Capital Circulante

teoria-da-relatividade

Em uma cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo à custa de crédito.

Por sorte, chega um gringo e entra no único hotel.

O gringo saca uma nota de R$100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.

Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.

O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.

O veterinário, com a nota de R$100,00 em mãos, vai até ao puteiro pagar o que devia a uma prostituta. Em tempos de crise, essa profissão também aceita trabalhar a crédito.

A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes. Como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$100,00.

Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$100,00 de volta, agradece, diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.

Ninguém ganhou um tostão, porém, agora todos saldaram suas dívidas e podem deixar de cortar gastos!

Moral da história: quando o dinheiro circula, não há por que temer… a crise!

Eu não voto Aécio não

Escute a música acima do Waldick Soriano, “Eu não sou cachorro não“, cantalorando outra letra:

Eu não voto Aécio não
 
Eu não voto Aécio não
Pra não ser mais humilhado.
Eu não voto Aécio não

Não quero mais ser desprezado.

Tu precisas compreender
Que ele mente, ele enrola.
Já votei, me arrependi

E por isso, é Dilma agora.

A pior coisa do mundo
É jogar seu voto fora.
Quem despreza trabalhador

Não merece meu respeito, nem tampouco ser votado.

Tu devias compreender
Que o PT é a solução.

Pelo amor de Deus, por nosso país

Não vote Aécio não.

 

Desemprego nos tempos do PSDB

Estado do Humor

Noite de Estreias

Diego Viana (Valor-Eu&Fim-de-Semana, 11/07/14) publicou reportagem sobre a próxima FLIP – Feira de Literatura de Paraty, cujo tema será o Humor. Há uma boa passagem sobre o debate a respeito do Estado do Humor no País, quando o PIO (Partido da Imprensa Oposicionista) venera tanto o “mau humor” de O Mercado.

“Esta FLIP coincide com um estado alterado de humor no país. Depois das manifestações de junho do ano passado, entre protestos e denúncias de violência, a polarização política parece ter se ampliado – principalmente na rede mundial de computadores -, favorecendo mais a tensão que a leveza.

“Que há um clima pesado não há duvida”, diz Luiz Fernando Verissimo. “É uma combinação de desencanto com o PT com um anti-petismo virulento, tudo agravado pela proximidade das eleições e o novo protagonismo da internet. Mas não acho que estamos perdendo o humor ou pelo menos a tradicional leveza brasileira de ser.”

O clima mudou, mas não para pior, pondera Antônio Prata. “Acho que perdendo o humor não estamos, mas não é um dos momentos em que se está mais livre, leve e solto por aí. E não sei se isso é necessariamente ruim”, afirma. “Num país que sempre camuflou os conflitos sob uma pátina de alegria, que sempre disse a si mesmo e ao mundo que era pacífico e não tinha racismo nem violência, às vezes é bom falar sério. E as vaias a Dilma [na abertura da Copa] são outro exemplo de que o humor continua vivo entre nós: a fatia da população que mais lucrou com ela no poder toda revoltadinha, mandando-a tomar…, não é hilário?Continue reading “Estado do Humor”