Governo Dilma: Maior Número de Habitações Financiadas Em Toda A História Brasileira

Quantidade de UH construídas 1974-2013Crédito Imobiliário 2003-2014Perfil da Carteira Imobiliária da Caixa O eleitor brasileiro necessita votar racionalmente, e não de maneira emocional sob influências de opiniões descabidas, sob o risco de perder conquistas sociais como as acima evidenciadas: o maior número de unidades habitacionais financiadas nos últimos 40 anos!

Se analisar os dados com isenção e refletir, conscientemente, se a qualidade da vida do povo brasileiro melhorou desde 2003, sem dúvida, a verdade vencerá a mentira e haverá continuidade do Governo Social-Desenvolvimentista.

Veja e analiseApresentação do Diretor de Habitação da CAIXA na ADEMI – RJ – 03.09.14

MCMV: Subsídio Social para Famílias de Baixa Renda

MCMV 23062014Balanço MCMV 16062014Inadimplência MCMV abril 2014

Apesar da elevação da inadimplência, o governo não está executando os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida que têm renda mensal de até R$ 1,6 mil e estão atrasando o pagamento das prestações do principal programa habitacional da Presidenta Dilma Rousseff. O Acre, cuja capital sofreu com enchentes neste ano, lidera o ranking dos Estados com maior índice de inadimplência. De cada 100 contratos assinados, 37 estão com o pagamento atrasado por mais de 90 dias. Já Alagoas tem o índice mais baixo do país (4,67%).

Segundo dados do Ministério das Cidades , a taxa média de inadimplência no país para a chamada faixa 1 era de 16,7% em 30 de abril de 2014, ou seja, porcentual praticamente oito vezes maior que o apurado no mercado de financiamento imobiliário. No caso do Estado de São Paulo, o índice por atraso superior a 90 dias foi de 14,38% em abril. No Rio, chegou a 29,76%.

“Como trata-se de programa eminentemente social, para atender necessidade de moradia digna da população de mais baixa renda, as ações educativas e de cobrança administrativas estão atualmente em implementação. Nesse sentido, ainda não atingimos no programa, a etapa de execução dos contratos dos beneficiários inadimplentes”, informou o ministério. Continuar a ler

Aluguel de Temporada no Rio de Janeiro Durante a Copa

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Suíte master de mansão no bairro Joá, área nobre da zona sul do Rio, que foi alugada por mais de R$ 300 mil por semana.

Paul Kiernan (WSJ, 23/05/14) informa que a mansão de três andares com paredes de vidro do ex-executivo da indústria da moda Arif Noor foi construída num morro tão íngreme no Rio de Janeiro que seus terraços parecem flutuar acima do mar. Um jardim vertical com flora tropical rodeia um spa suntuoso no térreo. Em uma manhã ensolarada recente, uma atriz e modelo visitava a casa para uma sessão de fotos.

O imóvel com cinco quartos e oito banheiros pode ser seu durante a Copa do Mundo — por US$ 150.000 (R$ 333.000) por semana.

O Ministério do Turismo brasileiro prevê que o grande evento do futebol mundial, realizado em 12 cidades em todo o país, leve 3,1 milhões de turistas brasileiros e estrangeiros aos jogos e às festas organizadas pela Fifa, conhecidas como Fan Fests.

O Rio deve ser o principal destino, com 554.000 visitantes, e os proprietários de imóveis da cidade se apressam para tirar vantagem. Algumas residências de luxo no Rio de Janeiro já foram reservadas para todo o mês do torneio por centenas de milhares de dólares, dizem agentes imobiliários locais. Continuar a ler

Risco de Viver de Renda de Aluguel

Aluguel em baixa

Sérgio Tuhata (Valor, 15/05/14) informa que o “yield” (retorno sobre o valor investido) mensal do aluguel residencial em São Paulo e no Rio de Janeiro parece ter encontrado um piso. As taxas, segundo o índice FipeZap de preços anunciados, permanecem nas mínimas históricas, de 0,45% para a capital paulista e de 0,37%, no caso da fluminense, há cinco meses consecutivos, desde dezembro de 2013. Em outros termos, está menor do que o rendimento mensal de depósitos de poupança (0,5% + TR)!

Essa aparente estabilidade pode refletir um período de ajuste e sinalizar uma eventual recuperação da rentabilidade apenas no médio ou longo prazos. Existe a possibilidade de o yield ficar maior em função da redução da velocidade de compra e venda de imóveis, o que voltaria a tornar o mercado de aluguel mais atrativo. Entretanto, o período de análise ainda é muito curto para se identificar uma tendência no segmento. Continuar a ler

Investimento Imobiliário

Investimento Imobiliário

Sérgio Tauhata (Valor, 26/03/14) avalia que caber no bolso do cliente foi uma das principais estratégias de incorporadoras nos últimos dois anos. Na prática, o conceito significou encolher o tamanho dos apartamentos e apostar em unidades de 1 dormitório ou no estilo estúdio, de ambientes integrados, com tamanhos que variam entre 18 m2 e 40 m2. O aquecimento do nicho, além de atender demandas demográficas e de custos, também acabou por incentivar a migração de investidores, que tradicionalmente adquirem unidades comerciais de pequeno porte, como salas e escritórios.

O aumento da demanda tem levado a uma valorização acima da – já elevada – média do setor. Tanto na compra e venda quanto nos aluguéis. De acordo com o índice FipeZap, que reflete a variação de preços anunciados de imóveis residenciais no país, o 1 dormitório acumulou valorização média de 80,4% entre agosto de 2010 e fevereiro de 2014, ou seja, mais de três vezes a inflação do período, medida pelo IPCA, que variou 24%. No bairro nobre do Itaim Bibi, em São Paulo, o preço médio do m2 gira em torno de R$ 12 mil. Continuar a ler

Mercado de Residências

Mercado de ResidênciasFinanciamento Imobiliário

Yan Boechat (Valor, 31/10/13) informa que, após um período marcado por fortes ajustes de oferta frente a uma demanda decrescente, como em 2012, o mercado imobiliário brasileiro experimentou um crescimento vigoroso no ano de 2013, com resultados que surpreenderam até mesmo as projeções mais otimistas. Praticamente todos os indicadores econômicos do setor mostraram que os seis primeiros meses do ano foram absolutamente positivos, tanto no volume de lançamentos de imóveis novos assim como nas vendas.

De acordo com o Secovi, o volume de imóveis comercializados nas 12 principais regiões metropolitanas do país cresceu 11% de janeiro a maio de 2013 em relação ao mesmo período do ano anterior. Em São Paulo, que representa mais de 50% do mercado nacional, a expansão chegou a 35%. Continuar a ler

Mercado Imobiliário

Mercado Imobiliário

Roseli Loturco (Valor, 29/05/13) avalia que, tido como um dos motores de qualquer economia, o ramo imobiliário no Brasil nunca esteve tão na mira de empresários e investidores nacionais e estrangeiros como nos últimos sete anos. Foi nesse período que as 14 maiores incorporadoras no país abriram capital na BM&F Bovespa a fim de levantar recursos para suportar o crescimento que viria pela frente. Algumas dessas empresas se deram bem, como a Cyrela Realty, que viu suas ações valorizarem 466,65% desde a realização do IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês), em julho de 2005, até o 27/5/13, conforme cálculos do Valor PRO.

De olho nesse mercado, muitos fundos de investimentos estrangeiros se constituíram ou migraram parte de seus recursos de outros países para o Brasil. Hoje, há em torno de R$ 20 bilhões em fundos de private equity americanos, ingleses, canadenses, chineses e do Oriente Médio, disponíveis para aplicar no ramo imobiliário nacional, segundo levantamento da Ernst & Young Terco. Eles acompanham as oportunidades crescentes de ganhos e apostam em grandes empreendimentos comerciais, chamados de triplo A, nos galpões logísticos que se instalam estrategicamente próximos a grandes rodovias, além de prédios e loteamentos residências. “Tudo isso deve levar o setor a saltar dos atuais R$ 221 bilhões de receita anual para R$ 270 bilhões em até oito anos”, afirma Viktor Andrade, diretor responsável pela área de real estate e que conduziu o estudo na EYT.

As projeções consideraram indicadores relevantes que influenciam diretamente o setor:

  1. o alto déficit habitacional do país, em torno de 5,6 milhões de unidades,
  2. a elevada entrada de Investimento Estrangeiro Direto (IED), que no ano passado somou US$ 4 bilhões para imóveis,
  3. a disponibilidade de crédito fácil por meio dos recursos da caderneta de poupança, que superaram os R$ 400 bilhões, e de parte do FGTS, ligada ao financiamento da habitação, próximo a R$ 350 bilhões,
  4. além dos recursos dos fundos de private equity e imobiliários e de negociações feitas por meio dos Certificados de Recebíveis imobiliários (CRI).

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