Bitcoin: Moeda Digital

Bitcoin

Michael J. Casey e Paul Vigna (WSJ, 28/01/15) publicaram uma reportagem adaptada do livro: “The Age of Cryptocurrency: How Bitcoin and Digital Money Are Challenging the Global Economy Order” (“A Era da criptomoeda: Como a Bitcoin e o dinheiro virtual desafiam a ordem da economia global”, em tradução livre) lançado no final de janeiro de 2015 nos EUA pela St. Martin’s Press.

Eles afirmam que tudo relacionado à bitcoin é envolto em uma aura de mistério. Cerca de US$ 500 milhões sumiram de uma bolsa on-line de Tóquio. Um promotor de Manhattan prendeu o vice-presidente do Conselho de Administração de sua plataforma de negociação mais importante, um jovem de 24 anos, sob acusação de lavagem de dinheiro relacionada a drogas. A identidade de seu criador permanece uma incógnita. Em 2014, ela perdeu 66% de seu valor e já caiu outros 44% nas primeiras duas semanas de janeiro de 2015. Na carta que enviou aos investidores no fim do ano, Warren Buffett foi enfático: “Fiquem longe dela.”

A moeda digital, conhecida mundialmente apenas como bitcoin, tem só seis anos, mas muitos de seus críticos já a consideram morta. Tais previsões lúgubres, porém, estão deixando de lado uma questão bem mais importante: independentemente da morte ou não da bitcoin, a tecnologia que a sustenta veio para ficar. E a tecnologia se tornará ainda mais influente à medida que desenvolvedores criam versões novas e melhores, e clones.

Nenhuma moeda digital vai remover o dólar de ser o padrão monetário hegemônico na economia mundial, enquando a confiança naquela não superar a neste, mas a bitcoin é muito mais que uma moeda. É um sistema descentralizado e radicalmente novo de administrar a forma que as sociedades trocam valores. É, simplesmente, uma das inovações mais poderosas no mundo das finanças em 500 anos. [???] Continuar a ler

Economia da Conveniência: Cenário Tecnológico de 2015

Tendências Tecnológicas de 2015

As 10 tendências que vão dominar o ano são:

  1. 5G,
  2. phablets,
  3. conveniência móvel,
  4. carteira digital,
  5. computadores de vestir,
  6. privacidade versus exposição,
  7. internet das coisas,
  8. “faça você mesmo”,
  9. 4K e
  10. omni-channel.

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O Mundo Gira, Meu Blog Roda e O Mundo é Plano?!

5-anos-mudaram-internet-e-o-mundo

Em comemoração ao quinto aniversário deste modesto blog, vamos conferir como Thomas Friedman, em “O Mundo é Plano: Uma Breve História do Século XXI”, analisa uma das “dez forças que achataram o mundo”: o uploading.

As dez forças que resultaram na Globalização 3.0 foram:

  1. Nove de Novembro de 1989
  2. Nove de Agosto de 1995
  3. Softwares de fluxo de trabalho
  4. Uploading
  5. Terceirização
  6. Offshoring
  7. Cadeia de fornecimento
  8. Internalização
  9. Informação
  10. Esteroides

Mundo Gira Lusitana RodaO uploading permite a exploração do poder das comunidades de geeks. Elas colaboram entre si para criar um novo software e depois enviá-lo em arquivo de computador para o mundo. Isso se chama software desenvolvido em comunidade.

Graças à plataforma do mundo plano, mais e mais internautas estão na web oferecendo também suas próprias notícias e seus artigos de opinião, eliminando os jornais como intermediários ou filtrando  seus vieses ideológicos. Isso se chama fazer blog. Continuar a ler

Guia para Comprar Smartphone

Smartphone

Joanna Stern (WSJ, 02/01/15) publicou um guia para comprar o melhor smartphone. Pode ser útil para muitos internautas. Compartilho-o.

Agora é a melhor época do ano para comprar um smartphone. Todos os fabricantes lançaram seus melhores produtos para as compras de fim de ano e alguns podem ser encontrados em preços realmente baixos. E nenhuma novidade deve surgir antes de abril.

Depois de testar 25 smartphones novos, e avaliar tudo desde vida da bateria a qualidade da chamada ao desempenho da câmera, eu fiz minha lista dos melhores. Esses são os únicos que você deve considerar na hora da compra. Continuar a ler

Uso Inteligente de Celular Inteligente?

Uso de celular inteligente

O estudo mostra que a maioria dos usuários prefere conteúdo gratuito e costuma usar até dez aplicativos diariamente, mesmo que tenha mais arquivos instalados no celular. É mais comum um aplicativo ser desinstalado porque apresenta travamento e problemas técnicos do que por dificuldades de uso, por ser inferior a um concorrente ou porque o usuário cansou dele.

As redes sociais eram acessadas por 81% dos 1,8 mil entrevistados pela Nielsen Ibope em outubro. Em setembro de 2013, representavam 77% da amostra. Serviços de e-mail, vídeos, notícias, músicas e portais também conquistaram boa audiência.

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Blog Cidadania & Cultura: Mais de 3 Milhões Visualizações

 

3 MM Visualizações no Blog C&C

Seguidores e Partilhas do Blog C&C

Visitas Meses e Anos - Média por Dia

Este modesto blog, surpreendentemente para mim, recebeu mais de 3.000.000 visualizações desde sua criação em 22/01/2010 — confira essa estatística no alto da coluna da direita. Interessante que os artigos mais populares (listagem abaixo) são “prestações de serviços de utilidade pública“. Em outras palavras, há quase quatro anos, este é meu trabalho voluntário e gratuito de responsabilidade social. É uma forma de eu retribuir à sociedade o que ela pagou por meus estudos em Escolas Públicas Gratuitas: Colégio Estadual de Minas Gerais, FACE-UFMG e UNICAMP.

Será que é necessário? Para mim, este “banco de dados e informações” constitui um necessário estímulo intelectual.

Será que já está suficiente? Não sei, tenho dúvidas a respeito. Continuar a ler

Automação Emburrece

Automação

Carr é autor do livro “A geração superficial: o que a internet está fazendo com os nossos cérebros” (editora Agir). Publicou (WSJ, 28/11/14) artigo interessante sobre como a inteligência artificial definha a inteligência natural. Reproduzo-o abaixo.

A inteligência artificial chegou. Os computadores são hoje perspicazes e precisos. Eles podem medir o ambiente, resolver problemas complicados, fazer julgamentos sutis e aprender com a experiência. Eles não pensam como nós, mas podem reproduzir muitos de nossos talentos intelectuais. Deslumbrados com nossas máquinas, nós damos a elas todo tipo de tarefas sofisticadas que antes costumávamos fazer sozinhos.

Nossa crescente dependência da automação e computadores, porém, pode ter um custo elevado. Evidências preocupantes sugerem que nossa inteligência está se retraindo à medida que nos tornamos mais dependentes da inteligência artificial. Em vez de nos elevar, parece que o software inteligente nos emburrece. Continuar a ler