Apresentação sobre Estado e Desenvolvimento

Ícone de EconomiaMackenzie Rio                                                XIV SEMANA DE ECONOMIA 

Prezados,

No dia 13 de agosto de 1951 [um mês e meio antes de eu nascer: Oh, carma!], o então Presidente do Brasil, Getúlio Vargas, sancionou a lei 144, que criou a profissão de Economista. Esse profissional é responsável por compreender a forma com que a sociedade usa seus recursos materiais e humanos, com vistas a produzir e distribuir bens e serviços.

O economista precisa ter uma visão panorâmica sobre a sociedade, no que diz respeito à Política, à História e às Políticas Públicas. Prova disso são os inúmeros campos de atuação, tanto na esfera pública quanto privada.

É responsável pela viabilização e a melhor distribuição dos recursos financeiros de uma determinada empresa, faz previsões econômicas, participa da elaboração de planejamentos, cuida dos cálculos econômicos (custos, rentabilidade, consumo, gastos etc.), planeja aplicações financeiras e elabora perspectivas macro e micro econômicas.

A Coordenação do Curso de Ciências Econômicas parabeniza todos os alunos, professores e profissionais da Economia.
Para celebrar essa data, convida a todos para participarem da palestra que ocorrerá amanhã, as 18h30min, na nossa XIV Semana de Economia. O tema será Estado e Desenvolvimento. Os palestrantes serão os professores Miguel Antonio Pinho Bruno (Mackenzie Rio – Ence/IBGE – Uerj) e Fernando Nogueira da Costa (Unicamp).
Atenciosamente,

Prof. Marcelo Anache

Coordenador do Curso de Ciências Econômicas

Mackenzie Rio – Campus Centro

Mackenzie Rio

Download da apresentação: FERNANDO COSTA – Mackenzie-RJ – Estado e Desenvolvimento 140814

Taxação de Fluxos Financeiros e Equidade Tributária

Martins, Soriano, Costa e Alessandra, no telão, direto de Recife (da esq. para dir.)

As possibilidades de financiamento de políticas públicas via taxação do mercado financeiro, a busca de um sistema tributário mais justo, e seus efeitos na economia, tanto no âmbito nacional quanto mundial, foram o cerne do debate no dia 30 de maio de 2014, no novo ciclo quinzenal Democracia Econômica, sob o tema Taxação de Transações Financeiras, a Alternativa Robin Hood, promovido pela FPA e pela campanha TTF Brasil (saiba mais em ttfbrasil.org).

O escopo da campanha é a taxação de 0,05% no mercado de derivativos, o que iria gerar, segundo estimativas, US$ 68 bilhões por ano, a serem revertidos para os fundos das Nações Unidas (combate à fome, doenças, etc.). O diretor da FPA, Joaquim Soriano, coordenou a mesa, composta pelos jornalistas Antonio Martins, editor do site Outras Palavras; e Alessandra Nilo, da TTF Brasil e ONG Gestos, que participou via teleconferência de Recife; e pelo economista Fernando Nogueira da Costa, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Continuar a ler

Democracia Econômica – Alternativa Robin Hood: Taxação de Transações Financeiras

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Nesta sexta-feira, 30 de maio de 2014, das 10h às 12h30, tem início um novo ciclo de debates quinzenais, sobre Democracia Econômica, com foco na Taxação de Transações Financeiras, também conhecida por A alternativa Robin Hood. O Ciclo é promovido pela FPA em parceria com a TTF Brasil, entidade que reúne organizações da sociedade civil e redes de cidadania e cooperação entre povos do país e da região conectados pela causa da Taxação de Transações Financeiras.

Na primeira sessão do ciclo, estarão o cientista político e professor da Universidade de São Paulo (USP), André Singer, o economista Fernando Nogueira da Costa, e Alessandra Nilo, da TTF Brasil, com mediação do diretor da Fundação Perseu Abramo (FPA), Joaquim Soriano.

Segundo o Banco de Compensações Internacionais, o mercado financeiro mundial movimenta setenta vezes mais valor monetário do que a soma de todo Produto Interno Bruto (PIB) global – a soma do PIB de todos os países. No momento, lideranças políticas, empresariais e ativistas do mundo debatem no âmbito de negociações do G-20 a criação de uma taxa minúscula sobre esse enorme mercado para financiar o desenvolvimento humano.

A implementação de Taxas sobre Transações Financeiras de apenas 0,05% no mercado de derivativos, por exemplo, traria em torno de 68 bilhões de dólares por ano para serem investidos no desenvolvimento humano, como política pública, e não apenas como filantropia. Essencialmente, a proposta é tirar uma parte pequena de um montante grande para financiar a cooperação internacional na erradicação da pobreza e regulação dos fluxos de capitais, chamada de A alternativa Robin Hood.

Neste sentido, a FPA e a TTF Brasil promovem o Ciclo de Debates sobre Democracia Econômica, uma série de seis encontros, para aprofundar a discussão sobre temas relativos à taxação de transações financeiras, tais como a Reforma Tributária, Paraísos Fiscais, Controle de fluxos financeiros, dentre outros.

Ciclos de Debate

Todos os debates sobre o Ciclo de Democracia Econômica terão transmissão exclusiva da tevê FPA por meio do portal da Fundação Perseu Abramo: www.fpabramo.org.br, e estarão disponíveis no canal da FPA no Youtube.

A FPA também realiza, em parceria com a Fundação Friedrich Ebert (FES), o Ciclo de Debates sobre Democracia. Acompanhe as notícias sobre os dois ciclos no site exclusivo: http://www.fpabramo.org.br/ciclosfpa/

Serviço
Ciclo de Debates sobre Democracia Econômica
Dia 30 de junho, sexta-feira
Das 10h às 12h30
transmissão: tevêFPA – www.fpabramo.org.br

ApresentaçãoFERNANDO COSTA – FPA 30052014 – Democracia Econômica – Alternativa Robin Hood

Mercado Bancário e Perspectivas de Negócios

Sindicato dos Bancários de Campinas - 60 anos

Fui convidado a dar uma aula/palestra na quarta-feira, dia 14/05/2014, sobre “Sistema Financeiro e Financiamento da Acumulação de Capital” no Curso de Doutoramento do IE-UNICAMP.

A Diretoria do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região me convidou  a participar do debate “Reestruturação do Sistema Financeiro: para onde caminham os bancos” como palestrante.

Será a segunda etapa do Ciclo de Debates “60 anos”, na sede do Sindicato, às 19h. O professor de economia da Unicamp, Fernando Nogueira da Costa, a técnica do Dieese Regina Camargos e o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira, vão abordar a reestruturação do sistema financeiro e buscar uma resposta para a seguinte indagação: Para onde caminham os bancos?

O evento será realizado dia 15 de maio de 2014, quinta-feira às 19:00h, na sede do Sindicato, localizado na Rua Ferreira Penteado, 460, Centro, Campinas-SP.

Com denominações e dimensões diversas, pois ocultarei alguns slides nas exposições orais, a apresentação básica é a seguinte:

Palestra FERNANDO COSTA – Mercado Bancário e Perspectivas dos Negócios

Resumo:

O Brasil dos bancos não pode ser apenas o Brasil dos brancos! Esta talvez seja a grande lição da história bancária brasileira: todo banco que se volta, exclusivamente, ao atendimento da “elite branca” torna sua presença insignificante, para o povo brasileiro, embora o banqueiro possa ser muito bem-sucedido em termos pessoais, principalmente, vendendo seu banco para estrangeiros. Embranquece, enriquece, desaparece… da construção da nação! Continuar a ler

Palestra discute papel do Estado e o financiamento ao desenvolvimento

 

A Desenbahia ofereceu, no dia 20 de setembro de 2013, palestra com o professor da Unicamp Dr. Fernando Nogueira da Costa, como um dos eventos comemorativos do 12º aniversário da Agência de Fomento.  O evento também foi uma iniciativa do projeto “Gestão do Conhecimento”, liderado pela assessora Sandra Cristina Oliveira. O presidente da Desenbahia, Vitor Lopes, abriu os trabalhos com a presença de empregados, estudantes e Diretoria Colegiada.

Segundo o palestrante, o Estado brasileiro situa-se no centro das decisões cruciais de financiamento da economia. “O Tesouro Nacional possibilita a realocação dos recursos em prazos adequados ao financiamento dos setores prioritários para o desenvolvimento brasileiro. Além disso, o Tesouro oferece aos investidores risco soberano, para captar em longo prazo, tanto no mercado financeiro doméstico, quanto no internacional”.

Argumento

Assisti, nos últimos workshops que presenciei, 60 apresentações durante três dias! Estas maratonas são organizadas com 12 sessões de duas horas cada, duas em cada turno, com cinco expositores por “mesa”. Lá para as tantas, o expectador não retém mais as inúmeras “ideias-chave” e passa a observar apenas a “corrida-contra-o-tempo-de-20-minutos”. O fundista conseguirá ou não? O juiz-cronometrador será rigoroso ou tolerante?

Adiada a absorção do conteúdo para se ler depois do seminário, em resumos ou PowerPoints apresentados, resta a reflexão sobre a forma de apresentação dos colegas. Em alguns casos, ficamos solidários com as queixas dos alunos. Em outros, ficamos admirados.

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Aula Magna na UFPR

DEPECON-UFPR

O Prof. Marco Antonio Ribas Cavalieri, Coordenador da Graduação em Ciências Econômicas do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná – UFPR e eu nos conhecemos em uma mesa na SEP de 2005. Eu estava coordenando uma mesa sobre Metodologia da qual ele participou. Desde aquele tempo, ele me disse que tem acompanhado o meu trabalho e, mais recentemente, meu blog, que gosta muito de ler.

Atualmente, ele é professor do Progama de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico da UFPR, ligado à ANPEC, e do Departamento de Economia. Desde janeiro de 2013, assumiu também a coordenação da graduação.

Tentando inovar no sentido de aproximar os alunos da graduação da UFPR dos melhores profissionais da área, decidiu, com o apoio do Departamento de Economia, promover uma Aula Magna para inaugurar o ano letivo de 2013. “Pensando em alguém com larga experiência dentro e fora da academia, imediatamente”, disse-me, “seu nome me surgiu como possibilidade”.

Deste modo, ele me convidou para ministrar a Aula Magna deste ano de 2013 para seus alunos. A UFPR tem um Departamento bem grande, com cerca de 900 alunos de Graduação, e duas pós-graduações com Mestrado e Doutorado. Ele faz parte do corpo docente da Pós-Graduação em Políticas Públicas, que tem área multidisciplinar.

Devido à greve das IFES de 2012, o ano letivo iniciou-se somente em abril. Então, hoje, às 10:00, em Curitiba, estarei dando a Aula Magna, pela qual desde já agradeço o honroso convite.

VejaAula Magna UFRP – FERNANDO COSTA – Financiamento do Desenvolvimento 100513

Apresentação da Chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento

Novos Motores de Crescimento

Esther Dweck, Chefe da Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento e Professora Adjunta – IE/UFRJ, fez uma apresentação muito didática no Seminário da RedeD-CGEE, no dia 18/04/13, realizado no IE-UNICAMP. Gentilmente, ela nós enviou sua apresentação feita a partir de gráficos com longas séries temporais, o que ajuda visualizar os problemas macroeconômicos enfrentados pela política econômica. Como ministrarei o Curso de Política e Planejamento Econômico (PPE), no próximo semestre, ela me será muito útil.

CompartilhoApresentação ESTHER DWECK – 2013_04_18_Seminario REDED-CGEE_UNICAMP_Política Econômica e Crescimento

Apresentações dos palestrantes durante o Seminário “Desafios e Oportunidades do Desenvolvimento Brasileiro”

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 Apresentação de Pedro Dutra –  Conceito do Desenvolvimentismo

Apresentação de Luiz Carlos Bresser-Pereira – Liberalismo X Desenvolvimentismo

 Apresentação de Vanessa Petrelli – Financiamento do Desenvolvimento Regional

 Apresentação de Matias Vernengo – Cenário Argentino Continuar a ler

Apresentação no Seminário RedeD-CGEE: Financiamento do Desenvolvimento

Financiamento do Investimento - SA e Empresas Fechadas

Fonte: CEMEC-IBMEC. Indicadores CEMEC de Custo de Capital. São Paulo, 11o. Seminário CEMEC de Mercado de Capitais, 27/04/2012.

MESA 6: FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO 

Coordenador: Jorge Mattoso (Unicamp) 

Fernando Nogueira da Costa (Unicamp)

Ana Rosa Ribeiro de Mendonça ou Simone de Deos (Unicamp)

Vanessa Petrelli Correa (UFU)

Marcelo Miterhof (BNDES)

Veja:  Apresentação FERNANDO COSTA Seminário RedeD-CGEE 170413

Seminário na Pós-Graduação em Economia na UNESP – Araraquara

Seminário na UNESP – FERNANDO COSTA – Social-Desenvolvimentismo e Capitalismo de Estado Neocorporativista

UnicampResumo da Apresentação:

A estratégia observada (e defendida) pelo Social-Desenvolvimentismo, para a década corrente, é direcionada pelos investimentos do setor produtivo estatal, incluindo os dos fundos de pensão patrocinados pelo setor público. Em conjunto com o gasto público orçamentário, operarão como indutor do gasto privado, ou seja, como investimento autônomo diante das condições da demanda agregada em contexto de crise internacional. Significa adotar o olhar estadista “para enxergar mais adiante, além da demanda corrente”. Não se restringe ao debate da política econômica em curto prazo. Destaca a importância de investimento em infraestrutura e logística, porém não se reduz a esse o foco, pois estabelece como prioridade também a política social ativa.

O Capitalismo de Estado chinês (sob domínio do PCC), o russo (sob ex-KGB) e o indiano são derivados de experiências históricas com “socialismo de mercado” e, claramente, se diferenciam do Capitalismo de Mercado norte-americano. O Capitalismo de Estado brasileiro possui Estado interventor, indutor e regulador, que propiciou “salto de etapas históricas”, antes percorridas por países de capitalismo maduro, mas ele ainda busca conquistar maior autonomia tecnológica e financeira.

O Neocorporativismo é uma forma particular de intermediação de interesses entre sociedade civil e Estado. Nele, os interesses gerados na sociedade civil são organizados, seja em sindicatos dos trabalhadores, seja em associações empresariais, cujas estruturas internas centralizadas e hierárquicas impõem a militância político-partidária ou a troca de favor pessoal para obter apoio à ascensão a postos com poder de decisões estratégicas em regime presidencialista de coalizão partidária.