Economia Interdisciplinar

TDIE 261

O conhecimento das Ciências Sociais em geral pode ser ampliado pela exploração de métodos de análises interdisciplinares.

O objetivo deste artigo, publicado preliminarmente como Texto para Discussão do IE-UNICAMP, é divulgar a nova fronteira teórica da Ciência Econômica que se inspira em metodologia de Outras Ciências, tanto em Ciências Humanas como Economia Comportamental (ou Psicologia Econômica), quanto em Ciências Sociais como Economia Institucionalista (ou Sociologia Econômica), e até mesmo em Ciências Naturais como Economia Evolucionária (ou Biologia Evolucionista).

Analisa também como a Economia da Complexidade (ou Engenharia da Computação Econômica) reúne esses diversos insights e escalas de análise interdisciplinares, reintegrando a partição da realidade realizada pelas diversas Ciências Afins.

Uma interpretação multidisciplinar dos fenômenos macroscópicos emergentes a partir das interações entre agentes busca superar a visão anacrônica do mundo, inspirada no mecanicismo da Física newtoniana, ainda adotada por economistas desatualizados. No século XXI, já  passou da hora de superar a Síntese Neoclássico-keynesiana!

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Atuação Anticíclica dos Bancos Públicos Brasileiros

TDIE 258

Neste artigo, publicado preliminarmente como Texto para Discussão do IE-UNICAMP, testa-se a hipótese de que os verdadeiros fazedores do mercado de crédito bancário, para o período recente, foram os bancos públicos.

Inicia-se com uma comparação das atuações desses bancos antes e depois de 2003, quando assumiu um governo social-desenvolvimentista no Brasil.

Em seguida, focaliza-se a atuação social-desenvolvimentista do BNDES e, depois, o Programa de Financiamento Habitacional da Caixa Econômica Federal.

Examina se a atuação anticíclica dos bancos públicos resultou em um crowding out creditício.

Após comparar algumas características do sistema bancário brasileiro com as dos bancos de outros países emergentes, apresenta-se o modus operandi e as perspectivas futuras dos negócios bancários na economia brasileira.

Encerra-se com uma breve conclusão que lista as principais virtudes e os eventuais defeitos dos bancos públicos brasileiros.

Sugere uma possível solução para o problema de interferência política em suas direções.

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Era Uma Vez, O Mundo

TDIE 252

Resumo

O objetivo deste Texto para Discussão — TDIE 252 Era Uma Vez, O Mundo (click para download) — de minha autoria é servir de guia para contextualização dos filmes apresentados e debatidos no Curso Economia no Cinema.

A metodologia de exposição empregada foi a sugerida por roteiros cinematográficos.

Na Introdução (“Era uma vez”), a trama (a evolução da humanidade) e o personagem (o ser humano) são apresentados.

Na Ação Crescente (ou Complicação), conflitos se anunciam dentro da evolução histórica (“Todos os dias: as grandes eras econômicas e políticas”).

Chegam ao seu ápice ou Ponto de Ruptura (“Até que um dia: re-evoluções”).

A partir daí, apresenta-se a Ação Decrescente, com a dissolução ou resolução dos conflitos (“Por causa disso: Civilização Ocidental X Civilização Oriental”).

Até que chega à Conclusão Final (“Finalmente, Liberté, Igualité et Paternité”).

Os principais resultados alcançados foram:

  1. apresentar a periodização das grandes eras econômicas e políticas,
  2. esboçar os perfis de desenvolvimento dos atores principais nessa trama histórica, tanto os países centrais – Inglaterra, Estados Unidos, França e Alemanha – quanto os países emergentes – Rússia, China, Índia e Brasil.

Palavras-chave: História Econômica; História Política – Geral ou Comparativa.

Financiamento Interno de Longo Prazo

TDIPEA 2053

Sinopse: Além da introdução e das conclusões finais, este TD-IPEA _Financiamento Interno de Longo Prazo tem quatro seções. A primeira apresenta o “estado da arte”, isto é, o debate atual a respeito do financiamento em longo prazo do capitalismo de Estado neocorporativista no Brasil. Em seguida, mostra-se as riquezas pessoal e corporativa como potenciais fontes de funding para este financiamento. Depois, avalia-se por que meios poderá ser realizada a realocação de capital necessária nos portfólios. Por fim, demonstra a possibilidade futura de incorporar novas fontes de financiamento do investimento por meio do fundo de riqueza soberana e de fundos previdenciários.

acesseAcesse o sumário executivoacesseAcesse o documento (3.930 KB) Continue reading “Financiamento Interno de Longo Prazo”

Financiamento de longo prazo no Brasil: um mercado em transformação

TD IPEA 1843

Hoje descobri que o TD IPEA de autoria do Ernani e minha está postado: TORRES Fo., Ernani Teixeira & COSTA, Fernando Nogueira da. Financiamento de longo prazo no Brasil: um mercado em transformação. Texto para discussão 1843 / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília – Rio de Janeiro: Ipea, junho de 2013. 49 páginas -ISSN 1415-4765 para downloadTexto para Discussão do IPEA 1843.

RESUMO: Este artigo tem dois objetivos. Inicialmente, procura recuperar as ideias-chave contidas na bibliografia referente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), observando seu papel histórico no financiamento do desenvolvimento brasileiro. O segundo objetivo é analisar a perspectiva do financiamento de longo prazo no país e qual será o papel futuro do BNDES nesse cenário. Inovações financeiras recentes estão estimulando a migração do financiamento de longo prazo para fora dos balanços dos bancos, em direção às carteiras de ativos dos fundos gestores de riqueza. A hipótese-chave é que o atual padrão de financiamento de longo prazo brasileiro deverá, nos próximos anos, sofrer alterações, aproximando-se, embora de forma própria, do que já se vem praticando em outros países. Isso obrigará a uma mudança no comportamento dos principais atores desse mercado, destacadamente na atuação do BNDES. Essa perspectiva deveria mudar o rumo do debate acadêmico, ainda hoje muito polarizado ideologicamente.

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Metodologia da Macroeconomia Comportamental

TDIE 226

Faça o download do TDIE 226:

Titulo: Metodologia da macroeconomia comportamental

Autor: Fernando Nogueira da Costa

Resumo: As Finanças Comportamentais compõem uma Teoria das Decisões, portanto, é uma teoria microeconômica. Qual seria a Macroeconomia resultante dessa Economia Comportamental? Esse é um desafio teórico a respeito do qual este Texto para Discussão propõe uma reflexão metodológica. Uma Macroeconomia Comportamental não pode ser apenas holista; é necessário construir a ontologia de seus elementos. O pensamento sistêmico não nega o racionalismo, mas acredita que nem todas as decisões dos seres humanos sejam racionais.  Compreender a resultante dos comportamentos individuais heterogêneos exige conhecimento interdisciplinar tanto para entender essa individualização quanto para perceber sua sistematização. O objetivo é alcançar uma visão sistemática, isto é, uma capacidade de identificar as ligações entre comportamentos particulares e fatos sociais do sistema como um todo.

Palavras-chave: História do Pensamento Econômico – Metodologia Econômica

Economia no Cinema: Experiência com Interdisciplinaridade

Economia no Cinema

Encontra-se disponível aqui (TDIE 222 Economia no Cinema – Experiência com Interdisciplinaridade) e no site do IE-UNICAMP, para download, o seguinte Texto para Discussão:


AUTOR: 
Fernando Nogueira da Costa 

Resumo:

A hipótese inicial, para propor um Curso de Economia no Cinema como disciplina eletiva na Graduação do IE-UNICAMP, foi que a geração atual dos alunos aprende melhor através da audição, visão e ação (ouvir-ver-fazer), exigindo a adoção de métodos não tradicionais de ensino. O curso, focalizando as Grandes Eras da Evolução Humana, foi uma experiência com interdisciplinaridade. Os filmes vistos e discutidos representam o acúmulo da experiência humana realizado em Literatura, História, Filosofia, Psicologia, Antropologia, Sociologia, Política ou Economia. Ultrapassam as fronteiras dessas disciplinas, superando a repartição da realidade. O principal resultado que se buscou alcançar foi formar, culturalmente, bons cidadãos.