Dicas para Quarentena: Vídeos Espetaculares no YouTube

Quando estou melancólico e desejo escutar blues, minha primeira opção é o canal do YouTube, Don’s Tunes, com “o cara” do Madman. Reúne músicas e fotografias, em geral, de artistas ou modelos lindíssimas. E muitas letras têm legendas em inglês!

Restored & Colorized Rare Old Blues for Little Walter, Howlin Wolf, Muddy Waters, Otis Spann, Mable Hillery, Sonny Terry, Brownie McGhee, Willie Dixon, and Sunnyland Slim você encontra em:

Aprecio muito me deliciar com pinturas, enquanto escuto música e bebo um drink, ou seja, “louvo todos os deuses, bebo meu bom vinho… e deixo o mundo ser mundo”. Um dos meus canais preferidos no YouTube é o de NNigani.

Um canal com vídeos musicais sobre apreciação de pinturas belíssimas é o da Mari. Recomendo a inscrição.

Veja e escute o audiovisual abaixo também no canal da MariMari 142:

From the Teatro Real de Madrid, 2011 CARMEN | by Antonio Gades and Carlos Saura | ANTONIO GADES COMPANY Masterpiece of Spanish dance that was added to Antonio Gades’ repertoire: Bodas de Sangre and the Suite Flamenca.

Última dica de hoje: o canal Biscoito Fino para ver shows completos de cantores/compositores da MPB, como Chico Buarque, Gal Costa, Maria Bethânia, Tom Jobim, entre outros:

https://www.youtube.com/channel/UC0MFq331Z7_CoSFimP84Mbw

Dicas para Quarentena: Vídeos Musicais no YouTube

Fiquei três meses experimentando o YouTube Premium sem propaganda e resolvi o assinar. O YouTube com publicidade já era o canal mais visto por mim, seguido do Netflix. Praticamente, abandonei os canais de TV, seja aberta, seja os pagos. Quando a gente se acostuma on demand (streaming) não dá mais para submeter-se à horário fixo ou ver o que está passando sem critério.

Fazendo o rebalanceamento periodicamente necessário no orçamento doméstico, por exemplo, trocando Sem Parar por ConnectCar. Só a troca das três mensalidades (R$ 75) pelo pré-pago sem mensalidade já pagou, largamente, a mensalidade de R$ 20,90 do YouTube Premium. Para o Plano Família se paga mais R$ 11,00/mês. Mas só pode adicionar até cinco membros da família (maiores de 13 anos) moradores na mesma casa. É um equívoco econômico do YouTube. Eu assinaria para meus dois filhos moradores em São Paulo — e pagaria 50% a mais!

Estou dando essas dicas para compartilhar com o seguidor deste blog de algumas descobertas realizadas no YouTube Music. Há inúmeras opções, mas estou em fase de escutar mais Swing Jazz Band, Banjo Dixieland and Bluegrass ou New Orleans Jazz. Confira essas playlists no Spotify.

Hoje, as sugestões são musicais. Em outro post, darei dicas de incríveis filmagens da Natureza acompanhadas de belas trilhas musicais. Basta se inscrever nos canais, inclusive em 4K ou 8K.

The Speakeasies Swing Band é uma banda grega com repertório principalmente em inglês muito dançante. Em 2012, eles lançaram seu primeiro álbum, “Bathtub Gin”, juntamente com os videoclipes “Bright Lights Late Nights” e o premiado com o International Songwriting Competition (ISC), “Black Swamp Village”.

Em 2015, eles voltaram com “Land of Plenty”, um álbum composto por 10 músicas no Swing, Jazz, Blues e Dixieland. Em 2017, eles participaram do Athens & Epidaurus Festival com a performance teatral “Homesickness Blues“.

https://www.youtube.com/channel/UCvoue93C9HjfhkrGgCTZPMA

The Hot Sardines é uma banda de jazz americana formada em Nova York em 2007 pela diretora artística, cantora e escritora Elizabeth Bougerol e diretora artística, ator e pianista Evan Palazzo . Embora aclamados como “os carismáticos líderes do jazz vintage”, eles paradoxalmente enfatizam tanto a autenticidade quanto a irreverência em suas apresentações. Tocam “como se essas músicas tivessem sido escritas esta manhã, para a geração de hoje”. Com o tempo, montaram um repertório único com “um som e um estilo que são distintos”. Seu estilo distinto foi descrito pelos críticos de música como ” Paris da época da guerra por Nova Orleans“, enquanto firmemente enraizado no “aqui e agora”.

 

O Avalon Jazz Band representa o espírito de swing parisiense e da Era de Ouro na cidade de Nova York, com um repertório de padrões americanos atemporais e músicas de jazz francesas: clássicos antigos com um toque dançante.

 

The Dead South é um conjunto musical de folk-bluegrass canadense baseado em Regina, Saskatchewan, Canadá. A banda foi formada inicialmente em 2012 como um quarteto pelos canadenses Nate Hilts (vocais, guitarra, bandolim), Scott Pringle (guitarra, bandolim, vocais), Danny Kenyon (violoncelo, vocais) e Colton Crawford (banjo). Crawford deixou a banda em 2015 e foi substituído pela cantora Eliza Mary Doyle por vários anos. Crawford se juntou novamente à banda começando com a turnê Voices In Your Head em meados de 2018.

 

Big Bad Voodoo Daddy é uma banda norte-americana de rock e swing.

Brasil: isolado até musicalmente no mundo

Daniel Mariani, Simon Ducroquet e Fábio Takahashi (FSP, 14/10/19) informam: fãs chineses e japoneses voam para Seul atrás de cirurgias plásticas, de modo a deixá-los com queixos afinados, parecidos com ídolos do K-Pop, estilo musical coreano. Difícil imaginar o Brasil recebendo latinos que queiram se parecer com artistas sertanejos ou do funk.

Análise feita pela Folha na lista de sucessos musicais no mundo todo, na plataforma Spotify, mostra que canções que chegam ao topo no Brasil tendem a não aparecer como hits em outros países.

Por essa métrica, os ouvintes brasileiros são os mais isolados, considerando os 51 países estudados. No restante do mundo, há uma tendência de as listas de hits serem compartilhadas entre diferentes nações.

O estudo da Folha considerou 43,4 mil músicas que entraram nas listas diárias de 200 canções dos países avaliados. A análise abrange o período entre janeiro de 2017 e junho de 2019. Conclusões semelhantes foram encontradas em levantamento com dados do Youtube.

Brasil é o país com menos tem sucessos em comum com outros. Em média, a lista brasileira de hits diários é 19% semelhante a dos demais 50 países analisados no Spotify. A média na amostra é de 31%.

No infográfico acima, quanto mais próximo o país está do Brasil, mais ele tem listas de hits parecida com a brasileira.

Questão-chave não tratada nesta reportagem: sucesso popular é sinal de qualidade musical?! A boa MPB, na tradição do samba à bossa-nova, foi sucesso popular? Jamais…

Músicas ao Redor do Mundo: Playing for Change

Comemoro meu aniversário de 68 anos compartilhando o prazer de escutar e ver os vídeos-musicais de “Playing for Change“. Nessa idade, finalmente, descobri esse projeto multimídia criado com o objetivo de unir músicos do mundo inteiro em defesa de mudanças globais. A música universal (hits populares) é a linguagem capaz de unir pessoas de todo o mundo!

Integra o projeto a Playing for Change Foundation, uma organização não-governamental. Ela tem construído escolas de música em comunidades carentes.

O projeto produz discos e vídeos com músicos como Grandpa Elliot e Keb’Mo junto a artistas desconhecidos de várias partes do mundo, tocando versões de canções conhecidas e composições próprias. Já foram lançados três discos: Playing for Change, PFC 2 e PFC 3.

Playing for Change é um movimento criado para inspirar e conectar o mundo através da música, nascido da ideia de a música ter o poder de romper fronteiras e superar distâncias entre as pessoas. Seu foco principal é gravar e filmar músicos atuantes em seus ambientes naturais e combinar seus talentos e poder cultural em vídeos inovadores chamados de Músicas ao Redor do Mundo ou Songs Around the World.

As montagens sincronizadas de músicas e sons com solos em diversos lugares em todo o mundo são geniais! Fora a surpresa de aparecer tanto desconhecidos super-músicos quanto conhecidos superstars como Keith Richard, Buddy Guy, David Crosby, Jack Johnson, Robbie Robertson, entre outros.

A criação dos vídeos motivou a formar a Banda Playing For Change – uma representação tangível e itinerante de sua missão, com músicos reunidos ao longo de nossa jornada e estabelecer a Fundação Playing For Change – uma organização sem fins lucrativos dedicada à criação de música e escolas de arte para crianças em todo o mundo. Através desses esforços, pretendem criar esperança e inspiração para o futuro do nosso planeta.

Leia mais:

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Vídeos Memoráveis: Pink Floyd

O YouTube em smartTV propicia reencontros inesperados. No caso acima, meu algoritmo sugeriu escutar novamente, mas desta vez vendo seus vídeos, dois dos álbuns preferidos na minha adolescência: Echoes e Dark Side of The Moon com o rock progressivo de Pink Floyd. Eu os escutava continuamente ao fim das tardes de estudo.

No passado, não havia vídeos para a gente assistir. O visual ficava por conta da imaginação de cada um. Hoje, os desenhos digitais com mistura de técnicas vão além da imaginação de outrora! Confira abaixo.

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Quero Haddad Presidente 13

Escutem essa música de um companheiro estudante de Medicina da Univasf em Petrolina.

MÚSICA: Quero Haddad Presidente 13
Letra e Música: José Everton Fagundes da Silva, Petrolina-PE.
Produção e gravação: P-10 Studio. Cleido José Ferreira

O que Os Racionais podem ensinar sobre Consumo e Finanças?

No último curso dado por mim em Economia no Cinema, no último ano da graduação do IE-UNICAMP, foi sobre o Brasil. Na última parte, inspirado pelas cinebiografias por décadas e gêneros musicais — Vinicius (50’s), Chico (60’s), Raul Seixas (70’s), Rock Brasília (80’s), Vou Rifar Meu Coração (90’s), Rap e Funk Ostentação (2000’s) –, apresentei um desafio aos grupos de alunos: cada qual pesquisar os temas econômicos contidos nas letras de músicas dos diversos gêneros. Foram geniais as descobertas! Levantaram até Música Caipira de Protesto!

A reportagem abaixo tem tudo a ver com o nosso programa de curso e trabalho de pesquisa sobre Economia na Música. Foi escrita por Giovanna Costantipublicado por CartaCapital em 08/07/2018

A dissonância entre o mercado financeiro e o cotidiano das finanças pessoais incomodava a economista Gabriela Mendes Chaves. No trabalho, o contato era com ativos financeiros que superavam o PIB nacional, mas quando se voltava para o dia-a-dia, via na população um déficit de conhecimento dos conceitos mais básicos de economia.

Com base nas estatísticas e na própria vivência pessoal, ela notou que os negros e negras eram subrepresentados no mundo das finanças. Há dois anos, ela e a contadora Gabriela Gomes se uniram e criaram uma empresa focada no empoderamento financeiro, a NoFront. Ela começou de vez suas atividades em maio deste ano e que terá lançamento oficial neste mês. O público alvo? A comunidade negra das periferias. Continuar a ler