Avaliação de Consumidores versus Avaliação de O Mercado 3 O (Onisciente, Onipotente e Onipresente)

André Rocha(Valor, 21/06/17) avalia que Facebook, Google, Amazon, Microsoft e Apple possuem como característica buscarem a vanguarda tecnológica. Esse grupo faz parte da Economia Pós-industrial: a Economia do conhecimento. Todas são listadas na bolsa americana Nasdaq, com exceção da Google que pode ser investida indiretamente por intermédio da sua controladora Alphabet. Todas são grandes, mas elas são bem avaliadas pelos investidores?

As marcas dessas gigantes são as mais valiosas do mundo, segundo levantamento da BrandZ, feito em parceria com a WPP e a Kantar Millward Brown, publicada pelo Valor em 7 de junho de 2017. As cinco marcas foram avaliadas em US$ 1,2 trilhão, cabendo a Google puxar a fila com US$ 245 bilhões, seguida por Apple com US$ 235 bilhões, Microsoft com US$ 143 bilhões, Amazon com US$ 139 bilhões e, no fim da seleta lista, o Facebook com US$ 130 bilhões.

Prova de que vivemos novos tempos, a Microsoft liderava a listra em 2006, mas as empresas seguintes – Coca-Cola, China Mobile, Marlboro e Walmart – não figuram mais no “top ten”. Continue reading “Avaliação de Consumidores versus Avaliação de O Mercado 3 O (Onisciente, Onipotente e Onipresente)”

6 Milhões de Visualizações do Blog Cidadania & Cultura


Para não deixar passar sem comemoração a efeméride — 6 milhões de visualizações desde 22 de janeiro de 2010 — deste modesto blog pessoal, que posta assuntos “impopulares” (sic), o presente para seus estimados seguidores é o acréscimo da página aí do lado esquerdo denominada Sobre Bancos. É composta de hiperlinks com acesso direto às informações disponíveis no site do Banco Central do Brasil, um extenso repertório de informações econômico-financeiras, cujo conhecimento compartilho com os demais pesquisadores e/ou “a quem possa interessar”.

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Depois de sete anos e meio, com base nos quadros acima apresentados, dá para verificar uma característica sazonalidade: a média de mais de 4.000 visualizações nos dias úteis é bem superior à de sábados (cai pela metade) e domingos (¾). Demonstra o blog ser uma fonte de pesquisa universitária, pois também nas férias de verão e inverno (meses dezembro-fevereiro e julho) as médias caem.

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Feicebuque?! Não sei… 😦

Grato pela audiência (muito superior a de leitores de textos acadêmicos) que ainda me dá força para perseverar!

A perseverança é uma qualidade daquele que persiste, que tem constância nas suas ações e não desiste diante das dificuldades.

Perseverar é conquistar seus objetivos devido ao fato de manter-se firme e fiel a seus ideias e propósitos, no caso do único responsável deste modesto blog pessoal, compartilhar conhecimentos com a sociedade que pagou seus estudos em colégio estadual e universidades públicas.

Internet das Coisas

Christopher Mims (Valor, 16/11/16) avalia que, embora amplamente automatizada e cada vez menos dependente de mão de obra, a indústria americana ainda assim apresenta um paradoxo: embora sofisticada, ela não é tão de alta tecnologia.

Imagine máquinas de estamparia de metais em uma fábrica de autopeças que podem ter uma vida útil de até 40 anos. Agora, pense na linha de montagem, perto de Austin, no Texas, onde a Samsung Electronics Co. produz chips para os iPhones da Apple Inc. A fábrica é um ambiente branco impecável cheio de robôs carregando pastilhas de silicone de uma estação para outra. Cada detalhe do local é medido por sensores que transmitem dados para uma central, onde eles podem ser processados para aperfeiçoar o processo de produção. As únicas pessoas presentes estão lá para consertar as máquinas, que executam todo o trabalho.

Mas isso significa que ainda há uma grande oportunidade para usar, na manufatura, todo o aprendizado que o Vale do Silício aplicou, por exemplo, à publicidade. As pessoas estão realmente pensando em usar capital de risco e inovação tecnológica em coisas que são dez vezes maiores do que o mercado publicitário. Elas ajudam empresas a processar dados coletados em linhas de montagem. O setor global de manufatura movimenta US$ 12 trilhões por ano. Os gastos anuais com publicidade no mundo todo somam só um pouco mais de US$ 500 bilhões.

Essa transformação na forma como as coisas são feitas tem vários nomes — quarta revolução industrial, Internet das Coisas industrial, fábricas inteligentes –, mas, em sua essência, trata-se de:

  1. coleta do maior volume de dados possível de todas as máquinas nas fábricas,
  2. envio dos dados para a nuvem,
  3. a análise deles por meio da inteligência artificial e
  4. o uso dos resultados para tornar essas fábricas mais produtivas, menos onerosas de operar e mais confiáveis.

O objetivo é extrair os dados de seus silos – a máquina, o chão da fábrica, os sistemas de transporte e logística – e consolidá-los de uma maneira que permita decisões em tempo real. Continue reading “Internet das Coisas”

Computação Quântica

Ana Lúcia Moura Fé (Valor, 22/06/17) avalia que a computação quântica nunca se mostrou tão factível desde que foi proposta pela primeira vez, em 1981, pelo físico americano Richard Feynman. O apelo por trás desse tipo de pesquisa é o potencial de resolver, em segundos, problemas lógicos complexos que levariam anos ou sequer seriam concluídos em computadores tradicionais.

Nos últimos cinco anos, houve progresso e interesse nesse campo, com avanço rápido na criação de hardware e na experimentação escalável. Disputa-se a corrida pelo computador do futuro com laboratórios acadêmicos e vários nomes de peso da área de TI, como Microsoft e Google.

Os sinais do progresso vêm de toda parte. Só em capital de risco, a área atraiu US$ 147 milhões nos últimos três anos, além de US$ 2,2 bilhões em apoio governamental a pesquisas, em âmbito global, segundo a Deloitte. A União Europeia anunciou planos para, a partir de 2018, investir € 1 bilhão em tecnologias quânticas. E a Academia Chinesa de Ciências trabalha para construir um computador quântico nos próximos anos, só para citar alguns casos.

A tecnologia explora capacidades exóticas de elementos subatômicos, como a “superposição”, em que as unidades fundamentais de informação (apelidadas de qubits, ou bits quânticos) assumem diferentes estados ao mesmo tempo. Em comparação: os computadores clássicos codificam informações como bits que podem estar em um dos dois estados, “0” ou “1”. Já na computação quântica, os qubites podem ser “0”, “1” ou os dois ao mesmo tempo. Continue reading “Computação Quântica”

Impressoras 3D: Manufatura Aditiva ou Digital

Marcos de Moura e Souza (Valor, 24/05/17) publicou reportagem sobre impressoras 3D. Compartilho-a abaixo.

“Imagine que uma peça de plástico do seu carro quebrou. Você vai até a uma oficina autorizada e no estoque não há o que você precisa. Não importa. Um funcionário aciona uma pequena máquina e fabrica ali mesmo a tal peça. A ideia está em estudo pela Renault do Brasil e faz parte de uma pequena revolução que se espalha pela indústria nacional sem despertar muita atenção. No centro dessa mudança estão impressoras 3D, máquinas capazes de fazer praticamente qualquer objeto — do componente do motor de um avião a próteses humanas, passando por peças de carros, brinquedos e roupas. Continue reading “Impressoras 3D: Manufatura Aditiva ou Digital”

Mobile Banking X Fintech

Felipe Datt (Valor,22/06/17) informa que o mobile banking já é, oficialmente, o canal preferido do brasileiro para realizar transações bancárias. Conforme a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2017, no último ano o canal respondeu por 34% do total de transações da indústria, ultrapassando o internet banking (23%) pela primeira vez. O crescimento é notável. Em 2013, o mobile respondia por 4% das transações, perdendo da máquinas de atendimento automático (ATMs) e das agências.

O que impressiona é a velocidade da mudança. A métrica de sucesso de um aplicativo não é mais atingir 100 mil downloads, mas milhares. O Bradesco contabiliza 10 milhões de usuários no mobile banking e o Banco do Brasil, 11,7 milhões de usuários do mobile. O Santander, quatro milhões de usuários do aplicativo. O Itaú possui sete milhões de usuários cadastrados no mobile banking.

Desde março de 2014, o acesso ao app do Bradesco não consome o plano de dados. O uso do app do Santander também não consome dados desde abril deste ano. Já o Itaú lançou em dezembro de 2016 uma versão light do seu aplicativo.

A curva de adesão é mais acelerada do que a verificada em internet banking, há quase duas décadas. Um dos fatores é que, para boa parte da população, o smartphone é a porta de entrada no universo digital. Outro fator é comportamental. Há duas décadas, houve um esforço enorme para convencer o cliente a usar o banco pela internet. Hoje, essa demanda ocorre de fora para dentro. No mobile banking, tem de se entregar uma boa experiência para o cliente. Do contrário, ele abandona e não compra. Continue reading “Mobile Banking X Fintech”

RH face a Robôs e Inteligências Artificiais

Stela Campos (Valor, 24/04/17) informa que tecnologia hoje pode ajudar os departamentos de recursos humanos a reunir dados que traçam o perfil dos funcionários e os comportamentos que melhor se adaptam à organização. Com isso, podem ter um recrutamento mais assertivo e direcionar treinamentos para as necessidades individuais dos empregados. Novas ferramentas podem estimular ainda o trabalho em equipe e oferecer a oportunidade do profissional gerenciar a própria reputação na empresa.

Tudo isso representa um grande avanço para a gestão de pessoas. Mas os desafios dos RHs passam por questões que vão além de ter que aprender a interpretar dados, e que requerem novas competências como gestores. A chegada da geração nascida nos anos 80 aos cargos de chefia e a entrada dos nativos digitais exigem um novo olhar para a atração, retenção e desenvolvimento de talentos. Além disso, a discussão sobre o uso de inteligência artificial, a robotização e a as novas funções que sobrarão para os humanos já começa a preocupar esses executivos.

Todas essas questões foram discutidas na quarta edição do HCM World, evento promovido pela Oracle, que reuniu em Boston mais de 2 mil gestores de RH, de vários países. Em três dias, foram mais de 60 palestras de executivos da área e de pensadores da gestão. Continue reading “RH face a Robôs e Inteligências Artificiais”