gestores de riqueza. A hipótese-chave é que o atual padrão de financiamento de longo prazo brasileiro deverá, nos próximos anos, sofrer alterações, aproximando-se, embora de forma própria, do que já se vem praticando em outros países. Isso obrigará a uma mudança no comportamento dos principais atores desse mercado, destacadamente na atuação do BNDES. Essa perspectiva deveria mudar o rumo do debate acadêmico, ainda hoje muito polarizado ideologicamente.

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Metodologia da Macroeconomia Comportamental

TDIE 226

Faça o download do TDIE 226:

Titulo: Metodologia da macroeconomia comportamental

Autor: Fernando Nogueira da Costa

Resumo: As Finanças Comportamentais compõem uma Teoria das Decisões, portanto, é uma teoria microeconômica. Qual seria a Macroeconomia resultante dessa Economia Comportamental? Esse é um desafio teórico a respeito do qual este Texto para Discussão propõe uma reflexão metodológica. Uma Macroeconomia Comportamental não pode ser apenas holista; é necessário construir a ontologia de seus elementos. O pensamento sistêmico não nega o racionalismo, mas acredita que nem todas as decisões dos seres humanos sejam racionais.  Compreender a resultante dos comportamentos individuais heterogêneos exige conhecimento interdisciplinar tanto para entender essa individualização quanto para perceber sua sistematização. O objetivo é alcançar uma visão sistemática, isto é, uma capacidade de identificar as ligações entre comportamentos particulares e fatos sociais do sistema como um todo.

Palavras-chave: História do Pensamento Econômico – Metodologia Econômica

Economia no Cinema: Experiência com Interdisciplinaridade

Economia no Cinema

Encontra-se disponível aqui (TDIE 222 Economia no Cinema – Experiência com Interdisciplinaridade) e no site do IE-UNICAMP, para download, o seguinte Texto para Discussão:


AUTOR: 
Fernando Nogueira da Costa 

Resumo:

A hipótese inicial, para propor um Curso de Economia no Cinema como disciplina eletiva na Graduação do IE-UNICAMP, foi que a geração atual dos alunos aprende melhor através da audição, visão e ação (ouvir-ver-fazer), exigindo a adoção de métodos não tradicionais de ensino. O curso, focalizando as Grandes Eras da Evolução Humana, foi uma experiência com interdisciplinaridade. Os filmes vistos e discutidos representam o acúmulo da experiência humana realizado em Literatura, História, Filosofia, Psicologia, Antropologia, Sociologia, Política ou Economia. Ultrapassam as fronteiras dessas disciplinas, superando a repartição da realidade. O principal resultado que se buscou alcançar foi formar, culturalmente, bons cidadãos.

Medição da Riqueza Pessoal

TDIE 221

Está disponível no site do IE-UNICAMP, para download, o TD descrito abaixo:

TD: 221


Titulo:
 Medição da riqueza pessoal
AUTOR: 
Fernando Nogueira da Costa

Resumo: O objetivo deste artigo é fazer um levantamento das fontes estatísticas disponíveis sobre a riqueza pessoal no Brasil.  Os resultados alcançados demonstram a precariedade desse tipo de informações no País, se comparadas, por exemplo, à estatística existente nos Estados Unidos. Consequentemente, conclui-se pela necessidade de órgãos governamentais, tanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, quanto o Banco Central do Brasil, em convênio com a Secretaria de Receita Federal do Ministério da Fazenda, colocarem à disponibilidade do público pesquisa com dados e informações a respeito da riqueza pessoal.

Poupança: Economia Normativa Religiosa

TDIE 220

Encontra-se disponível para download o TD do IE-UNICAMP descrito abaixo:

TD: 220

TituloTDIE 220 Poupança – Economia Normativa Religiosa
AUTOR: Fernando Nogueira da Costa

Resumo: Neste Texto para Discussão, inicialmente, faremos uma abordagem da Economia Normativa Religiosa – “o que deveria ser” de acordo com o catolicismo anti-usura, o protestantismo ascético e as finanças islâmicas. Sugeriremos a necessidade do abandono da ideia de “poupança”. Ela é apropriada apenas ao capitalismo liberal de mercado, que os autores neoclássicos idealizaram, e deve ser substituída pelo conceito de funding, adotado por economistas pós-keynesianos, devido ser ele mais adequado ao entendimento da economia de endividamento contemporânea.