Mobile Banking da Apple

A Apple está desenvolvendo um serviço de transferências de recursos entre pessoas que provavelmente será parecido com a plataforma Venmo, do PayPal.

ROBIN SIDELDAISUKE WAKABAYASHI (WSJ, 13 de Novembro de 2015) informam que a Apple Inc. está em negociação com bancos dos Estados Unidos para desenvolver um serviço de pagamentos que permitiria aos usuários do iPhone transferir dinheiro uns aos outros usando o telefone em vez de dinheiro ou cheque.

A iniciativa colocaria a gigante americana da tecnologia em concorrência direta com uma quantidade cada vez maior de firmas do Vale do Silício que estão tentando convencer as pessoas a trocar suas carteiras por opções digitais.

Um número pequeno, mas crescente, de americanos já estão começando a aderir a esses serviços para coisas como pagar babás e dividir a conta no restaurante.

As conversas estão em andamento e ainda não está claro se algum banco já fechou um acordo com a Apple. Os detalhes essenciais continuam sendo elaborados, incluindo aspectos técnicos que determinariam como o serviço iria se enquadrar na infraestrutura existente do setor bancário.

Se a Apple for em frente, o serviço provavelmente será parecido com a plataforma Venmo, do PayPal Holdings Inc., que é popular entre consumidores jovens.

Não se sabe como a Apple vai ganhar dinheiro com o serviço, mas ele é mais uma tentativa de atar ainda mais os clientes a seus iPhones ao fazê-los usar o aparelho para suas necessidades diárias, inclusive as financeiras.

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Palestra TED de Nicholas Christakis: A Influência Oculta de Redes Sociais

“De repente, dei-me conta de duas coisas muito simples.

Primeiro, o efeito da viuvez não estava restrito a maridos e esposas.

Segundo, não estava restrito a pares de pessoas.

Então, comecei a ver o mundo de uma forma totalmente nova, como pares de pessoas se conectavam uns aos outros. Compreendi que esses indivíduos estariam conectados em grupos de quatro pessoas a outros pares de pessoas próximas.

De fato, as pessoas estão inseridas em todos os tipos de relacionamentos, de casamento e união, de amizade e outros tipos de vínculos. Essas conexões são vastas. Nós estamos todos inseridos nesse amplo conjunto de conexões uns com os outros. Assim, comecei a ver o mundo por um prisma totalmente novo, e fiquei obcecado com isso.

Fiquei obcecado com:

  1. como poderia ser que estávamos inseridos nessas redes sociais, e
  2. como elas afetavam nossas vidas.

Assim, as redes sociais são essas coisas complexas de beleza. São tão elaboradas e tão complexas e tão onipresentes, na realidade, que alguém precisa perguntar:

  1. A que propósito elas servem?
  2. Por que estamos inseridos nessas redes sociais?
  3. Como elas se formam?
  4. Como elas operam?
  5. E como elas nos afetam?

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Palestra TED: 10 Dicas Tecnológicas para Ganhar Tempo

David Pogue, colunista de tecnologia pessoal no The New York Times, deu palestra na TED em fevereiro de 2013, apresentando 10 Dicas Tecnológicas para Ganhar Tempo. Ele notou algo interessante no que diz respeito à sociedade e à cultura. Tudo que é arriscado requer uma autorização: aprender a dirigir, ter uma arma, se casar…

“Isso vale para tudo que é arriscado, exceto para a tecnologia. Por alguma razão, não existe nenhum plano de ensino, não existe nenhum curso básico. Apenas dão a você um computador e depois lançam você fora do ninho. Como você vai aprender isso? Simplesmente por osmose. Ninguém jamais senta-se com você e diz: “É assim que funciona”. Então, hoje vou contar 10 coisas que você achava que todos sabiam, mas na verdade não sabem. Continue reading “Palestra TED: 10 Dicas Tecnológicas para Ganhar Tempo”

Nós não estamos usando todo o potencial de nossos celulares inteligentes

Smartphone na ChinaO cérebro humano é limitado e abomina cálculos complexos, isto sem falar naqueles de “2 neurônio” (sic) que fecham sua mente frente a quaisquer números. Mesmo exímios jogadores de Xadrez conseguem enxergar poucas rodadas à frente relativamente às estimativas de dependências de trajetórias que um processo computacional avizinha. Será que não podemos usar nossos “celulares inteligentes” para aumentar nossa inteligência no processamento mental, além de facilitar o acesso às informações como nunca tivemos em mãos?

Certamente, os ocidentais conseguem os melhores novos dispositivos da Apple em primeira mão. Mas, na China, sempre há formas de viver a vida através dos smartphones que nos deixam com ciúmes. A China até elaborou um modelo de negócios legítimo para que a temporada mais recente de “Game of Thrones” possa ser vista pelo telefone, de graça.

Qual é a estratégia dos chineses? Muitas vezes, a tecnologia é simplesmente mais barata, permitindo trocas mais frequentes de telefones. Depois, há a maior população conectada na internet do mundo — cerca de 649 milhões de pessoas, das quais 86% usam a internet via telefone — o que pode ser uma incrível base de testes para novas ideias. Muitos jovens já optaram diretamente pelo smartphone como seu principal dispositivo de computação — ignorando os laptops —, então os telefones foram aprimorados para fazer mais coisas. Continue reading “Nós não estamos usando todo o potencial de nossos celulares inteligentes”

Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal

Acesso à Internet

A Pnad 2013 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) constatou que 49,4% da população de 10 anos ou mais de idade (85,6 milhões de pessoas) tinham se conectado à Internet e 48,0% (31,2 milhões) dos domicílios possuíam acesso à Internet. O microcomputador foi o principal meio de acesso à Internet nos domicílios (88,4%), mas o acesso via telefone móvel celular estava presente em 53,6% dos domicílios, enquanto o tablet em 17,2% deles. A banda larga estava presente em 97,7% (30,5 milhões) dos domicílios com Internet, sendo que 77,1% (24,1 milhões) conectavam-se em banda larga fixa e 43,5% (13,6 milhões) em banda larga móvel.

A utilização da Internet era mais frequente entre os jovens de 15 a 17 anos (75,7%) e crescia com a escolaridade, variando de 5,4%, na população sem instrução ou com menos de um ano de estudo, até 89,8%, entre as pessoas com 15 anos ou mais de estudo. A proporção de pessoas que acessavam era crescente conforme a renda, ultrapassando os 50% a partir da classe de um a dois salários mínimos.

Nos 63,3 milhões de domicílios com televisão (97,2% do total), foram contabilizados 103,3 milhões de aparelhos, sendo 38,4% (39,7 milhões) de tela fina e 61,6% (63,7 milhões) de tubo. Entre os domicílios com televisão, 31,2% recebiam sinal digital de TV aberta, enquanto a antena parabólica, estava presente em 38,4% dos domicílios com televisão, com maior proporção nas áreas rurais (78,3%) e nos domicílios com menor renda (48,8% dos domicílios sem rendimento a ¼ do salário mínimo). Já a TV por assinatura era mais comum nas áreas urbanas (33,2%), com maior renda (74,9% dos domicílios com mais de cinco salários mínimos).

Em 2013, quase um quarto da população brasileira (24,8%) não tinha telefone celular, embora o percentual de pessoas com celular tenha avançado 131,4%, desde 2005. A ausência do celular foi observada, geralmente, entre as pessoas com os menores rendimentos (50,9% na faixa de rendimento per capita até ¼ do salário mínimo), baixa escolaridade (60,2% das pessoas sem instrução ou com menos de 1 ano de estudo) , trabalhadores agrícolas (48,9%).

Essas e outras informações integram o suplemento Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, da Pnad 2013, realizado em convênio com o Ministério das Comunicações. Nesta terceira edição do suplemento, foram investigados, pela primeira vez, o número e o tipo de televisores (tela fina ou tubo) por domicílio, a recepção do sinal digital de televisão aberta, televisão por assinatura e antena parabólica, além dos equipamentos utilizados para acessar a Internet (celular, tablet, computador, TV ou outro equipamento eletrônico) e o tipo de conexão utilizada (sinal de rede celular – 3G ou 4G; discada e/ou banda larga). Todos os resultados desse suplemento da PNAD 2013 estão disponíveis nos links:

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/acessoainternet2013/default.shtm

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Etiqueta via E-mail

Etiqueta via E-mail

A madame acima dita regras de etiqueta, o que é muito positivo. Porém, uma primeira regra seria não suprir a carência afetiva, apelando para um cão, em substituição ao afeto pelo vizinho que se azucrina com os latidos do bicho! Especialmente em “feriadões”, a classe média viaja e deixa seu infeliz “alarme” ligado o dia todo — noite-e-dia –, latindo tanto pelo isolamento quanto pela fome e sede. Gente boa, tenha empatia com os vizinhos e tema a Sociedade Protetora dos Animais (sic)!

Porém, a madame acima busca ensinar “cortesia“. A etimologia da palavra refere-se à corte, quando os primeiros monarcas tiveram de ensinar alguns bons hábitos para os selvagens valentões (senhores feudais) tornarem-se nobres. Eles tiveram de aprender à força conviver uns com outros de modo cortês. A convivência coletiva exige civilidade, educação no trato com outrem, amabilidade, polidez. Aprende-se o que é um gesto, dito delicado, educado.

Como convivemos em tempos de má educação, ou, de maneira mais precisa, de malcriação por parte de pais que transferem suas responsabilidades individuais para professores, vale aprender algumas regras de etiqueta, mesmo para os oportunistas que desejam “subir na vida”. Saibam todos que os esnobes discriminam vocês por pequenos gestos inconscientes, porém que demonstram sua “má-criação” já que vêm de “classe baixa”…

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