Gapminder World Guide: Visite o Site e Use ou Baixe o Programa

Gapminder World GuideGapminder é uma empresa sem fins lucrativos para promoção do desenvolvimento global sustentável e realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas através do aumento do uso e compreensão de estatísticas e outras informações sobre o desenvolvimento social, econômico e ambiental em nível local, nacional e global. O portal se define como um “museu” moderno que ajuda a tornar o mundo compreensível, usando a Internet.

Gapminder foi fundada em Estocolmo por Ola Rosling, Anna Rosling e Hans Rosling Rönnlund em 25 de fevereiro de 2005. Gapminder é registrada como uma Fundação em Estocolmo County Administration Board. Continuar a ler

Hans Rosling: Quando Eu Crescer (e Aparecer), Quero Palestrar Igual a Ele!

Hans Rosling já foi classificado como “o Mick Jagger da TED” por causa de suas performances brilhantes no palco. É um palestrante “show-man”! Veja e confira abaixo. Tem legendas em português, seja no site, seja em SmartTV, AppleTV, iPhone ou iPad. Clik na figura com hyperlink e, depois, no canto inferior à direita para escolher a legenda.

Hans Rosling and Ola Rosling: How not to be ignorant about the world

How much do you know about the world? Hans Rosling, with his famous charts of global population, health and income data (and an extra-extra-long pointer), demonstrates that you have a high statistical chance of being quite wrong about what you think you know. Play along with his audience quiz — then, from Hans’ son Ola, learn 4 ways to quickly g…

Definições do Velho e do Novo Institucionalismo: Tratamentos Distintos de Questões Institucionais

J R Commons

Ao longo da história do pensamento econômico, têm sido feitas tentativas de incorporar as questões relativas à instituições e à mudança institucional dentro da disciplina denominada Economia. O exemplo mais óbvio é o da tradição institucionalista norte-americana de Veblen, Mitchell, Commons, e Ayres. Mas análise institucional de vários tipos também podem ser encontradas nas obras de economistas clássicos como Adam Smith e John Stuart Mill; membros da escolas históricas alemã, inglesa, americana; Marx e outros marxistas; membros da Escola Austríaca, como Menger, von Wieser, e Hayek; Schumpeter; e neoclássicos, tais como Marshall.

O livro Institutions in Economics: The Old and the New Institutionalism de autoria de Malcolm Rutherford, publicado em 1994, centra-se nas duas principais tradições de pensamento institucionalista em Economia.

  • A primeira é a tradição institucionalista americana que começou na virada do século e tem continuado, ininterruptamente, embora com grandes variações na popularidade e prestígio, até o presente dia.
  • O segundo é um desenvolvimento mais recente, mas que pode ser visto como uma revitalização e uma expansão considerável dos elementos institucionalistas encontrados em economia clássica, neoclássica, e austríaca.

São elementos que haviam caído em um tratamento negligente durante um certo intervalo. A primeira tradição agora é muitas vezes chamada de “Velha” Economia Institucionalista, ou OIE, enquanto a última é normalmente chamada de “Nova Economia institucionalista, ou NIE. Continuar a ler

Instituições em Economia: O Velho e O Novo Institucionalismo

Thorstein-Veblen-Quotes-3O livro Institutions in Economics: The Old and the New Institutionalism de autoria de Malcolm Rutherford, publicado em 1994, examina e compara as duas principais tradições da pensamento institucionalista em Economia:

  1. o “velho” institucionalismo de Veblen, Mitchell, Commons, e Ayres, e
  2. o “novo” institucionalismo que se desenvolveu mais recentemente a partir de fontes neoclássicas e austríacas, incluindo os escritos de Coase, Williamson, North, Schotter, e muitos outros autores.

A discussão é organizado em torno de um conjunto de temas metodológicos, teóricos e de problemas normativos que necessariamente tem de enfrentar qualquer tentativa de incorporar instituições (definidas de forma a incluir organizações, leis e normas sociais) em Economia. Esses problemas são identificados em termos das questões que envolvem:

  1. a utilização de métodos analíticos formais ou não formais,
  2. individualismo metodológico ou abordagens holísticas,
  3. os respectivos papéis da escolha racional e comportamento de seguir uma regra,
  4. a importância relativa da evolução espontânea e do design deliberado das instituições, e
  5. as perguntas que dizem respeito à apreciação normativa das instituições.

O velho e o novo institucionalismo, muitas vezes, foram emparelhados em lados opostos sobre cada uma dessas questões e os problemas se apresentavam em uma série de agudas dicotomias. O Professor Rutherford argumenta, no entanto, que tanto mais complexas são as questões, mais desafiadoras elas se tornam. Continuar a ler

Palestra da Mariana Mazzucato no IE-UNICAMP

Mazzucato Mariana, economista, collana, mani, scala © 2014 Giliola CHISTE

Mazzucato Mariana, economista, collana, mani, scala © 2014 Giliola CHISTE

http://www3.eco.unicamp.br/neit/nucleo/545-seminario-ie-com-prof-dra-mariana-mazzucato

Mariana Mazzucato R.M. Phillips Professor in the Economics of Innovation, SPRU University of Sussex

Author of The Entrepreneurial State: debunking public vs. private sector myths

MAZZUCATO, Mariana. O Estado Empreendedor

http://fiid.org/wp-content/uploads/2012/11/Entrepreneurial_State_-_web.pdf

Mariana Mazzucato
R.M. Phillips Professor in the Economics of Innovation
SPRU University of Sussex
www.marianamazzucato.com
The Entrepreneurial State: debunking public vs. private sector myths

Dissonância Cognitiva entre Especialistas e Neófitos

O-lobo-em-pele-de-cordeiroAquiles Mosca é estrategista de investimentos pessoais e superintendente-executivo comercial do Santander Asset Management. É autor dos livros “Investimento sob medida” e “Finanças Comportamentais“. Preside o Comitê de Educação de Investidores da Anbima. Em artigo (Valor, 12/08/15) lança uma interessante questão: “no mundo dos investimentos, e particularmente na atual conjuntura brasileira, quantos investidores estão com dificuldade de se desfazer de papéis que registraram baixas consideráveis nos últimos meses, mesmo com as más notícias sobre as perspectivas para tais empresas e setores?”

Esse comportamento está relacionado ao que a Psicologia denomina de dissonância cognitiva, identificada por Leon Festinger (1956). Segundo esse conceito, somos tomados por um estado de tensão psicológica quando somos alvo de percepções incompatíveis. Essa tensão interior será tão mais forte quanto maior for a incompatibilidade dessas percepções com a imagem que a pessoa tem dela mesma, ameaçando sua autoestima.

Sob tais condições, a reação instintiva da maioria é tentar eliminar, ou ao menos reduzir, o desconforto. Isso pode ser feito de duas formas:

1) reduzir as percepções incoerentes, as ignorando, minimizando, desqualificando ou modificando, e

2) aumentar as percepções que tragam coerência, dando mais peso às informações que confirmem a imagem que cultivamos de nós mesmos e de nossas ações.

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