Gastos em Luxo

Investimentos em Luxo

Na edição de The Wealth Report do ano de 2013 apresentou-se o Índice de Investimento de Luxo Knight Frank (KFLII). KFLII combina o desempenho de nove bens de luxo, incluindo arte, carros clássicos, relógios e selos, em um índice composto. No ano corrente, atualizou-se o índice, que mostrou crescimento de 8% em 12 meses até Q3 2013 e 179% em um período de 10 anos, superando muitos mais os investimentos tradicionais como o FTSE 100. Em geral, carros clássicos têm mostrado o mais forte desempenho nos últimos 10 anos, enquanto investimento imobiliário tem realmente caído em valor. Consulte a tabela acima para o desempenho dos segmentos individuais de KFLII.

Veja mais em: http://www.thewealthreport.net/luxury-investments/default.aspx # sthash.uXbIdafj.dpuf

Lamborghini-Huracan-leaked

Genilson Cezar (Valor, 25/03/14) informa que design de vanguarda, conforto, qualidade e segurança, além de muita tecnologia embarcada, depois de devidamente testada em pistas de Fórmula 1, são os trunfos dos automóveis de luxo que estão desembarcando, ou programados para ser lançados este ano, no Brasil. O Lamborghini Huracán, um superesportivo que deve chegar no segundo semestre, por exemplo, traz motor V10 5.2 de 618 cv de potência, câmbio de dupla embreagem de sete velocidades, podendo atingir 325 km/h de velocidade máxima. Chega a 100 km/h em 3,2 segundos. Na Europa, onde será lançado em maio, o Huracán deve ser vendido com preço inicial de € 169.500, equivalente a cerca de R$ 550 mil, mas no Brasil, não sairá por menos de R$ 2 milhões.

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Portfólio de Alta Renda e Grande Riqueza

Investimentos no Exterior

Felipe Datt (Valor, 25/03/14) informa que o cenário de taxa de juros em queda, que vigorou até o fim de 2012, fez com que os ativos de renda fixa perdessem participação no portfólio de investimentos dos milionários brasileiros. Embora os investimentos diretos em títulos e valores mobiliários ainda representem um dos pilares da indústria private, abocanhando, em 2013, 45,3% das aplicações – 30,9%, dos quais, em renda fixa -, a busca por maior liquidez fez com que esses instrumentos perdessem espaço, nos últimos anos, para aplicações em fundos de investimento.

Essa nova seleção nas carteiras de ativos foi captada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que mostra que o crescimento de 11,8% nas aplicações em fundos, em 2013, sobre o ano anterior, levou o volume desses ativos a superar, pela primeira vez desde o início da série histórica, há cinco anos, os recursos alocados diretamente em títulos e valores mobiliários, que cresceram apenas 4,8% no ano passado. Em 2013, os fundos representavam 47,4% dos ativos sob gestão no segmento private, ou R$ 273,4 bilhões, enquanto os títulos e valores mobiliários abocanharam R$ 261,5 bilhões.

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Gestão de Fortunas (Wealth Management)

Indústria de Alta Renda no Brasil

Felipe Datt (Valor, 25/03/14) informa que a indústria de gestão de fortunas, o chamado “wealth management”, sentiu o baque de um 2013 volátil e registrou, no ano passado, o menor crescimento desde que começou a ser fotografada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), há cinco anos. As riquezas acumuladas pelos milionários brasileiros ainda impressionam. O patrimônio acumulado foi de R$ 577,2 bilhões – em 2010, não passava de R$ 290 bilhões – mas o crescimento de 9,5% ante 2012 ficou muito aquém das consecutivas altas alcançadas até então: 23% (2009/2010), 21,6% (2010/2011) e 21,4% (2011/2012).

O cenário, embora desafiador, não é suficiente para tirar o otimismo dos departamentos de private banking das principais instituições financeiras do país, que acreditam em uma retomada do crescimento na casa dos dois dígitos já a partir de 2014. “Crescer quase 10% não é ruim considerando um ano complexo e desafiador. Foi um ano de resultado negativo na bolsa, o que impacta a correção do estoque. O mercado private se consolida no Brasil e o certo é que ainda existe muito cliente com perfil private que não é atendido. Mas é mais razoável imaginar um crescimento na casa dos 10% no futuro do que em patamares anteriores”, opina o presidente do comitê de private banking da Anbima, João Albino Winkelmann.

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Investimento em Felicidade

Aswath Damodaran divulgacao

Beatriz Cutait (Valor, 20/03/14) anuncia a recomendação-chave de um guru de Finanças Pessoais: “para ser um investidor de sucesso, as pessoas têm que se conhecer mais e não seguir outros gestores; a melhor estratégia é a que se adequa à sua Filosofia”. Filosofia é o amor pela sabedoria, experimentado apenas pelo ser humano consciente de sua própria ignorância.

Esqueça as estratégias dos investidores mais admirados no mundo. De nada vai servir aplicar na sua vida as fórmulas que deram tão certo para nomes como Warren Buffett, George Soros ou Peter Lynch. O conselho vem de uma das figuras mais respeitadas do mercado financeiro: o professor de finanças da Stern School of Business, na Universidade de New York, Aswath Damodaran. O indiano, autor dos livros “Mitos do Investimento” e “Valuation – Como Avaliar Empresas e Escolher as Melhores Ações”, defende que as pessoas olhem para si no momento de decidir sobre as melhores aplicações. “Você precisa investir de um jeito que te deixe satisfeito, que faça você feliz”.

Em entrevista por telefone, Damodaran ainda falou sobre o mercado brasileiro, disse que não considera a bolsa barata, mas que comprou ações da Vale e da Petrobras no ano passado. O professor também teceu críticas ao modelo de governança de companhias nacionais, ao considerar que elas querem o dinheiro dos investidores, mas não lhes dão ouvidos, o que contribui para a participação ainda pouco expressiva da pessoa física na bolsa. Damodaran, que calcula estar na 20ª visita ao Brasil, participou de seminário da HSM nos dias 27 e 28 de março, voltado para 250 executivos que trabalham com valoração de empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

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ERRADO PSDA: 10 Vieses Heurísticos

Vieses HeurísticosCriei um mnemônico com finalidade de facilitar a memorização dos dez vieses heurísticos: ERRADO PSDA. Um tucano confirmaria: “está errado mesmo!” Um petista retrucaria: “Tanto faz, está errado seja como PSDA, seja como PSDB.” A maioria silenciosa acharia que “este é um falso problema…” O importante é todos alunos e leitores se lembrarem de maneira fácil das primeiras letras dos dez vieses – e, depois, de seus significados, para evitá-los:

  1. Excesso de confiança (comprar antes da alta e vender antes da baixa);
  2. Reação exagerada (euforia pela nova era, pânico na fuga);
  3. Representatividade (avaliação de probabilidade baseada em uma única opinião alheia de suposta “autoridade” não representativa);
  4. Ancoragem (“valor do investimento inicial a gente nunca esquece”);
  5. Disponibilidade (“a memória é curta e seletiva”, logo, imagina-se que só a que está disponível imediatamente na mente é a relevante);
  6. Otimismo (“todos se consideram acima da média”);
  7. Perseverança (validação ilusória através de “confirmação exclusiva com quem pensa igual” leva a perseverar no erro de avaliação) ;
  8. Similaridade (“semelhança com a verdade não é o mesmo que verdade”);
  9. Diversificação ingênua (preferência pelo familiar ou conhecido e seleção da carteira de ativos baseada na “regra 1/n”);
  10. Aversão à ambiguidade (evitar a responsabilidade de tomar decisões arriscadas apoiando-se em um “bode-expiatório ou recall psicológico”).

Danylo Martins (Valor, 24/03/14) publicou uma matéria de leitura bastante útil sobre o mesmo tema. Reproduzo-a abaixo com fins didáticos.

“Investir é uma ação puramente racional, baseada no comportamento do mercado e no retorno das aplicações financeiras. Certo? Nem tanto. A teoria moderna das Finanças, que leva em conta a tomada de decisões a partir dos dados disponíveis com base em padrões estatísticos, começou a ser questionada com mais força nos últimos anos. Os estudos desenvolvidos pelos psicólogos israelenses Daniel Kahneman e Amos Tversky, ganhadores do prêmio Nobel de Economia de 2002, foram decisivos para o assunto ganhar mais relevância no mundo dos investimentos. Segundo os pesquisadores, as atitudes aparentemente racionais dos investidores envolvem uma série de “atalhos mentais”, armadilhas colocadas pelo cérebro que, inconscientemente, têm impacto na hora de escolher uma aplicação ou manter determinado ativo na carteira.

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Finanças dos Aposentados

watering money that is growing from a bank

Linda Stern (Reuters apud Valor, 27/03/14) escreve mais um artigo sobre Finanças dos Aposentados, assunto que interessa a todos os trabalhadores, seja inativo, seja futuro inativo. Ela se refere ao caso norte-americano, mas algumas lições servem para ser aqui aplicadas.

“Há duas realidades na área do planejamento de aposentadoria.

A primeira consiste de planilhas, calculadoras e princípios básicos assustadores que guiam trabalhadores e aposentados em suas decisões de poupança e gastos.

A outra realidade diz respeito ao espaço onde os aposentados de fato vivem. Esta é a verdadeira realidade, aquela que você provavelmente estará vivendo quando deixar seu último emprego. Ela é pouco examinada, apesar do grande número de relatórios publicados regulamente sobre as expectativas e projeções de aposentadoria.

Mesmo assim, sabemos algumas coisas sobre como as pessoas comuns se aposentam. Normalmente elas não economizaram 25 vezes seus gastos anuais, conforme sempre recomendado. Também não trocaram as ações pelos bônus no dia em que se aposentaram, que provavelmente chegou antes da “idade de aposentadoria plena”, de 66 anos estabelecida pela Social Security Administration, agência americana que administra o sistema de seguridade social do país.

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Quem Quer Ser Um UHNWI (Super Rico)?

Número de Milionários em 2013Distribuição de Riqueza no Mundo 2014

Roseli Loturco (Valor, 25/03/14) informa que a contar pelas previsões das consultorias britânicas Knight Frank e Wealth Insight, o número de milionários no Brasil vai crescer exponencialmente neste e nos próximos dez anos. Apesar de adotarem metodologias diferentes para medir ricos (US$ 1 milhão ou mais) e super ricos - UHNWIs - Ultra-High-Net-Worth Individuals (a partir de US$ 30 milhões), o que leva a resultados diversos, os prognósticos são bem otimistas.

Só neste ano, segundo a Wealth Insight, serão 17 mil novos milionários no país. Alta de 8,9% em relação aos 194,3 mil brasileiros ricos mapeados no final de 2013. A consultoria acredita que haverá uma “explosão de novos milionários em 2014″ não só no Brasil, mas principalmente nos EUA, que deve gerar mais 496,9 mil afortunados, totalizando 5,72 milhões de americanos com mais de US$ 1 milhão em recursos.

A China vem na sequência, com 101,10 mil chineses, o que elevaria sua cifras para um total de 1,37 milhão de ricos no país. Reino Unido (mais 44,55 mil, com 719,65 mil), Índia (mais 42,92 mil, com 293,92 mil) e México (mais 10,15 mil, com 155,15 mil) são outros destaques no ranking.

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Quem Quer Ser Um Bilionário? (por Fernando Torres)

20 indivíduos mais ricos nos EUA e Brasil

Fernando Torres trabalha desde abril de 2007 no Valor, onde cobre mercado de capitais e temas societários e contábeis envolvendo companhias abertas. É formado em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e é mestrando em contabilidade pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Antes do Valor, trabalhou cinco anos no DCI e um ano no Banco do Brasil. Aprecio os artigos e as reportagens escritos por ele. Reproduzo abaixo uma coluna publicada no Valor (18/03/14).

“A popularidade de programas de TV como o que dá nome ao filme indiano “Quem quer ser um milionário?” ou ao “Show do Milhão”, de Silvio Santos, ilustra como essa quantia sempre povoou a imaginação das pessoas, sendo que muitos planejam desde o início da carreira como alcançar “o primeiro milhão”.

Na época da hiperinflação no Brasil, boa parte da população virava milionária por alguns momentos, até o governo cortar três zeros da moeda e acabar com a festa. Mas era um milhão “de mentirinha”.

Logo depois do Plano Real, a marca de R$ 1 milhão ficou novamente difícil de ser alcançada para a maioria.

Mas passados 20 anos do Real, com uma inflação acumulada de 350%, e após a disparada dos preços dos imóveis nos grandes centros, qualquer pessoa que tenha um apartamento quarto e sala na zona sul do Rio pode se considerar um milionário.

Para aqueles que querem e gostam de se sentir ricos – ou mais ricos que os outros -, a meta perdeu o apelo.

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Bilionários Brasileiros em 2014

Forbes 2014

Forbes 2014 IForbes 2014 IIO país possui 65 bilionários, de acordo com o ranking deste ano da revista “Forbes“. São 19 a mais do que na lista do ano passado.

O número de bilionários brasileiros elevou de 18 para 30, entre 2010 e 2011, ano em que a soma de suas fortunas chegou a US$ 131,3 bilhões. Elevou-se esse número de bilionários de 36 para 46 entre 2012 e 2013.  Concomitantemente, a soma das suas fortunas, que atingia US$ 154,5 bilhões, em março 2012, elevou-se para US$ 189,3 bilhões um ano após. A variação anual dobrou de pouco mais de US$ 20 bilhões para quase US$ 40 bilhões. No ano passado, a soma das fortunas bilionárias atingiu “apenas” US$ 195,2 bilhões. No todo, enriqueceram apenas US$ 5,9 bilhões. Que pobreza… Que tristeza… Que Mercado injusto… snif, snif…

Barbosa (FSP, 04/03/14) informa que, segundo a Forbes – Lista de Bilionários Brasileiros em 2014, o Brasil ganhou 27 novos bilionários no ano passado, número que foi elevado por movimentos de sucessão e herança. Em compensação, oito deixaram o clube, incluindo Eike Batista.

Dos 27 novatos, 15 herdaram as fortunas, 12 empreenderam ou acrescentaram valor a um negócio herdado. Entre os 65 bilionários, 13 possuem a fortuna originária de bancos.

Dois saíram por morte e foram sucedidos por herdeiros. São os casos de Roberto Civita, do Grupo Abril, e Dirce Camargo, do grupo Camargo Correa.

Além dos herdeiros de Dirce Camargo e de Civita, entraram na lista cinco integrantes do clã Ermírio de Moraes. A descoberta de documentos societários dos negócios da família fez com que a revista desmembrasse uma fortuna que até 2013 estava concentrada sob o nome de Antônio Ermírio de Moraes. Com a divisão, o empresário caiu da 74ª posição global para a 520ª, e da 3ª para a 13ª no ranking nacional.

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Vieses Heurísticos

Desempenho das Bolsas em 2013Ciladas

Darei uma consultoria “de grátis” (sic), dado que muitos leitores me solicitam conselhos financeiros, a respeito dos vieses heurísticos. Facilita você nunca se esqueçer deles!

Para isso, criei um mnemônico que serve para facilitar a memorização dos dez vieses heurísticos: ERRADO PSDA. Um tucano confirmaria: “está errado mesmo!” Um petista retrucaria: “Tanto faz, está errado seja como PSDA, seja como PSDB.” A maioria silenciosa acharia que “este é um falso problema…” O importante é todos se lembrarem de maneira fácil das primeiras letras dos dez vieses – e, depois, de seus significados, para evitá-los:

  1. Excesso de confiança (comprar antes da alta e vender antes da baixa);
  2. Reação exagerada (euforia pela nova era, pânico na fuga);
  3. Representatividade (avaliação de probabilidade baseada em uma única opinião alheia de suposta “autoridade” não representativa);
  4. Ancoragem (“valor do investimento inicial a gente nunca esquece”);
  5. Disponibilidade (“a memória é curta e seletiva”, logo, imagina-se que só a que está disponível imediatamente na mente é a relevante);
  6. Otimismo (“todos se consideram acima da média”);
  7. Perseverança (validação ilusória através de “confirmação exclusiva com quem pensa igual” leva a perseverar no erro de avaliação) ;
  8. Similaridade (“semelhança com a verdade não é o mesmo que verdade”);
  9. Diversificação ingênua (preferência pelo familiar ou conhecido com a seleção da carteira em ativos conhecidos baseada na “regra 1/n”);
  10. Aversão à ambiguidade (evitar a responsabilidade de tomar decisões arriscadas apoiando-se em um “bode-expiatório ou recall psicológico”).

Danielle Brant (FSP, 20/01/13) avalia que, segundo os consultores, o excesso de confiança é o erro número um dos investidores que aplicam por conta própria, sem orientação financeira. Em outras palavras, os consultores “vendem seu peixe”, afirmando simplesmente que são imprescindíveis para uma boa administração das Finanças Pessoais.

O “pecado” consiste em acreditar que, no futuro, a aplicação dará o retorno esperado mesmo quando há sinais evidentes de que isso não deve acontecer — como ocorreu recentemente com as ações da petroleira OGX, do empresário Eike Batista.

Isso ocorre, afirmam os especialistas, tanto entre investidores que estão começando a aplicar em Bolsa quanto entre aqueles que participam do mercado há anos.

“O investidor não pode deixar que o ego seja maior que a realidade. Quando se trata de dinheiro, as pessoas têm dificuldade em perceber que erraram“, diz o analista técnico Didi Aguiar. “Isso faz com que fechem os olhos e continuem em um caminho fracassado.”

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Finanças Pessoais de Norte-americanos

poupardinheiro

Embora faça por dever de ofício uma lista de recomendações para Finanças Pessoais de norte-americanos, Linda Stern (Valor, 09/01/14) reconhece que “promessas de Ano Novo” não funcionam – especialistas em comportamento já sabem disso. Quem acordou em 1º de janeiro e disse com convicção algo vago do tipo “neste ano, vou colocar minhas finanças sob controle – de verdade!”, há uma boa chance de seu orçamento acabar no mesmo lugar em que todas essas boas intenções normalmente terminam. No entanto, aceitando seu dever-de-ofício, ela escreveu o artigo abaixo.

“É por isso que, em vez disso, é melhor preparar uma lista de tarefas a fazer. Cada atividade em minha lista para 2014 é discreta e aplicável, sem demandar muito tempo. Vá riscando-as, uma a uma, e você vai melhorar drasticamente suas finanças.

Em 2014, você terá mais poder, graças a algumas mudanças no mercado favoráveis aos consumidores. O novo foco nas comissões cobradas e na transparência nas contas 401 (k), como são conhecidos nos Estados Unidos os planos previdenciários com participação do empregador, facilitará a monitoração pelos investidores. Os emissores de cartões de crédito incrementaram o marketing e a concorrência, então, há melhores alternativas nesse segmento. Novos aplicativos tornaram mais fácil lidar com seu dinheiro sem precisar manter controle das finanças fisicamente.

Sem mais delongas, aqui vai minha lista de tarefas a fazer para poupar e prosperar em 2014:

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Investmentos Passionais em Ativos Emocionais

Investimentos por Paixões

Sérgio Tauhata (Valor, 29/01/14) afirma que, quando se fala em “passion investments“, os investimentos passionais em uma tradução literal, existem barreiras naturais, como exigência de conhecimento sobre o assunto e a liquidez limitada. Afinal, como avaliar itens tão distintos, como carros clássicos, moedas, selos, vinhos e obras de arte? E onde comprá-los ou vendê-los? Mas, ao mesmo tempo, é difícil ignorar a valorização desses ativos, conforme mostram os índices específicos.

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