Palestra discute papel do Estado e o financiamento ao desenvolvimento

 

A Desenbahia ofereceu, no dia 20 de setembro de 2013, palestra com o professor da Unicamp Dr. Fernando Nogueira da Costa, como um dos eventos comemorativos do 12º aniversário da Agência de Fomento.  O evento também foi uma iniciativa do projeto “Gestão do Conhecimento”, liderado pela assessora Sandra Cristina Oliveira. O presidente da Desenbahia, Vitor Lopes, abriu os trabalhos com a presença de empregados, estudantes e Diretoria Colegiada.

Segundo o palestrante, o Estado brasileiro situa-se no centro das decisões cruciais de financiamento da economia. “O Tesouro Nacional possibilita a realocação dos recursos em prazos adequados ao financiamento dos setores prioritários para o desenvolvimento brasileiro. Além disso, o Tesouro oferece aos investidores risco soberano, para captar em longo prazo, tanto no mercado financeiro doméstico, quanto no internacional”.

Argumento

Assisti, nos últimos workshops que presenciei, 60 apresentações durante três dias! Estas maratonas são organizadas com 12 sessões de duas horas cada, duas em cada turno, com cinco expositores por “mesa”. Lá para as tantas, o expectador não retém mais as inúmeras “ideias-chave” e passa a observar apenas a “corrida-contra-o-tempo-de-20-minutos”. O fundista conseguirá ou não? O juiz-cronometrador será rigoroso ou tolerante?

Adiada a absorção do conteúdo para se ler depois do seminário, em resumos ou PowerPoints apresentados, resta a reflexão sobre a forma de apresentação dos colegas. Em alguns casos, ficamos solidários com as queixas dos alunos. Em outros, ficamos admirados.

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Aula Magna na UFPR

DEPECON-UFPR

O Prof. Marco Antonio Ribas Cavalieri, Coordenador da Graduação em Ciências Econômicas do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná – UFPR e eu nos conhecemos em uma mesa na SEP de 2005. Eu estava coordenando uma mesa sobre Metodologia da qual ele participou. Desde aquele tempo, ele me disse que tem acompanhado o meu trabalho e, mais recentemente, meu blog, que gosta muito de ler.

Atualmente, ele é professor do Progama de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico da UFPR, ligado à ANPEC, e do Departamento de Economia. Desde janeiro de 2013, assumiu também a coordenação da graduação.

Tentando inovar no sentido de aproximar os alunos da graduação da UFPR dos melhores profissionais da área, decidiu, com o apoio do Departamento de Economia, promover uma Aula Magna para inaugurar o ano letivo de 2013. “Pensando em alguém com larga experiência dentro e fora da academia, imediatamente”, disse-me, “seu nome me surgiu como possibilidade”.

Deste modo, ele me convidou para ministrar a Aula Magna deste ano de 2013 para seus alunos. A UFPR tem um Departamento bem grande, com cerca de 900 alunos de Graduação, e duas pós-graduações com Mestrado e Doutorado. Ele faz parte do corpo docente da Pós-Graduação em Políticas Públicas, que tem área multidisciplinar.

Devido à greve das IFES de 2012, o ano letivo iniciou-se somente em abril. Então, hoje, às 10:00, em Curitiba, estarei dando a Aula Magna, pela qual desde já agradeço o honroso convite.

VejaAula Magna UFRP – FERNANDO COSTA – Financiamento do Desenvolvimento 100513

Apresentação da Chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento

Novos Motores de Crescimento

Esther Dweck, Chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento e Professora Adjunta – IE/UFRJ, fez uma apresentação muito didática no Seminário da RedeD-CGEE, no dia 18/04/13, realizado no IE-UNICAMP. Gentilmente, ela nós enviou sua apresentação feita a partir de gráficos com longas séries temporais, o que ajuda visualizar os problemas macroeconômicos enfrentados pela política econômica. Como ministrarei o Curso de Política e Planejamento Econômico (PPE), no próximo semestre, ela me será muito útil.

CompartilhoApresentação ESTHER DWECK – 2013_04_18_Seminario REDED-CGEE_UNICAMP_Política Econômica e Crescimento

Apresentações dos palestrantes durante o Seminário “Desafios e Oportunidades do Desenvolvimento Brasileiro”

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 Apresentação de Pedro Dutra -  Conceito do Desenvolvimentismo

Apresentação de Luiz Carlos Bresser-Pereira – Liberalismo X Desenvolvimentismo

 Apresentação de Vanessa Petrelli - Financiamento do Desenvolvimento Regional

 Apresentação de Matias Vernengo - Cenário Argentino Continuar a ler

Apresentação no Seminário RedeD-CGEE: Financiamento do Desenvolvimento

Financiamento do Investimento - SA e Empresas Fechadas

Fonte: CEMEC-IBMEC. Indicadores CEMEC de Custo de Capital. São Paulo, 11o. Seminário CEMEC de Mercado de Capitais, 27/04/2012.

MESA 6: FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO 

Coordenador: Jorge Mattoso (Unicamp) 

Fernando Nogueira da Costa (Unicamp)

Ana Rosa Ribeiro de Mendonça ou Simone de Deos (Unicamp)

Vanessa Petrelli Correa (UFU)

Marcelo Miterhof (BNDES)

Veja:  Apresentação FERNANDO COSTA Seminário RedeD-CGEE 170413

Seminário na Pós-Graduação em Economia na UNESP – Araraquara

Seminário na UNESP – FERNANDO COSTA – Social-Desenvolvimentismo e Capitalismo de Estado Neocorporativista

UnicampResumo da Apresentação:

A estratégia observada (e defendida) pelo Social-Desenvolvimentismo, para a década corrente, é direcionada pelos investimentos do setor produtivo estatal, incluindo os dos fundos de pensão patrocinados pelo setor público. Em conjunto com o gasto público orçamentário, operarão como indutor do gasto privado, ou seja, como investimento autônomo diante das condições da demanda agregada em contexto de crise internacional. Significa adotar o olhar estadista “para enxergar mais adiante, além da demanda corrente”. Não se restringe ao debate da política econômica em curto prazo. Destaca a importância de investimento em infraestrutura e logística, porém não se reduz a esse o foco, pois estabelece como prioridade também a política social ativa.

O Capitalismo de Estado chinês (sob domínio do PCC), o russo (sob ex-KGB) e o indiano são derivados de experiências históricas com “socialismo de mercado” e, claramente, se diferenciam do Capitalismo de Mercado norte-americano. O Capitalismo de Estado brasileiro possui Estado interventor, indutor e regulador, que propiciou “salto de etapas históricas”, antes percorridas por países de capitalismo maduro, mas ele ainda busca conquistar maior autonomia tecnológica e financeira.

O Neocorporativismo é uma forma particular de intermediação de interesses entre sociedade civil e Estado. Nele, os interesses gerados na sociedade civil são organizados, seja em sindicatos dos trabalhadores, seja em associações empresariais, cujas estruturas internas centralizadas e hierárquicas impõem a militância político-partidária ou a troca de favor pessoal para obter apoio à ascensão a postos com poder de decisões estratégicas em regime presidencialista de coalizão partidária.

II Seminário de Bolsistas do IPEA da RedeD

Apresentação FERNANDO COSTA II Seminário IPEA-REDED 101212

UnicampIdeia-chave, guia ou fio-condutor da Apresentação:

O multiplicador de gastos autônomos é inversamente proporcional à fração de retirada (aplicações em outros ativos) por ciclo de gastos ou, o que é o mesmo, à diferença entre a unidade e a fração gasta novamente, devido à propensão marginal a consumir. Depois de todas as rodadas ou os ciclos de gastos, o aumento total na renda será a resultante de todos os gastos em consumo acumulados. Haverá, concomitantemente,  aumento no total de aplicações em ativos financeiros que servem de lastro como passivos bancários dos empréstimos efetuados pelos bancos para alavancar os gastos, seja em consumo, seja em investimento.

Em síntese, o sistema bancário multiplica a quantidade de moeda à medida que empresta. Para os bancos, qualquer disponibilidade em seu passivo, é utilizada em novos empréstimos ou aplicações financeiras. O suprimento de moeda cresce com o uso, ou seja, expande-se por meio do endividamento. A moeda é criada por endividamento e destruída por pagamento de dívida. O setor bancário tem de oferecer novos produtos financeiros para adequar os prazos de seus ativos com os de sua composição passiva, isto é, converter moeda em funding.

Bancos de Desenvolvimento, Estabilidade Econômica e Sustentabilidade

 

14h30 – 16h
Audit. BNDES (Av. Chile)
Bancos de desenvolvimento, estabilidade econômica e sustentabilidade
Coordenação: Leonardo Burlamaqui (Ford Foundation / UERJ)
Jan Kregel (Levy Institute)
Michelle Chan (Friends of the Earth)
Fernando Nogueira da Costa (Unicamp)

VejaApresentação FERNANDO COSTA I Congresso CICEF 170812

1º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado

1º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado

Palestras do Congresso serão transmitidas online

As palestras e os debates realizados no auditório serão transmitidos para a internet via streaming. O link de acesso estará disponível no site, no dia 15 de agosto, às 10h.
* Palestras realizadas em inglês ou espanhol serão transmitidas no idioma original do palestrante.* O link é gratuito e estará disponível a todos os interessados.

O Centro Celso Furtado realizará entre 15 e 17 de agosto seu 1º Congresso Internacional – “A crise e os desafios para um novo ciclo de desenvolvimento“. O site já está no ar e as inscrições já podem ser realizadas. Confira as últimas notícias, a programação e entrevistas com os participantes. Participe.

V Seminário PCCh-PT: Reações da China e do Brasil à Crise Internacional

Seminário teórico China/Brasil: enfrentamento da crise financeira internacional é tema de debate

Artigo publicado em 20/08/2012 no site da Fundação Perseu Abramo

Por Reiko Miura | Comunicação FPA

 

Seminário realizado em Salvador no dia 14/8, reuniu representantes do Partido dos Trabalhadores e do Partido Comunista da China (PCCh). Esta é a quinta edição da série de seminários para troca de experiências acordado pelos dois partidos em 2004 e iniciado em 2008.

Na terceira mesa do seminário teórico Partido dos Trabalhadores-Partido Comunista da China (PCCh), sobre a crise financeira internacional, o PCCh apresentou o painel “Práticas e êxitos da China para enfrentar a crise financeira internacional”. O expositor, Wang Yulin, é subdiretor geral de América Latina e Caribe do Departamento Internacional do PCCh. O PT apresentou o painel “Ações e êxitos do Brasil para enfrentar a crise financeira internacional”, e teve como expositor Fernando Nogueira da Costa, economista e professor do Instituto de Economia da Unicamp.

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